Bolo de milho

This one is delicious!

This one is delicious!

 

INGREDIENTES

- 4 ovos
- 1 colher de sopa de manteiga
- 100 g de coco ralado
- 1 colher de sopa rasa de fermento em pó
- 2 latas de milho
- 1 lata de leite condensado

PREPARO

No liquidificador, bata os ovos, a manteiga, o milho e o leite condensado. Em seguida bata rapidamente o fermento, e por fim adicione o coco ralado e misture em seguida (sem bater no liquidificador); pode usar coco em flocos.
Distribua a massa em uma forma untada e polvilhada com farinha de trigo.
Levar para assar por aproximadamente 40 minutos.

Dica: SIRVA GELADO! Eu, particularmente, prefiro assim!

Habilitando o aero (de verdade) no Win 7 Starter ou Home Basic

Após o WOW inicial, aqui estou para ensinar como fazer isso no seu Windows 7 (Starter ou Home Basic):

 

Beautiful, isn't it?

 

Você vai precisar baixar e descompactar este arquivo e depois do processo ter terminado o Windows vai reiniciar automaticamente. E quando ele voltar, fique de cara com o resultado [como eu também fiquei]! HAHAHA!

Enabling Aero Transparency on Win 7 Starter / Home Basic (and a lot more)

OMG! It’s here and it’s damn real! I can’t believe they finally made it!

 

Beautiful, isn't it?

 

Here’s how to do it in your pc [just remember you will only need to do this if you have a stock Win 7 Starter / Home Basic]

1. Uninstall Personaliation Panel and Personalization panel DWM controller in case these were previously installed
2. Apply the patch. Your Windows will be automatically rebooted. Just wait… Destroy your finger nails waiting some more… And then TA DA!
3. Enjoy the awesomeness!

Download link: http://winaero.com/download.php?view.13

Lá vem Cabral (ótimo nas rodas de amigos tomando uma cervejinha!)

Esta brincadeira faz a língua enrolar,
Você deve repetir tudo o que eu falar,
O escolhido será quem eu apontar,
E aquele que engasgar,
Da brincadeira vai se retirar.

Eu falo e sem erro você deve repetir,
Tem que responder ligeiro e sem refletir,

- Lá vem Cabral!

- Lá vem o cachorro que mordeu Cabral!

- Lá vem o pau que matou o cachorro que mordeu Cabral!

- Lá vem o fogo que queimou o pau que matou o cachorro que mordeu Cabral!

- Lá vem a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou o cachorro que mordeu Cabral!

- Lá vem a vaca que bebeu a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou o cachorro que mordeu Cabral!

- Lá vem a faca que matou a vaca que bebeu a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou cachorro que mordeu Cabral!

- Lá vem a pedra que amolou a faca que matou a vaca que bebeu a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou cachorro que mordeu Cabral!

- Lá vem o homem que pegou a pedra que amolou a faca que matou a vaca que bebeu a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou cachorro que mordeu Cabral!

- Lá vem o tigre que comeu o homem que pegou a pedra que amolou a faca que matou a vaca que bebeu a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou cachorro que mordeu Cabral!

- Lá vem a flecha que matou o tigre que comeu o homem que pegou a pedra que amolou a faca que matou a vaca que bebeu a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou cachorro que mordeu Cabral!

- Lá vem o índio que atirou a flecha que matou o tigre que comeu o homem que pegou a pedra que amolou a faca que matou a vaca que bebeu a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou cachorro que mordeu Cabral!

- Lá vem a morte que levou o índio que atirou a flecha que matou o tigre que comeu o homem que pegou a pedra que amolou a faca que matou a vaca que bebeu a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou cachorro que mordeu Cabral!

Fonte: Wagner de Almeida Posso

E o brasileiro continua se importando somente com Ivete Sangalo e Claudinha Leitte…

… ou, Três embustes do Brasil Maravilha:

Faço uma ligeira pausa nos posts sobre as manifestações deste 7 de Setembro para um registro inadiável. Em sua coluna desta quarta-feira, o jornalista Carlos Brickmann implodiu com três notas de poucas linhas dois embustes cultivados com especial carinho pelos inventores do Brasil Maravilha: o milagre do álcool, a autossuficiência em petróleo e a eficiência espetacular da Petrobras. Na discurseira de Lula e Dilma Rousseff, são espantos de matar de inveja um magnata de filme americano. No país real, só existem na papelada registrada em cartório pelo palanque ambulante. (AN)

O álcool…

Lembra da revolução energética anunciada pelo presidente Lula, em que o álcool de cana brasileiro seria um dos combustíveis mais importantes? Bom, o Brasil está importando álcool faz tempo ─ principalmente dos Estados Unidos. Neste ano, a importação representa cinco vezes a de 2010: no total, 1,03 bilhão de litros contra 200 milhões do ano passado. E era para ser ainda maior, se o Governo não tivesse reduzido a mistura do álcool na gasolina de 25 para 20%.

…a gasolina…

Lembra da autossuficiência do Brasil em petróleo, também anunciada pelo presidente Lula? Neste ano, o Brasil já importou 3,1 milhões de barris de gasolina; e além das importações normais virão mais 550 mil barris por mês, para substituir os 5% de álcool a menos na mistura.

…o custo

No segundo trimestre do ano passado, o prejuízo da Petrobras com a importação de gasolina foi de R$ 108 milhões. No segundo trimestre deste ano, de R$ 2,28 bilhões. Traduzindo: o prejuízo foi multiplicado por 20.

Fonte: Augusto Nunes

Tire a mão do bolso do contribuinte

Em vez da faxina propagada, a presidente Dilma Rousseff quer limpar mesmo é a carteira do brasileiro. Está rodando o País atrás de apoio popular para a volta da CPMF, o extinto e malfadado imposto do cheque. Sua tática foi herança do antecessor. Primeiro, vaza o assunto para sabujos da base aliada e no agosto do cachorro doido alguns do Congresso sussurraram a “salvação” para que todos ouvissem. Depois, a própria chefe chora a ausência de recursos para a área. Em seguida, a bancada dinheirista e a patroa esperam a grita. Se a reação não for à altura do ataque, se sentirão à vontade para tascar a mão nos trocados de quem transpira para conseguir.

A presidente reclama de cofre cheio. O que lhe sobra em verba, falta em razão. Se pretendesse de fato investir no setor, nem pensaria em acrescentar item ao maior fardo tributário do planeta. Dilma destinou R$ 70,9 bilhões à Saúde no Orçamento de 2011, pouco acima dos 70 bilhões que está dando aos bancos na acumulação de reservas internacionais e demais erros, como a remuneração dos juros, outro ranking assombroso liderado pelo Brasil. E assim desce a ladeira íngreme da eleição de prioridades.

Habitação é fundamental? Claro. Ergue-se o “Minha casa, minha vida”, infla-se o metro quadrado, empreiteiros festejam, especuladores fazem a bolha e o governo patrocina R$ 32 bilhões em subsídios de juros. Linguiça e picanha são vitais à cesta básica? Óbvio. Tomem R$ 7,4 bilhões para Sadia, Perdigão e JBS Friboi tirados do BNDES, a mãe dos espertalhões, que apenas em 2011 pagou 20 bilhões em subsídios de juros (de novo!) para grandes corporações e supera 280 bilhões aplicados por aí. Melhor não perder a conta: só em subsídios já são 90 bilhões, perto dos 100 pretendidos pelos secretários estaduais de Saúde.

Para a presidente, nada se resolve sem derrama. Quando ministra da Casa Civil, moveu mundos para manter a CPMF e jogou duro com opositores ao escândalo. O sofrimento ficou, por exemplo para os internos de entidades beneficentes, pois ela mandou reter até depósitos na Caixa referentes a emendas dos que acabaram com a extorsão do cheque. Agora, condiciona a aprovação da Emenda 29 à recriação do acinte, como se o saldo estivesse no vermelho — a Receita estima para este ano aumento de 11,5% na arrecadação. Dilma exige novo pé de dinheiro para cobrir o aumento de investimentos. Sua catrevage fala em legalizar jogos (a presidente não tem coragem, pois teme a repercussão) e apertar taxas de bebida e cigarro (usuários são os únicos contra), mas a tentação suprema é inventar imposto.

Na estratégia de lançar aberrações para aguardar o esperneio, Dilma diz que “melhorar a saúde sem dinheiro é demagogia”. Por essa teoria, dinheiro é somente o dos contribuintes, que planeja tomar via impostos. Não lhe passa pela cabeça reduzir os gastos com a companheirada, estancar os presentes para a banca estrangeira, conter os desvios e recuperar as somas surrupiadas. Enfim, algum esforço além de obrigar a sua gente no Parlamento a penalizar ainda mais quem trabalha e produz. Se a sociedade não se manifestar agora, pode acordar de bolso estourado.

Fonte: Demóstenes Torres

Educação e Liberdade

N. do T.: o artigo a seguir foi adaptado para a realidade brasileira

De todos os passos que foram dados rumo ao caminho da servidão, qual foi o pior?

Em minha opinião, foi o de permitir que o estado educasse nossos filhos, seja diretamente por meio de escolas públicas, seja indiretamente por meio de escolas privadas reguladas integralmente pelo Ministério da Educação.

Dado que a educação que nossos filhos recebem é toda controlada por funcionários públicos, que operam dentro das normas estabelecidas por um sistema estatal, não é surpresa nenhuma que nossos filhos cresçam acreditando que:

— o estado é um árbitro justo, imparcial, amoroso e caritativo, ao contrário de empreendedores privados, que agem somente em interesse próprio;

— programas governamentais realmente entregam aquilo que prometem e, sem eles, as pessoas estariam em situação muito pior;

— sem a saúde e a educação públicas, e sem programas de assistência social do governo, todos morreríamos doentes ainda muito jovens, seríamos analfabetos e as ruas estariam repletas de pessoas passando fome; e

— o estado é o país, e é nosso dever patriótico apoiar toda e qualquer política idiota que o governo decida implementar.

A educação é um desastre.  Se você não acredita em mim, pergunte aos próprios políticos.  Todo ano de eleição eles aparecem para nos contar como a educação está terrível — crianças que não conseguem ler em idade já avançada, violência nas salas de aula, professores incapacitados e mal pagos, infraestrutura precária e aos pedaços, drogas sendo vendidas dentro das escolas, salas de aula com excesso de alunos etc.

É claro que todos os políticos têm na ponta da língua soluções que irão sanar todos estes problemas.  Porém, mesmo depois de eleitos, e de implementarem suas soluções, eles sempre voltam nas eleições seguintes dizendo como a situação da educação continua terrível.

A política e as escolas públicas

A primeira coisa que precisa ser entendida a respeito das escolas públicas é que elas não são instituições educacionais.  Elas são agências políticas — logo, são controladas pelo grupo que tenha mais influência política.  E isto exclui você e eu.

Não é de se estranhar, portanto, que suas políticas de ensino e de funcionamento sejam ditadas pelos sindicatos dos professores e dos funcionários, bem como pelas fantasias utópicas das universidades nas quais esses professores se formaram.  Não existe um sistema de recompensas ou de incentivos para inovações.  Mesmo os professores mais bem intencionados não têm oportunidades para utilizar métodos originais, lógicos e sensatos para resolver problemas rotineiros.  Não há nenhuma chance de se recompensar aqueles que demonstram um desempenho superior.  É a burocracia quem comanda tudo, e a ela todos devem ser submissos.

Para piorar, as escolas públicas acabam ensinando muitas coisas que iriam deixar os pais apavorados — isto se os pais soubessem exatamente o que se passa nas escolas.  Orientação sexual e “kit-gay” são apenas a ponta do iceberg.  Os alunos são ensinados a atormentar seus pais para que eles reciclem lixo, para que fechem a torneira do chuveiro enquanto estiverem se ensaboando durante o banho, e para que adotem inúmeros outros rituais da nova religião ambientalista.  Literatura clássica quase nunca é mencionada.  Quando o é, é apenas para mostrar como as pessoas já foram ignorantes e insensíveis, e não para mostrar aos alunos a complexidade da vida e a riqueza do idioma.

Tempo e recursos parece haver de sobra para ensinar as crianças a se conformarem com a ideologia e o pensamento politicamente correto da moda.  Porém, se os pais reclamam que seus filhos não estão aprendendo ciências, português, história e matemática, os políticos respondem que está faltando dinheiro, os professores respondem que são mal pagos e vários “agentes sociais” dizem que a nova metodologia de ensino, com maior ênfase na ‘consciência social do aluno’, é bastante superior ao velho e reacionário método clássico de educação.  E, no final, todos se unem para concluir que o grande problema realmente é o governo, que destina pouco dinheiro para a educação — logo, novos impostos são necessários.

A questão é: teria como as coisas realmente serem diferentes?  Nesse atual arranjo, sem estarem submetidos a uma pressão competitiva, sem estarem sujeitos à concorrência, as pessoas que realmente estão no controle das escolas públicas — os burocratas sindicalizados — estão livres para saciar seus desejos mais indômitos de doutrinar as crianças para que elas sejam cidadãos exemplares da Nova Ordem.  Em um sistema como este, os bons professores não têm a menor chance — nem o estímulo — de fazer a diferença.

Público vs. Privado

O problema não são professores despreparados. O problema não é a falta de recursos ou a falta de participação dos pais.

O problema é que as escolas são administradas pelo governo.

Podemos ver isso claramente ao comparar a educação pública com a indústria de computadores — um dos ramos menos regulados em todo o mundo.

— A educação está sob o comando de políticos e burocratas, gente que jamais irá enfrentar pessoalmente as consequências de suas próprias medidas, por mais que arruínem a educação de nossos filhos.  E assim, os custos da educação vão ficando cada vez maiores, ano após ano, ao mesmo tempo em que a qualidade e a utilidade decrescem velozmente.

— A produção de computadores, notebooks e afins está sob o comando de empreendedores, gente que visa ao lucro e que, por isso mesmo, têm de estar sempre encontrando novas maneiras de nos satisfazer, produzindo cada vez mais com cada vez menos — caso contrário, perderão o que investiram e irão à falência.  E assim, computadores, notebooks e demais apetrechos tecnológicos vão ficando cada vez mais baratos, ano após ano (ou mês após mês), ao mesmo tempo em que sua qualidade e utilidade aumentam velozmente.

Ao contrário das empresas de tecnologia, as escolas públicas são organizações monopolistas isoladas da concorrência — e inteiramente sustentadas pela coerção do governo.  Um sistema de vouchers para as escolas privadas, nos moldes defendidos por alguns liberais genuínos, não tornaria as escolas públicas mais competitivas simplesmente porque as escolas do governo não precisam competir.  (Em nível universitário, já temos o exemplo prático do ProUni, que nada mais é do que uma variância desse esquema de vouchers.  O único resultado foi piorar a educação das universidades particulares que recebem esse subsídio, pois agora elas não mais precisam competir por novos alunos; o governo já garante a receita.)

Não importa quantos alunos as escolas públicas percam para as escolas privadas e para aqueles heróis que, à revelia do governo, praticam ensino doméstico; o fato é que as escolas públicas ainda obtêm seus recursos através da força — e quanto maiores os seus fracassos, mais eles são utilizados como desculpa para se exigir ainda mais recursos.

Inversão de papéis

Suponhamos que o governo tenha estatizado a indústria de computadores tão logo ela surgiu (tudo para o “bem do povo”, claro).  Não é difícil imaginarmos como ela seria hoje:

— Um computador pessoal custaria alguns milhões de reais e seria maior que uma casa;

— Ele provavelmente seria capaz de realizar operações de soma e subtração, porém os funcionários públicos iriam nos explicar por que é cientificamente impossível uma máquina destas realizar multiplicações e divisões;

— O custo de um computador subiria continuamente, e cada modelo novo seria pior e mais caro que o do ano anterior;

— Haveira grupos de interesse organizados tentando fazer com que o governo produzisse computadores com DOS, e outros grupos exigindo interface gráfica.  Haveria intensos debates sobre se os computadores fornecidos pelo governo deveriam poder acessar sites religiosos ou não.

O lado positivo seria que todos os computadores viriam com um software que ensinaria às crianças como manusear uma camisinha.

Por outro lado…

Agora vamos supor o contrário, que a educação fosse organizada de acordo com a indústria de computadores — formada por empresas privadas concorrendo em um mercado sem barreiras à entrada, livres de todos os tipos de regulamentações, que não estivessem sujeitas a matérias obrigatórias ou a comissões políticas.  Em suma, por empresas que simplesmente tivessem de competir pela preferência dos pais.

Como as escolas seriam? Parece-me óbvio que:

— O custo da educação cairia ano após ano, com as empresas encontrando maneiras de fornecer educação de qualidade a custos cada vez menores.  E todo o dinheiro que você gasta hoje para pagar pelas escolas públicas através de impostos ficaria integralmente com você, para gastar como achar melhor.

— A concorrência faria com que as escolas tivessem de melhorar ano após ano.  Não dá para fazer previsões, mas é bem possível que as crianças precisassem passar apenas 3 horas por dia na escola para receber uma educação muito superior do que a obtida hoje nas escolas controladas pelo governo.

— As escolas seriam tão mais estimulantes, que as crianças poderiam perfeitamente querer passar várias horas por dia explorando o mundo da matemática, da história, da geografia, da literatura, da redação ou de qualquer outro tema que tenha despertado sua imaginação.

— Dado que não haveria nenhum Ministério da Educação impondo um determinado tipo de currículo para todo o país, não veríamos mais as brigas amargas sobre os conteúdos ministrados, sobre a necessidade ou não de se ensinar religião, “sensibilidade social” e educação sexual; não haveria problemas com a imposição estatal de “kit-gay” ou com a aceitação ou não de professores homossexuais.  Se uma escola quisesse se especializar exclusivamente esportes, por exemplo, caberia aos pais decidir se querem ou não que seus filhos estudem ali.  A liberdade definiria as escolhas.  Não mais haveria as centenas de controvérsias que vemos na educação atual, completamente controlada pelos burocratas do Ministério da Educação.  Se você não gosta do que a escola do seu filho está ensinando, você simplesmente vai atrás de outra melhor — do mesmo jeito que vai atrás de um supermercado que tenha o que você quer.

— Haveria dezenas de opções disponíveis para você — escolas mais severas, escolas com disciplinas especiais, como música e cinema, escolas alternativas e até mesmo escolas que ofereçam um ensino completo sobre o funcionamento do livre mercado e do empreendedorismo, o que iria ajudar seu filho a obter uma vida mais confortável quando crescesse, além de poupar seu cérebro de infecções marxistas.  Algumas escolas poderiam perfeitamente criar um currículo personalizado baseando-se em suas expectativas e nas capacidades de seu filho, ao passo que outras ofereceriam uma educação mais simples a um custo menor para aqueles que precisam economizar.

Temos de agradecer aos céus pelo fato de que nossos computadores e demais aparelhos eletrônicos não são fornecidos pelo estado.  Mas também nunca podemos nos esquecer de como a educação poderia ser muito melhor, mais dinâmica e estimulante, se ela fosse tão livre do estado quanto é a indústria tecnológica.

Imagine um mundo em que os impostos para a educação deixassem de existir, em que a liberdade conduzisse a educação de seus filhos e você pudesse escolher uma escola para eles da mesma maneira que escolhe qual artefato eletrônico quer comprar.

Isso é querer demais?

Leia também: A obrigatoriedade do diploma — por que a liberdade assusta tanto?

Fonte: Instituto Ludwig von Mises Brasil – Harry Browne

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