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Parem de achar que “reacionário” é ofensa

Por Flávio Morgenstern

Gregório Duvivier escreveu nesta semana um artigo na Folha chamado “Moda Reaça”, explicando como deve ser o vestuário dos “reacionários”. Segundo Duvivier, o vestuário reaça é farda verde-oliva do vovô com manchas de sangue, e é preciso ser branco, heterossexual, católico e rico para ser “reaça”.

Por sorte, a Folha explica que Gregório Duvivier merece nos brindar com suas imprescindíveis opiniões por criar o canal de “humor” Porta dos Fundos.

Eu sou especialista em cultura trash, vi todas as temporadas de Beavis & Butt-Head, fiz minha formação moral com Chiclete com Banana, estudo e anoto todos os palavrões que possa aprender com Californication, Angry Video Game Nerd e Olavo Pascucci. Mas eu nunca sei o que são essas coisas como “Porta dos Fundos”, “Malhação”, revista “Contigo” ou artigo do Vladimir Safatle. Isso não é cultura junkie, é o rebotalho da decadência, é platitude para as massas abobalhadas, é palpitaria de shopping, é revolta a favor, é Danoninho pra marmanjo com síndrome de Peter Pan no DCE.

Felizmente a Folha ao menos nos explica por que estamos enfrentando a opinião de alguém tão nitidamente inábil para lidar com o objeto de seu texto. Basta criar um portal de “humor”, o Zorra Total do Youtube, os Teletubbies para gente crescida e voilà, eis a sua coluna semanal na Folha.

De acordo com Gregório Duvivier, a moda “reaça” que descreve é “o último grito do outono fascistão”. O “reaça” é um cara que “se algum viado der em cima dele, ele atira na testa”, mas “transa com travesti” e depois “enche a bicha (sic) de porrada”. É alguém que freqüenta igreja de padre “homofóbico e racista”. A mulher reaça é a que critica periguetes, e quer proibir gorda de sair na rua.

Todos são saudosistas da ditadura e fazem encontro no DOI-Codi – aquele lugar que hoje abriga um memorial da ditadura, por onde Yoani Sánchez passou logo após ser achincalhada por saudosistas da ditadura totalitária cubana, dessa vez sem ser agredida por nenhum jovem “revoluça”, já que ficaria ridículo tentar associar a blogueira dissidente cubana ao mal, quando ela critica todas as ditaduras – e não apenas a menos pior delas. Segundo Gregório Duvivier, o “reaça” anda sempre com soco inglês por aí.

Chegaria a ser engraçado (pela primeira vez na vida de Gregório Duvivier, que nunca conseguiu fazer gente muito inteligente rir) imaginar que ele sabe do que está falando, ao invés de misturar uma carrada de clichês que, ironicamente, estão mais em moda agora do que em 68 – falta pouco pra ele e sua turma se considerarem “proletários”, já que o “sindicato” está cada vez mais sendo trocado pelo poder direto do Estado, com seus Marcos Civis e leis criando privilégios específicos a uns nomeados às custas dos outros.

A moda, na verdade, é chamar tudo o que não atenda à sua exigência de pensamento único de “reaça”. Nada é mais modinha do que isso – sobretudo, na falta de encontrar um “ismo” pra chamar de seu, simplesmente se consideram “progressistas”, já que o Grande Ismo, a ideologia do comunismo – que chamava tudo o que não fosse comunista, justamente, de “ideologia” – saiu de moda, mesmo entre aqueles que não sabem o horror supremo que é Stalin, Holodomor, kolkhoz ou o Gulag. Basta agora ser “de esquerda”.

Na prática, defendendo o mesmo que Mao Zedong em sua Revolução Cultural ou Nicolae Ceaușescu e Kim Il-sung com o “socialismo Juche”, ou Walter Ulbricht com o Muro de Berlim (o “muro antifascista”).

A técnica é simples, qualquer adolescente pereba com preguiça de ler livros de mil páginas sobre esses países distantes consegue aprender: basta chamar aquilo que não for “progressista” e aderente ao pensamento único do Partido no poder de “reaça”, e com toda a sorte de contradições, associar tudo aquilo que for ruim ao “reacionário”: fascismo, racismo, ditadura, homofobia, soco inglês (como se sabe, só comprado por senhoras católicas na Galeria do Rock, nunca por punks black blocs ou invasores de reitoria da USP).

Reacionários, para quem estuda e pesquisa antes de vomitar achismos e opiniões inventadas de estro próprio por aí, são o exato oposto de tudo isso. Os reacionários são aqueles que, ao ver um problema social, desconfiam da solução “revolucionária” de plantão (aumentar o poder do Estado para que ele corrija/proíba/financie) e, imaginando como as coisas reagem, se posicionam contra a concentração de poder nas mãos de uns poucos bem-iluminados que, supostamente, podem “corrigir” o problema. Reacionários são os caras que desconfiam de políticos.

Por isso, os reacionários eram considerados os inimigos das “revoluções” – esta palavra que soa tão agradável a ouvidos desacostumados com a História, que não percebem que toda “Revolução” contra tudo o que está aí resultou no poder absoluto nas mãos de um tirano que simbolizava o pensamento único: a Revolução Francesa decai em Napoleão Bonaparte depois do Terror, a Revolução Russa faz o poder do tsar parecer minúsculo perto de Lenin, Stalin, Kruschev, Andropov e afins, a Revolução Chinesa põe no poder Mao Zedong, que mata sozinho, por métodos que vão do fuzilamento à fome, mais de 70 milhões de pessoas, a Revolução Iraniana, idolatrada por Michel Foucault (que era gay), transforma o ocidentalizado Irã no totalitarismo fechadíssimo de Rūḥollāh Khomeini que enforca gays em praça pública. Todos estes tiranos odiavam os “reacionários” que avisaram: “não faça revolução, vai dar merda…”

Não é engraçado como grandes “pensadores” comunistas, como Idelber Avelar, odeiam que se chame o golpe militar brasileiro de 1964 de “Revolução”? Deveriam era SÓ chamar o golpe de Revolução – também gerou uma concentração de poder e perseguição estatal aos inimigos, não? Revolução de 64, that’s what it is.

Não por outra razão, os “reacionários” eram cantados como alvo de ódio pelos hinos dos dois maiores totalitarismos da história mundial, a Internacional Socialista e o hino nazista, a Canção de Horst-Wessel („Kameraden, die Rotfront und Reaktion erschossen”). “Reacionário” era o epíteto dado aos inimigos dos revolucionários, que queriam o poder total (a marca da era moderna) para “corrigir” a sociedade. Reacionário foi quem se opôs a Lenin, a Mao, a Hitler, a Mussolini, a Khomeini, a Fidel, a Milošević, a Saddam, a Kadafi, a Mugabe, a Kim Il-sung – foram os refratários ao reformismo social pela tirania estatal.

Tem como se ofender com alguém nos chamando de “reacionários” por isso? Tem como não notar a contradição brutal em chamar alguém de reacionário e fascista ao mesmo tempo, quando um era inimigo mortal do outro a ponto de ser cantado como alvo de ódio até no hino nacional e internacional?

Reacionários são os caras que desconfiam dos corações bem intencionados, das cabeças com pouca leitura e dos ânimos exaltadíssimos dos revolucionários por saberem que essas coisas não têm bom resultado. São os chatos que dizem que “protesto” sem foco termina invariavelmente em black bloc matando inocente na rua. Não descobre isso por “preconceito”, e sim por conhecer a história: são os caras que chamam a Revolução Russa de “Revolução”, e também o golpe militar de “Revolução” sem apoiar nenhum dos dois pelo mesmo motivo: terminam em concentração de poder, tirania e repressão aos “anti-revolucionários”. Você já ouviu falar em repressão “anti-reacionária”? Nem eu.

Já o revolucionário acha que os expurgos stalinistas e as mortes de fome em fazendas coletivizadas foram apenas uma festinha que fugiu do controle – ou, caso seja na coletivização de fazendas do Zimbábue pelo socialista Robert Mugabe, amigo de Hugo Chávez, ainda posta foto de africanos morrendo de fome dizendo que é isso que o capitalismo, o livre mercado e a propriedade privada fazem.

O reacionário descobre como as coisas reagem porque pensa como um dos homens mais inteligentes da humanidade, G. K. Chesterton: em seu ensaio The Superstition of School, Chesterton explica que não é esperado que os homens “velhos” sejam reacionários, mas que, com a experiência, saibam que as coisas reajam e como reagem - ao contrário do furor revolucionário, que crê religiosamente que o mundo será moldado passivamente com as suas boas intenções. Se um homem atira num coelho, num velho ou num rei, deve esperar reações dessa ação. É a experiência que faz com que o homem tenha expectativa pelo tranco do revólver antes mesmo de puxar o gatilho em cada um desses de novo para saber o que acontece.

É por isso que David Hume, o cético que é maior expoente do empirismo, lembra que as doutrinas e tradições são conhecimento, e não precisamos atirar nós mesmos em um coelho, um velho ou um rei para descobrir as conseqüências. É por isso que conservadores olham para o passado: para não precisar seguir caminhos que os antigos já sabiam que dariam errado no futuro. É por isso que os conservadores conservam tradições e lêem livros antigos, de Platão a Montaigne, de Shakespeare a Solzhenitsyn – o revolucionário, por outro lado, acredita que suas boas intenções bastam para “consertar” o mundo, sem esperar nenhuma reação da dura realidade.

G. K. Chesterton nos ensina que o homem que acumula a sabedoria das reações não perdeideais, como os jovens costumam crer que os velhos perderam seus sonhos. Pelo contrário: o socialismo ideal, o capitalismo ideal ou qualquer Utopia, mantida pura no mundo das idéias, hagiograficamente virginal ao contato com a realidade, continua sendo sempre ideal. O problema é o real: como é um regime de “reforma agrária” com fazendas e fábricas coletivas na realidade, como é a vida livre da “burguesia” em um mundo real em que cada “burguês” desaparecido é mais um cadáver em uma pilha monstruosa.

Ser reacionário é saber como as coisas reagem. É ter um saber que prevê reações antes mesmo de elas ocorrerem. É o homem que vê conseqüências imprevistas onde o afobado vê motivo para exaltação e ânimo em marcha acelerada. É o homem que, como Prometeu no mito, o primeiro reacionário, vê o mal antes mesmo de ele ocorrer. É, enfim, o homem que não nasceu ontem, que não é seduzido por discursos maviosos de quem quer melhorar o mundo sob mandos da concentração de poder e da proibição do que não gostam e do subsídio ao que gostam. Como se ofender em ser reacionário?

Como setencia Nicolás Gómez Dávila, “El reaccionario auténtico no parte de ideas políticas reaccionarias. A veces llega a ellas.” Quantos, após estudar o que pensam os “reacionários” (e não os lugares-comuns inventados pela própria esquerda), chegaram à conclusão de que o melhor é ser de esquerda?

Você pode reunir toda a esquerda brasileira – Marilena Chaui, Emir Sader, Luiz Flávio Gomes, Leonardo Sakamoto, Cynara Menezes, Brizola Neto, Antônio Cândido, Chico Buarque, Antônio Abujamra, Lola Aronovich, Paulo Henrique Amorim, Luiz Carlos Azenha, Paulo Arantes, PC Siqueira, Alex Castro, Tico Santa Cruz, Luís Nassif, Túlio Vianna, Mino Carta, José Dirceu, Antônio Palocci ou os assassinos de Celso Daniel e Toninho do PT e perguntar o que já estudaram das obras dos maiores intelectuais da direita “reaça” que povoaram o século: Edmund Burke, Russell Kirk, Thomas Sowell, Eric Voegelin, Bernard Lonergan, Roger Scruton, Ludwig von Mises, Erik von Kuehnelt-Leddihn, Ortega y Gasset, Alain Peyrefitte, Anne Applebaum, Roger Kimball, Alain Besançon, Lionel Trilling, Paul Johnson, David Pryce-Jones, Vicente Ferreira da Silva, Theodor Dalrymple, T. S. Eliot, Rosenstock-Huessy, Michael Oakeshott, Irving Babbitt, Ellis Sandoz, Vladimir Bukovsky, Vladimir Tismăneanu, Matei Visniec. A chance de todos eles somados terem estudado 5% das obras mais básicas sobre teoria política “reacionária” é menor do que 1%.

Gregório Duvivier, tentando bancar o cientista político como se fosse Hannah Arendt rediviva, acredita na modinha irrefletida de que reacionários são “saudosistas da ditadura” só porque fazem marcha comemorando a deposição de um dos piores presidentes que o país teve, João Goulart – sem conhecer história e sem saber que o que a Marcha da Família com Deus pela Liberdade original queria eleição no ano seguinte, e os militares, após tomarem o poder sob aplausos populares, traíram essa população, que queria o monumental Carlos Lacerda no poder, e só houve eleição livre dali a 21 anos (erro em que muitos jovens “reaças” também caem).

Basta ver os países admirados pelos “reaças” pra ver se algum deles é uma ditadura militar: a Alemanha de Konrad Adenauer, a Polônia de Lech Wałęsa, a República Checa de Václav Havel, a Inglaterra de Margaret Thatcher, a América de Ronald Reagan. Qual destes países-modelos para os reacionários é uma ditadura, ainda mais uma ditadura militar?

Que tal comparar com o que a esquerda bondosa defende? Cuba, Coréia do Norte, União Soviética, China, Camboja (aquele país em que Noam Chomsky, no New York Times, afirmava que Pol-Pot só tinha matado “um milhar ou outro” de “traidores”, totalizando 24% da população), Irã, os infernais totalitarismos islâmicos que são “coitadinhos” contra Israel (o Egito, a Líbia e a Síria ficam em posição estranha, já que são “vítimas” de Israel, ao mesmo tempo em que a esquerda comemora quando o povo derruba seus líderes na Primavera Árabe), Venezuela, Iraque, Peru… qual desses, stricto sensu, NÃO É uma ditadura militar?

Vários dos grandes reacionários brasileiros, como o brilhantíssimo filósofo Mário Ferreira dos Santos ou o crítico literário Otto Maria Carpeaux, autor da maior História da Literatura do mundo, morreram vociferando contra o golpe de 64 e seu obscurantismo.

Todavia, Gregório Duvivier, que da história só sabe que “a direita reacionária apoiou o golpe” contra Jango, crê que por isso o que reacionários querem é abolir a república e instaurar uma ditadura que fez de tudo e mais um pouco contrários ao que os reacionários pregam. Crê religiosamente que preferir que os militares derrubassem Goulart a transformar o Brasil em Cuba é ter “farda suja de sangue” – graças à ditadura militar brasileira legar 424 mortos em 21 anos.  E que tal dizer que aqueles que queriam instaurar o comunismo cubano nestas paragens têm “roupas sujas de sangue”? Vários pegaram em armas – e mataram! – em nome de uma ditadura que matou 73 mil pessoas em 48 anos, com um único “presidente” depois trocado pelo seu IRMÃO sem consulta popular.

Por que os “não-reacionários”, os ex-guerrilheiros que juram que lutavam pela “democracia” da ditadura do proletariado, não têm as roupas “sujas de sangue”? Por que a esquerda agora sempre apela para o discurso de “não apóio nenhuma ditadura”, mas entre uma ditadura que matou 424 pessoas (a maioria absoluta de armas em punho para instaurar uma ditadura pior) e outra que matou 73 mil e continua matando, critica quem “preferiu”, na falta de opção melhor, a menos assassina?

Por que não diz, afinal, que graças aos militares, apesar de todas as mortes e o estrago, ao menos ainda não somos Cuba? O motivo é óbvio: a esquerda é comunista, e não existe esquerdista que não é comunista. Ele só tem vergonha de admitir que é essa coisa antiquada: comunista.

Se é para ver as mãos “sujas de sangue”, que tal comparar os escritos dos reacionários e daqueles que tratam reacionários como inimigos? Vejamos algumas frases de Che Guevara, líder revolucionário que odiava negros, gays, judeus, proibiu o rock e cabelos compridos, queimou livros, instituiu o trabalho escravo (fora o próprio paredón, matando em um ano, sozinho, mais do que toda a ditadura militar brasileira em duas décadas):

Enlouquecido com fúria irei manchar meu rifle de vermelho ao abater qualquer inimigo que caia em minhas mãos! Minhas narinas se dilatam ao saborear o odor acre de pólvora e sangue. Com as mortes de meus inimigos eu preparo meu ser para a luta sagrada e me junto ao proletariado triunfante com um uivo bestial.

“Não posso ser amigo de quem não compartilha das mesmas idéias que eu”.

“Adoro o ódio eficaz que faz do homem uma violenta, seletiva e fria máquina de matar”.

Ou seu discurso ovacionado na ONU:

Agora as palavras de um reacionário, o nobre Erik von Kuehnelt-Leddihn, homem de conhecimento enciclopédico capaz de ler em mais de 20 línguas e, como bom reacionário austríaco, um fugitivo do nazismo, em seu O Credo do Reacionário:

Como um reacionário honesto, eu naturalmente rejeito o Nazismo, Comunismo, Fascismo e todas as ideologias relacionadas que são, de fato, um reductio ad absurdum da chamada democracia e do “povo no poder”. Eu rejeito os pressupostos absurdos do governo da maioria, do parlamento hocus-pocus, o falso liberalismo materialista da Escola de Manchester e o falso conservadorismo dos grandes banqueiros e industrialistas. Eu abomino o centralismo e a uniformidade da vida em rebanho, o espírito estúpido racista, o capitalismo privado, bem como o capitalismo de estado (socialismo) que contribuíram para a ruína gradual da nossa civilização nos últimos dois séculos. O verdadeiro reacionário desses dias é um rebelde contra os pressupostos prevalecentes e um “radical” que vai até as raízes.

Tem como se ofender em ser chamado de “reacionário”?

Os “formadores de opinião” brasileiros, que desconhecem do séc. XX até mesmo a vida de Stalin ou o mundo além da Cortina de Ferro, acreditando que lá era um reino encantado para onde as pessoas boas vão depois que morrem, usam a própria ignorância como régua para definir o mundo e a moral. Gregório Duvivier não é causa, mas conseqüência da ditadura de pensamento único que se implanta no país. E, claro, perceber essa platificação de pensamento é ser um “extremista”, já que a ditadura de pensamento único não permite, por definição, pensamentos discordantes.

Trata-se de uma estratégia para definir limites do que é permitido pensar. Estar um pouquinho à direita da extrema-esquerda já te torna um “reaça” – basta ler como a feminista ultra-radical Lola Aronovich chama tudo o que não seja planificação totalitária, socialismo acachapante e concentração total de poder no Estado de “reaça”. De conservadores liberais a feministas libertárias, tudo é “reaça”. Integralmente incapaz de estudar obras de ciência política conservadora, basta rotular o alvo de “reaça” e todo o enxame de abelhas assassinas de su@s (como fazer isso com @? s@us? su@s?) leitor@s voa em cima do alvo sem precisar entender o que ele pensa.

A isso se chama hoje “pensamento crítico”, “livre pensar” ou “pensar com a própria cabeça”. É a uniformidade da vida em rebanho, o coletivismo bovinóide, o cult of the sameness tão combatido pelo reacionário Kuehnelt-Leddihn.

Assim como apóiam ditaduras militares e acusam os reacionários de serem saudosistas da ditadura, serem modistas e afirmarem que estão denunciando uma moda, serem sedizentes “críticos” e abraçarem irrefletidamente qualquer -ismo do momento, imputam pensamentos nojentos a seus adversários e admiram quem os leva a cabo, o anti-reaça da última moda também adora defender a “diversidade”, ao mesmo tempo em que odeia toda forma de “desigualdade”, nunca percebendo a contradição brutal no núcleo de sua crença fanática.

Os reacionários não seguem um bloco de pensamento fechado, como crêem e evangalizadoramente querem fazer crer Gregório Duvivier e outros seguidores do pensamento único hegemônico sendo instaurado no Brasil. Kuehnelt-Leddihn, Chesterton, Xavier Zubiri, Miriam Joseph, Mário Ferreira dos Santos, Olavo de Carvalho são pensadores católicos. O grosso dos “reaças” americanos, por óbvio, são protestantes. Alguns, judeus (essa turma que foi vítima do nazismo e que a esquerda odeia pelo mesmo motivo, mas jura que o nacional-socialismo nada tem a ver com socialismo): Dennis Prager, Ben Shapiro, Mark Levin, Michael Medved. Outros são muçulmanos, como René Guénon, Frithjof Schuon ou Hossein Nasr. Alguns são ateus, como S. E. Cupp, P. J. O’Rourke, H. L. Mencken, Jillian Becker.

Foi assim durante toda a história, para quem conhece os fatos antes de engolir o supositório de idéias e disparar a metralhadora da cagação de regra: Eric Voegelin, que não parecia acreditar na transcendência, a defendeu por ser a origem da ordem política e da moral social. René Girard já via no mito bíblico, de Caim a Jesus Cristo, o cerne da sociedade que não precisa mais de “sacrifícios” para se purgar, vendo a realidade do cristianismo tão fortemente quanto teólogos como Bernard Lonergan. Mircea Eliade via na esquerda não mais do que tentativas de reviver Cião através de mentiras, sendo o mais importante mitólogo do mundo. Já Emil Cioran, que viu o socialismo juche na sua própria pele, odiava a Deus e o mundo (literalmente para ambos), tal como se vê no reacionarismo furioso de Arthur Schopenhauer ou no materialismo total de Ayn Rand.

Ser “reaça” é defender o individualismo e a responsabilidade individual perante o coletivo – por óbvio, portanto, que eles discordem bastante entre si. Ronald Reagan era a favor de anistia para imigrantes ilegais. William F. Buclkey Jr. era a favor da legalização das drogas (como o são todos os “libertários”). Barry Goldwater era a favor da descriminalização do aborto. Ser “reaça” é defender a liberdade de pensamento individual – por exemplo, alguém não defender o casamento gay porque acredita que o casamento é instituição de formação da sociedade, e acredita que não se deve tratar como “casamento” uma união que não é formação de família.

Já ser de esquerda, sim, é pensar em bloco: se você é de esquerda, obrigatoriamente tem de ter as mesmas opiniões do coletivo sobre aborto, casamento gay, drogas etc da patotinha. Discordar em um ponto é “preconceito obscurantista”. Sempre que alguém apresenta argumentos contra o pensamento único dos “anti-reaças”, os rebanhistas imediatamente dizem que são pessoas poderosas e malévolas querendo defender os seus “privilégios”: o reaça, seja no artigo “Moda Reaça” de Gregório Duvivier, seja em “A Vida dos reaças” de Murilo Silva, no site Fora de Foco, seja em “Como se vestir como um direitista”, na revista Vice, é sempre retratado como branco, rico, heterossexual e católico.

Para não encarar a profundidade absolutíssima das filosofias de Eric Voegelin, Louis Lavelle ou Bernard Lonergan, dizem que o reaça é o “Almeidinha” ou o “Ricardinho” – o que trai a verdade latente, já que “reaças” costumam é vir das classes baixas (tão defendidos por G. K. Chesterton), enquanto é raríssimo ver um esquerdista sem um sobrenome como “Salvatti” ou “Hoffmann”.

Thomas Sowell, Walter Williams, Herman Cain, E.W. Jackson são negros (tal como Martin Luther King pai, que era um devoto cristão odiador do Partido Comunista). Russell Kirk, ostentador de 12 doutorados honoris causa, veio da pobreza – tal como Eric Voegelin, que foi aprender os hieróglifos egípcios para entender a ordem política grega e sua correlação de crise alexandrina com a crise medieval e o gnosticismo político de Marx a Hitler, chegou a passar fome para poder estudar. Thomas Sowell vivia tão enfurnado na comunidade negra que até anos avançados de sua infância não sabia que amarelo poderia ser uma cor de cabelo. Andrew Sullivan é gay, tal como Robert Bauman, Michael Huffington ou nosso Guy Franco (e como não lembrar daquele propaganda da campanha eleitoral de Marta Suplicy perguntando se Kassab é casado e tem filhos?).

Quer ver um direitista pobre? Fale com Marco Mattei, gari italiano que vivia com a família num subúrbio e teve o apartamento no terceiro andar incendiado por Achille Lollo, da organização terrorista de extrema-esquerda Potere Operaio (dá pra ver como gostam das classes baixas). No incêndio, um dos seis filhos de Mattei ficou preso no quarto, enquanto duas filhas pulavam pelo balcão. Um filho resolveu voltar para tentar salvar o irmão menor e ambos morreram abraçados e carbonizados. O caso ficou conhecido como “Rogo di Primavalle” (incêndio de Primavelle) na Itália. Achille Lollo fugiu para a Argélia e depois para o Brasil, onde foi um dos fundadores do PSOL, junto com Heloísa Helena. Outro terrorista italiano fugitivo, o mais conhecido Cesare Battisti, também fugiu após assassinar quatro pessoas, entre elas um carcereiro (que não deve ganhar muito).

Quem são os “ricos brancos heterossexuais católicos” Almeidinhas, se não os ricaços da esquerda caviar como Gregório Duvivier? Quem é que usa “soco inglês” e “enche de porrada” quem discorda deles por aí?

Quem é preconceituoso e vive de senso comum? Quem segue modinhas e quem é crítico? Quem é paranóico e quem vê a realidade do pensamento único? Quem defende planificação e ditadura e quem luta contra isso em prol da diversidade?

No desespero, além de falar em “soco inglês”, também pode-se apelar para “direitistas” extremistas – sobretudo o ultra-nacionalista norueguês Anders Breivik, que assassinou 77 pessoas em um único dia, sobretudo atirando em um acampamento para jovens do Partido Trabalhista norueguês. Breivik foi repudiado pelos nazistas noruegueses, como Vark Vikernes (“não é matando a juventude com o nosso sangue que vamos fazer algo!”) e, claro, por TODOS os reacionários NO MUNDO.

Você já viu algum “reaça” por aí usando Breivik como exemplo, herói, norte moral ou ideal de ação política? Agora você já viu algum esquerdista com camiseta de Che Guevara, alguém se dizendo “socialista morena”, alguém achando bonito fazer “bloco soviético”, ou dizendo que o problema é o socialismo “real” (não diga!)?

O que querem é associar todos os não-comunistas com o único extremista sem amigos que encontram – assim, não aderir ao pensamento único hegemônico da esquerda tão bondosa é ser um extremista com “manchas de sangue” na roupa do armário.

É o moralismo capenga do progressismo: define-se limites para o que pode ser pensado, através de conceitos pedestres: associa-se fascismo à “extrema-direita” (termo que os fascistas nunca usaram para se auto-definirem), diz-se que então os progressistas são opositores do fascismo e da direita, ao mesmo tempo em que também odeiam judeus e Israel (bar mitzvah é considerado “reaça” demais em um dos textos), e detestam o liberalismo e o capitalismo, dizendo que quanto mais liberal, mais é “reaça” e de direita, crendo que extrema-direita é a hiper-privatização, ao mesmo tempo em que a vida dissociada do Estado é associada com o fascismo Tutto nello Stato, niente al di fuori dello Stato, nulla contro lo Stato - e se você aponta qualquer contradição nisso, você é que não sabe brincar com esses conceitos chulé, você que é fanático obscurantista, você que não conhece a complexa realidade da mentalidade esquerdista – tão bem descrita por Lionel Trilling em seu clássico The LIberal Imagination.

Assim se cria a conceitofobia, o medo primevo e brutal de conceitos mais sólidos do que o lugar-comum da linguagem banal do dia-a-dia, conceitos que vão além dos limites do que é permitido pensar e do que é anátema, pecaminoso, sujo, proibido.

É a “fé metástica” de que nos fala Eric Voegelin: a fé que odeia a realidade, tendo mais amor pela opinião (filodoxia) do que amor ao saber (filosofia) e que quer reformar toda a estrutura da realidade – para tal, não pode senão repudiar a realidade com medo dela, achando-se por isso “crítico” do que é simplesmente verdadeiro.

Cria-se a resposta fácil para tudo: “sou crítico porque não leio revista Veja, não leio Reinaldo Azevedo, não leio Rodrigo Constantino e não leio Olavo de Carvalho”, já que ler algo do qual se discorda certamente causará câncer radioativo, e não se deve se misturar com essas coisas horrendas da direita reacionária nem por brincadeira – vai que alguém se torne minimamente mais reaça ao inventar de ler a Teoria dos Quatro Discursos aristotélicos do Olavo, os horrores e malversações públicas denunciados n’O País dos Petralhas de Reinaldo ou a ridicularização da Esquerda Caviar por Constantino? Não, é preciso passar longe e associá-los sempre ao pior, ter medo de encostar na capa dos livros e virar pó (o que nenhum reaça faz com livros de esquerda) – uma velhinha fanática religiosa queimando os discos do AC/DC do filho não conseguiria fanatismo maior.

Hello-o, companheirada! Nós já conhecemos essa logorréia repetitiva da esquerda! Nós já cansamos de Chomsky, Foucault, Sartre, Deleuze, Dworkin, Adorno, Gramsci, Alinsky, Habermas, Rorty e Butler! Nós não somos de esquerda porque estamos mal informados da realidade: vocês é que têm ódio dos reaças por só lerem preconceito contra eles – e nunca eles próprios!

Conclusão intempestiva

Como se vê, ser reacionário exige experiência, conhecimento de causalidade, a “prudência” na política que nos pedem de Aristóteles a Russell Kirk – aquele cara que tentou elencar Dez livros conservadores pra serem lidos, já que ser conservador exige uma vida de leituras, e não apenas macaquear um Das Kapital ou algum livrinho com pretensão de reunir todo o conhecimento da humanidade, do Céu e da Terra em alguns princípios gerais a serem repetidos bovinamente pelos rebanhistas de plantão (total destes livros lidos por formadores de opinião, professores universitários, jornalistas que falam de política 25 horas por dia e boçais da palpitaria política nas colunas sociais do Brasil: zero).

Ser “reaça” é apenas saber das coisas, e não querer moldar os outros conforme a sua imagem e semelhança – o que fazem de Lenin com suas fazendas coletivas a Kim Jong-un exigindo o mesmo corte de cabelo para toda a Coréia do Norte (ou Pol-Pot, mandando ser morto por crocodilos quem fosse alfabetizado ou usasse óculos). Ser reaça é ser contra aqueles regimes onde você pode sair fuzilando quem discorda de você.

Mas eu não me incomodaria se Gregório Duvivier me xingasse de alguma coisa séria. Me chamar de idiota, bobo, cara de melão – ou, como o modismo do pensamento único agora exige, de coxinha, de fascista, de extremista, de olavete. Isso, partindo de um cara cuja obra intelectual mais profunda é o Zorra Total do Youtube só pode significar que estou incomodando as pessoas certas.

Quando Marilena Chaui chama a classe média de “fascista”, de “reacionária”, de “terrorista” (sic), ela só recai naquilo que Ben Shapiro afirma sobre os valentões, os bullies da esquerda americana: não faz sentido chamar um membro da KKK (esquerdista, ao contrário do que dizem) de “racista”, nem um figurão da Waffen SS de “nazista” tentando ofendê-los. Isso é o que eles são.

A esquerda chama todo mundo de quem discorda de “racista”, de “homofóbico”, de “fascista” justamente porque sabe que os xingados odeiam racismo, homofobia, fascismo – e se calarão quando tiverem sua opinião associada a estas coisas das quais têm nojo mortal (vide Kuehnelt-Leddihn acima). Se fossem de fato racistas, homofóbicos ou fascistas as pessoas simplesmente diriam “Sim” e continuariam na mesma. Não é o que a esquerda planeja.

O problema mesmo é Gregório Duvivier querer me ofender me chamando de “reacionário”, devido à sua própria ignorância em relação ao termo. Aí não dá. Porque eu tomo como o elogio que é. O que há de tão ofensivo em saber como as coisas reagem? Em ser inimigo mortal de nazistas, comunistas e totalitarismos islâmicos homofóbicos e misóginos? Em ser contrário à concentração de poder, ao reformismo rebanhista, à planificação econômica, à mesmice cultural?

Eu tenho uma reputação a zelar. Como poderei sair na rua, se as pessoas resolverem apontar pra mim e dizer: “Olha lá, é o cara que o Gregório Duvivier elogiou!” PUTA MADRE! Precisarei fugir do país, de uma plástica como a do Dirceu, trocar de nome, sobrenome, tentar apagar minhas memórias com elevadas sessões de psiquiatria pesada. Os danos morais não podem ser cobertos por nenhuma indenização.

Pelamor, revoluças que não vêem nada demais em alguém admirar um facínora como Che Guevara (um idealista! um crítico social! um mundomelhorista!) e querem associar tudo o que é ruim a quem discorda de vocês de “saudosistas da ditadura”, numa maçaroca homogênea e platiforme como vocês próprios pensam: xinguem de outras coisas, mas não tratem “reacionário” como ofensa.

Ser reaça é mó legal – basta parar de querer ter auto-estima apenas através do grupinho, jurando que com isso é “crítico” e auto-pensante. É saber que o mundo não tem soluções fáceis e prontas, e que há muito mais livros a serem estudados demoradamente antes de tirar conclusões apressadas do que jamais sonharam nossos progressistas.

Basta apenas se acostumar a ser xingado de fascista, de saudosista da ditadura, de branco, de rico, de homofóbico, de católico, de racista, de nazista e de usar soco inglês por gente como Gergório Duvivier – e, claro, ser xingado de “fascista” por gente que quer tudo dentro do Estado, tudo para o Estado, bem ao contrário de você.

Mas, acredite: nada dói mais do que ser “xingado” de “reacionário” por pessoas que querem nos ofender, mas nos elogiam sem perceber.

Fonte: Implicante.org

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Refutando o marxismo: o valor subjetivo

Por Rodrigo Constantino

O valor subjetivo

“A soma do conhecimento de todos os indivíduos não existe em lugar algum como um todo integrado.” (Hayek)

O que forma o valor de um determinado produto? Para muitos, o valor natural na troca é determinado pelos custos relativos de produção. Ao menos é o que sustenta a economia clássica. Pode-se notar esta visão objetiva do valor tanto em Adam Smith como em Karl Marx, que disso extraiu o conceito de “mais-valia”. O economista James Buchanan fez um profundo estudo sobre o tema em seu livro Custo e Escolha, analisando inúmeras visões distintas para chegar à sua conclusão. Vamos passar por algumas dessas análises.

Partindo de Adam Smith, tem-se que um castor deveria ser trocado por ou ter o valor de dois cervos, caso matá-lo custasse o dobro do trabalho de matar um cervo. Esta visão não é apenas extremamente simplista, ela é errada. O preço, que é um valor realizado de troca, não só pode divergir como realmente divergirá do valor do custo realizado.

Esta teoria ignora um componente crucial da formação de preços, que é a demanda, sempre subjetiva. Ora, não importa quanto custa construir uma fábrica de gelo no Alaska, o valor desse produto será muito baixo por lá. Afinal, não há muita utilidade para gelo nas redondezas.

A introdução da teoria de utilidade marginal iria revolucionar a teoria de valor após 1870. Segundo os teóricos da utilidade marginal, o valor de troca é, em todos os casos, determinado pela utilidade marginal, pela demanda. A oferta é fixa no ponto de troca do mercado, portanto, os valores relativos ou preços são estabelecidos exclusivamente através das utilidades marginais relativas.

Os valores seriam fixados à margem, o que resolve o paradoxo do diamante ser mais caro que a água, apesar da utilidade maior desta. O valor em uso e o valor em troca já não eram mais possivelmente contraditórios. Para Buchanan, “nascia então o cálculo econômico”.

A economia da utilidade marginal geralmente é denominada de “economia do valor subjetivo”, em contrapartida à teoria clássica de custo de produção, que era objetiva, no sentido em que se supunha que as mensurações externas dos custos comparativos fossem capazes de gerar prognósticos sobre o valor normal de troca de mercadorias.

Enriquecendo ainda mais a teoria de valor subjetivo, os economistas austríacos desenvolveram ensaios convincentes sobre o assunto, especialmente Mises e Hayek. Para Buchanan, “a teoria econômica de um modo geral certamente poderia ter evitado várias confusões modernas se os ensaios de Hayek tivessem tido maior disseminação e compreensão mais ampla”.

Em um estudo de 1937, ele já tinha enunciado as características fundamentais da metodologia subjetivista. A economia subjetivista representa uma negação expressa da objetividade dos dados que norteiam a escolha econômica. O indivíduo que faz a escolha seleciona determinadas opções preferidas segundo seus próprios critérios. Isso bate de frente com os modelos de “equilíbrio” dos neoclássicos, que tendem a tratar a informação de uma forma objetiva.

Para os austríacos, custo é o valor subjetivo que o agente atribui aos fins aos quais renuncia quando decide empreender um determinado curso de ação. Não existem, portanto, custos objetivos que tendam a determinar o valor dos fins. Como explica Jesús Huerta de Soto em sua obra sobre a Escola Austríaca: “São os preços dos bens finais de consumo, como materialização no mercado das avaliações subjetivas, que determinam os custos nos quais se está disposto a incorrer para produzi-los, e não ao contrário como tão freqüentemente dão a entender os economistas neoclássicos nos seus modelos”.

Mises, em seu clássico Human Action, resume de forma brilhante: “Os custos são iguais ao valor vinculado à satisfação que se deve sacrificar para alcançar a meta visada”. Custo é um fenômeno de avaliação pessoal, e não algo independente dos agentes de mercado.

James Buchanan lamenta o relativo ostracismo dessas idéias: “O conceito de custo de oportunidade – que surgiu em decorrência das abordagens de bom senso e dos austríacos subjetivistas –, o conceito que floresceu por duas décadas na escola inglesa, parece ter sido derrotado em sua luta por um lugar entre os paradigmas da economia moderna”.

Não é fácil explicar esse triste fato. A argumentação não foi refutada e, conforme concorda Buchanan, “permanece válida”. Buscar a ressurreição dessa sólida, porém ignorada teoria, é o objetivo de Buchanan ao escrever o livro. O custo de qualquer escolha tem múltiplas dimensões. O custo previsto influencia a escolha, e a escolha feita irá definir o custo. O valor atribuído pelo indivíduo às alternativas preteridas ao fazer uma escolha será crucial na formação final do custo, e tal valor é subjetivo.

Essa noção tem profundo impacto em diversos ramos da economia, incluindo a escolha dos gastos públicos, ou a mentalidade de que lucro empresarial é a exploração do trabalhador. O preço, ou valor de um produto, incluindo o salário, não é algo que possa ser obtido de forma objetiva, ignorando-se as preferências subjetivas dos agentes econômicos.

Logo, o verdadeiro “equilíbrio” será atingido sempre que as partes realizam uma troca voluntária, já que naquele determinado momento, julgam-na mutuamente benéfica. O valor é subjetivo, e por isso as escolhas voluntárias dos indivíduos são o mecanismo mais eficiente de transmissão de informação na economia. Com base nisso que os austríacos já tinham mostrado a impossibilidade de cálculo racional numa economia socialista.

Não existe modelo econométrico, por mais complexo que seja, que possa substituir a informação das preferências subjetivas, pulverizada em milhões de indivíduos. A Gosplan, na falida União Soviética, pode atestar na prática essa teoria. Somente a livre formação de preços, obtida pelo funcionamento do mercado sem manipulação por parte do governo, pode garantir a verdadeira eficiência da economia.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/economia/refutando-o-marxismo-o-valor-subjetivo/

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Refutando o marxismo: a falácia do polilogismo

Por Rodrigo Constantino

A falácia do polilogismo

“A humanidade precisa, antes de tudo, se libertar da submissão a slogans absurdos e voltar a confiar na sensatez da razão.” (Mises)

Em 1944, o economista Ludwig von Mises escreveu Omnipotent Government, onde explica o crescimento da idolatria ao Estado que levou ao nazismo na Alemanha, fomentando um ambiente de guerras ininterruptas. Em uma parte do livro, Mises explica uma das coisas que os nazistas pegaram emprestado do marxismo: o polilogismo.

Até a metade do século XIX, ninguém contestava o fato de que a estrutura lógica da mente é comum a todos os seres humanos. “Todas as inter-relações humanas são baseadas na premissa de uma estrutura lógica uniforme”, diz Mises. Podemos nos comunicar justamente porque apelamos a algo comum a todos, a estrutura lógica da razão.

Claro que alguns homens podem pensar de forma mais profunda e refinada que outros, assim como algumas pessoas não conseguem compreender um processo de inferência em longas cadeias de pensamento dedutivo. Mas isso não nega a estrutura lógica uniforme. Mises cita como exemplo alguém que pode contar apenas até três, lembrando que mesmo assim sua contagem, até seu limite, não difere daquela feita por Gauss ou Laplace.

É justamente porque todos consideram este fato inquestionável que os homens entram em discussões, trocam idéias ou escrevem livros. Seria simplesmente impossível uma cooperação intelectual entre os indivíduos sem isso. Os homens tentam provar ou refutar argumentos porque compreendem que as pessoas utilizam a mesma estrutura lógica. Qualquer povo existente reconhece a diferença entre afirmação e negação, pode entender que A não pode ser, ao mesmo tempo, o contrário de A.

No entanto, apesar de esse fato ser bastante evidente, ele foi contestado por Marx e pelos marxistas, entre eles o “filósofo proletário” Dietzgen. Para eles, o pensamento é determinado pela classe social da pessoa, e o pensamento não produz verdades, mas ideologias. Para os marxistas, os pensamentos não passam de um disfarce para os interesses egoístas da classe social a qual esse pensador pertence.

Nesse contexto, seria inútil discutir qualquer coisa com pessoas de outra classe social. O que se segue disso é que as “ideologias não precisam ser refutadas por meio do raciocínio discursivo; elas devem ser desmascaradas através da denúncia da posição da classe, a origem social de seus autores”. Se uma teoria científica é revelada por um burguês, o marxista não precisa atacar seus méritos. Basta ele denunciar a origem burguesa do cientista.

O motivo pelo qual os marxistas buscaram refúgio no polilogismo pode ser encontrado na incapacidade de refutação por métodos lógicos das teorias econômicas “burguesas”. Quando o próprio Mises demonstrou que o socialismo seria impraticável pela impossibilidade de cálculo econômico racional, os marxistas não apontaram qualquer erro em sua análise lógica. Preferiram apelar para o estratagema do polilogismo, fugindo do debate com a desculpa de que sua teoria era uma defesa dos interesses de classe.

O sucesso dessa tática marxista foi incrível, sem precedentes. Foi usado como “prova” contra qualquer crítica racional feita ao marxismo e sua pseudoeconomia. Isso permitiu um crescimento assustador do estatismo moderno.

Conforme Mises lembra, “o polilogismo é tão intrinsecamente sem sentido que ele não pode ser levado consistentemente às suas últimas conseqüências lógicas”. Nenhum marxista foi corajoso o suficiente para tentar fazer isso. Afinal, o princípio do polilogismo levaria à inferência de que os ensinamentos marxistas não são objetivamente verdadeiros, mas apenas afirmações “ideológicas”.

Os marxistas negam essa conclusão lógica de sua própria postura epistemológica. Para eles, sua doutrina é a verdade absoluta. São completamente inconsistentes. O próprio Marx não era da classe dos proletários. Mas para os marxistas, alguns intelectuais conseguem se colocar acima desse paradoxo. Os marxistas, claro. Não é possível refutar isso, pois se alguém discorda, apenas prova que não faz parte dessa elite especial, capaz de superar os interesses de classe e enxergar além.

Os nacionalistas alemães tiveram que enfrentar o mesmo tipo de problema dos marxistas. Eles não eram capazes de demonstrar suas declarações ou refutar as teorias econômicas contrárias. “Logo”, explica Mises, “eles buscaram abrigo sob o telhado do polilogismo, preparado para eles pelos marxistas”. Algumas mudanças foram necessárias para a adaptação, mas a essência é a mesma. Basta trocar classe por nação ou raça, e pronto.

Cada nação ou raça possui uma estrutura lógica própria e, portanto, sua própria economia, matemática ou física. Pela ótica marxista, pensadores como Ricardo, Freud, Bergson e Einstein estavam errados porque eram burgueses; pela ótica nazista, eles estavam errados porque eram judeus. O coletivismo, seja de classe ou raça, anula o indivíduo e sua lógica universal.

Tanto o polilogismo marxista como o nacional-socialista se limitaram à afirmação de que a estrutura lógica da mente é diferente para as várias classes ou raças. Nenhum deles tentou elaborar melhor isso, tampouco demonstrar como exatamente ocorria tal diferença. Nunca entraram nos detalhes, preferindo, ao contrário, concentrar o foco na conclusão.

No fundo, o polilogismo tem todas as características de um dogma. Se há divergência de opinião dentro da própria classe ou raça, ele adota um mecanismo peculiar para resolver a questão: os oponentes são simplesmente tratados como traidores. Para os marxistas e nazistas, existem apenas dois grupos de adversários: aqueles errados porque não pertencem à mesma classe ou raça, e aqueles oponentes da mesma classe ou raça que são traidores. Com isso, eles ignoram o incômodo fato de que há dissensão entre os membros da sua própria classe ou raça.

Deixo os comentários finais com o próprio Mises: “O polilogismo não é uma filosofia ou uma teoria epistemológica. Ele é uma atitude de fanáticos limitados, que não conseguem imaginar que alguém pode ser mais razoável ou inteligente que eles mesmos. O polilogismo também não é científico. Ele é a substituição da razão e da ciência por superstições. Ele é a mentalidade característica de uma era do caos”.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/cultura/refutando-o-marxismo-a-falacia-do-polilogismo/

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Refutando com Bohm-Bawerk a teoria da exploracao marxista

Por Rodrigo Constantino

A teoria da exploração

“O sistema econômico marxista, tão elogiado por hostes de pretensos intelectuais, não passa de um emaranhado confuso de afirmações arbitrárias e conflitantes.” (Ludwig Von Mises)

Poucas teorias exerceram tanta influência como a teoria socialista de juro, ou mais conhecida como “teoria da exploração”. De forma resumida, ela diz que todos os bens de valor são produtos do trabalho humano, mas que o trabalhador não recebe o produto integral do que produziu, pois os capitalistas tomam para si parte do produto dos trabalhadores.

O juro do capital consistiria, pois, numa parte do produto de trabalho alheio que se obtém através da exploração da condição de oprimidos dos trabalhadores. Os dois grandes expoentes dessa teoria foram Rodbertus e Marx, e um dos primeiros economistas a apresentar uma sólida refutação dela foi o austríaco Eugen Von Böhm-Bawerk.

Mises definiu a sua obra como “a mais poderosa arma intelectual que se tem para a grande batalha da vida ocidental contra o princípio destrutivo do barbarismo soviético”. Segue um resumo dos principais pontos abordados por ele, com especial foco na teoria marxista.

Um dos primeiros pontos onde se pode atacar essa teoria é no que diz respeito à afirmação de que todos os bens, do ponto de vista econômico, são apenas produtos de trabalho. Se fosse verdade que um produto vale somente aquilo que custou de trabalho para produzi-lo, as pessoas não iriam atribuir um valor diferente a um magnífico barril de vinho de uma região nobre vis-à-vis o vinho de outra região pior. Uma fruta achada não teria valor algum também.

Outro ponto importante é que a teoria comumente ignora a diferença entre valor presente e valor futuro, como se fosse indiferente consumir um bem agora ou daqui a dez anos. O trabalhador deveria receber, segundo os seguidores de Rodbertus, o valor total do produto. Mas eles esquecem que o produto pode levar tempo para ser produzido, e o salário de agora tem que refletir esse custo de espera, sendo, portanto, menor que o valor futuro do bem.

Böhm-Bawerk diz sobre isso: “O que os socialistas desejam é, usando das palavras certas, que os trabalhadores recebam através do contrato de trabalho mais do que trabalharam, mais do que receberiam se fossem empresários, mais do que produzem para o empresário com quem firmaram contrato de trabalho”.

Partindo mais especificamente para a teoria marxista, acredita-se que o valor de toda mercadoria depende unicamente da quantidade de trabalho empregada em sua produção. Marx dá mais ênfase a esse princípio do que Rodbertus. Marx vai direto ao ponto em sua obra O Capital: “Como valores, todas as mercadorias são apenas medidas de tempo de trabalho cristalizado”.

No limite, uma fábrica de gelo construída no Alaska teria o mesmo valor que uma fábrica de gelo construída no mesmo tempo e pela mesma quantidade de trabalho no deserto do Saara. A teoria marxista de valor ignora totalmente o fator de subjetividade e utilidade do lado da demanda. Ela não leva em conta que o fato de trabalho árduo ter sido empreendido não é garantia de que o resultado terá valor pela ótica do consumidor.

Ou, ao contrário, ignora que muitas vezes pouco esforço ou trabalho pode gerar algo de muito valor para os outros, como no caso de uma idéia brilhante. Isso sem falar da diferença de produtividade entre as pessoas, pois é difícil imaginar quem diria que uma hora de trabalho de um grande artista é equivalente a uma hora de trabalho de um simples pintor de parede. Se fosse preciso a mesma quantidade de tempo para caçar um gambá fétido e um cervo, alguém diria que eles valem a mesma coisa?

Böhm-Bawerk demonstra os erros de metodologia de Marx em sua teoria. Na busca do fator “comum” que explicaria o valor de troca, Marx elimina todos os casos que não correspondem àquilo que ele pretende “provar”. O objetivo, desde o começo, é só colocar na peneira aquelas coisas trocáveis que têm a característica que ele finalmente deseja extrair como sendo a “característica comum”, deixando de fora todas as outras que não têm.

Böhm-Bawerk diz que ele faz isso como alguém que, “desejando ardentemente tirar da urna uma bola branca, por precaução coloca na urna apenas bolas brancas”. Excluir então os bens trocáveis que não sejam bens de trabalho seria um pecado mortal metodológico. Procedendo desta forma, ele poderia ter usado praticamente qualquer característica, concluindo talvez que o peso é o fator comum que explica o valor de troca. Böhm-Bawerk conclui: “Expresso minha admiração sincera pela habilidade com que Marx apresentou de maneira aceitável um processo tão errado, o que, sem dúvida, não o exime de ter sido inteiramente falso”.

Para Marx, a “mais-valia” seria uma conseqüência do fato de o capitalista fazer o trabalhador trabalhar para ele sem pagar uma parte do trabalho. Na primeira parte do dia, o trabalhador estaria trabalhando para sua subsistência, e a partir disso haveria um “superávit de trabalho”, onde ele seria explorado, trabalhando sem receber por isso.

Marx diz então: “Toda a mais-valia, seja qual for a forma em que vá se cristalizar mais tarde – lucro, juro, renda etc. – é, substancialmente, materialização de trabalho não pago”. Por esta estranha ótica marxista, um capitalista dono de uma barraca de pipoca que contrata um assistente é um explorador, enquanto um diretor assalariado contratado pelos acionistas de uma grande multinacional é um explorado.

Böhm-Bawerk não duvidava de que Marx estivesse sinceramente convencido de sua tese. Mas os motivos de sua convicção seriam, segundo o austríaco, diferentes daqueles apresentados em seus sistemas. Marx, diz ele, “acreditava na sua tese como um fanático acredita num dogma”. Jamais teria alimentado dúvida honesta pelo sistema, questionando de verdade a sua lógica e buscando contradições que derrubassem a teoria. Böhm-Bawerk diz: “Seu princípio tinha, para ele próprio, a solidez de um axioma”.

Afinal, um pouco mais de bom senso e escrutínio não deixaria pedra sobre pedra da teoria marxista de valor. Em primeiro lugar, todos os bens “raros” são excluídos do princípio do trabalho. Nem mesmo um marxista tentaria defender que um quadro de Picasso vale somente o tempo de trabalho. Em segundo lugar, todos os bens que não se produzem por trabalho comum, mas qualificado, são considerados exceção também.

Somente essa exceção já abrange quase todos os casos reais de trabalho, onde cada vez mais a divisão especializada leva ao aprimoramento do trabalho qualificado. No fundo, essas exceções “deixam para a lei do valor do trabalho apenas aqueles bens para cuja reprodução não há qualquer limite, e que nada exigem para sua criação além de trabalho”. E mesmo nesse campo restrito existirão exceções!

Logo, a tal “lei” marxista que tenta explicar o valor de troca de todos os bens não passa, na prática, de uma pequena exceção de alguma outra explicação qualquer. Essa “lei”, não custa lembrar, é um dos mais importantes alicerces das teorias marxistas. Ainda assim, os marxistas ignoram as “exceções” da teoria e defendem sua universalidade, negando a resposta quando se trata de troca de mercadorias isoladas, justamente onde uma teoria de valor se faz necessária. Para tanto, abusam de inúmeras falácias conhecidas, já que quando os fatos contrariam a teoria, preferem mudar os fatos.

Não obstante as gritantes falhas do pensamento marxista e sua teoria de valor, nenhuma outra doutrina influenciou tanto o pensamento e as emoções de tantas pessoas. Uma multidão encara o lucro como exploração do trabalho, o juro como trabalho não pago pelo parasita rentier etc. Para Böhm-Bawerk, a teoria marxista sobre juros conta com erros graves como “presunção, leviandade, pressa, dialética falseada, contradição interna e cegueira diante dos fatos reais”.

A razão para que tanto absurdo tenha conquistado tanta gente está, segundo Böhm-Bawerk, no fato de acreditarmos com muita facilidade naquilo em que desejamos acreditar. Uma teoria que vende conforto e promete um caminho fácil para reduzir a miséria, fruto apenas dessa “exploração”, conquista muitos adeptos.

Segundo Böhm-Bawerk, “as massas não buscam a reflexão crítica: simplesmente, seguem suas próprias emoções”. Acreditam na teoria porque a teoria lhes agrada. O economista conclui: “Acreditariam nela mesmo que sua fundamentação fosse ainda pior do que é”.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/socialismo/refutando-com-bohm-bawerk-a-teoria-da-exploracao-marxista/

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Explicando os termos usados pela esquerda

Quando os esquerdopatas discutem com pessoas que pensam diferente deles, mesmo aquelas que são de centro, ou até mesmo as apartidárias, e essas pessoas RESISTEM e contrariam os pensamentos, as iniciativas ou as investidas do movimento revolucionário (os caras da esquerda) ficam DESESPERADOS, dão chilique, ficam putos da vida, raivosos, espumando a boca, e vem vociferando e babando pra cima de quem ousou desafiá-los ou questioná-los.

Dessa reação violenta da esquerda antidemocrática, que não suporta as divergências, sempre se segue uma enxovalhada de adjetivos “honrosos” contra aqueles que eles odeiam, ou despertaram sua fúria.

Os principais xingamentos e acusações são os seguintes:

1 – “extrema direita”; 2 – “ultraconservador”; 3 – “reacionário”; 4 – “burguês”; 5 – “fascista”; 6 – “nazista”; 7 – “racista”; 8 – “machista”; 9 – “homofóbico”; 10 – “lacaio do grande capital” ou “imperialista”; 11 – “agente da CIA” ou “agente do Mossad”; 12 – “olavete”; Etc…

Estes são os xingamentos ou acusações mais comuns. Existem muito mais, é claro, mas aí, vai da cultura e do grau de má índole de cada indivíduo.
No geral, o comportamento, o vocabulário e o linguajar, são esses. Isso é praxe no mundo inteiro, visto que o movimento comunista/socialista é MUNDIAL, seguem as orientações de Moscou, através da organização chamada “INTERNACIONAL SOCIALISTA”, assim como existe na América Latina o tal “Foro de São Paulo”.

Neste presente artigo vou explicar e refutar as baboseiras e as distorções do vocabulário, mostrando como são mentirosos e manipuladores da opinião pública, que só conseguem manipular devido à grande ignorância do povo em questões políticas. Se o povo mais instruído, menos idiotizado, e tivesse um mínimo de inteligência e de bom senso, não haveria necessidade desse artigo, mas como a massa, o grosso desse povo ***** são um bando de alienados, que embarcam nessa conversinha esquerdopática, e engolem essa lenga-lenga, então sou obrigado a ter de desconstruir palavra por palavra, ideia por ideia, argumento por argumento, e depois construir do zero, erguendo o entendimento correto, retificando a situação, e colocando cada coisa no seu devido lugar.

Vamos vacinar intelectualmente esse povo *******. Seguirei a ordem dada acima.

1 – “extrema direita”

Essa expressão traduz ou exprime aquele sentimento de MEDO, de TERROR, de ESPANTO, ao mesmo tempo de REPULSA por um grupo ou pessoa que representa uma AMEAÇA, um ATENTADO contra a ordem, contra a legalidade, contra o bom senso, contra a humanidade, ou contra os direitos humanos.

A palavra “extrema” nesse termo quer dizer que tal grupo ou pessoa em questão, são RADICAIS, INTOLERANTES, RAIVOSOS, PERIGOSOS, etc… pessoas ou grupos que oferecem riscos, de alguma maneira, e que estão sempre a espreita, aguardando a oportunidade de agir.

Antes, porém, é preciso entender o que seria “direita”, no conceito esquerdopata, e DIREITA propriamente dita. Os conceitos de “direita” e “esquerda” nasceram no tempo da revolução francesa.

O parlamento francês se dividiu antes da revolução, as panelas, e os grupos de interesse se formaram, e por afinidade política esses grupos se sentavam juntos uns dos outros.

Com o acirramento das tensões e do abismo de separação entre as correntes de pensamento, resultou que os partidários do regime monárquico acabaram ocupando um lado do parlamento, e o outro, foi ocupado pelos revoltosos, pelos rebeldes, pelos REVOLUCIONÁRIOS, que queriam derrubar todo o sistema e implantar outra coisa no lugar.

Os que eram a favor do regime monárquico se assentaram do lado DIREITO do parlamento, sem qualquer tipo de acordo ou combinação. Foi totalmente despropositado, espontâneo, inconsciente. Assim como você adentra o cinema, por exemplo, e escolhe uma localidade em que se sente melhor, ou tem melhor visão, ou melhor posição para sair, ou sei lá seu critério.

Ou se simplesmente senta aleatoriamente em qualquer cadeira. Do mesmo modo ocorreu no parlamento francês. Os pró monarquia sentaram do lado direito de quem adentrava o recinto, mas do ponto da mesa diretora, que presidia o parlamento, eles enxergavam ao contrário, óbvio.

E os revolucionários estavam assentados do lado ESQUERDO do parlamento.
E a aristocracia, os nobres, os poderosos, os amigos do Rei, se assentavam na EXTREMA ESQUERDA, do ponto de vista de quem adentrava o local. Daí nasceu essa terminologia, de direita e esquerda.

A partir de então, essa simbologia, ou essa referência passou a ser usada no mundo todo. Direita passou a representar os conservadores, aqueles que não gostam de arriscar, aqueles que preferem observar antes, e fazer mudanças pontuais graduais, ajustes, e ir lentamente corrigindo o que está errado, em vez de se lançar numa aventura.

E esquerda passou a representar os “progressistas” (entre aspas, pois é ambíguo e duvidoso esse termo), que querem sempre fazer mudanças estruturais profundas, e radicais. Transformando o regime num outro estado de coisas político, econômico e social (não necessariamente pra melhor, a história se encarrega de mostrar isso).

Como os revolucionários franceses eram pessoas de muito ódio, de muita raiva, sedentos pelo poder a todo custo, provocaram aquela revolta monstruosa, que ceifou a vida de milhares de pessoas. Soltaram bandidos para ajudar a espalhar o terror e a barbárie, enquanto o Rei estava no poder.

Depois que o Rei caiu e foi decapitado, e os revolucionários tomaram o poder, e agora eles mesmos tinham de da conta de controlar toda aquela baderna, todo aquele estado de coisas que eles mesmos tinham causado.

E passaram a prender e a matar os bandidos que eles mesmos tinham criado e ajudado a derrubar o antigo regime. A “direita” no conceito e no linguajar da esquerda, representa pra eles (esquerdinhas, esquerdistas e esquerdopatas) o poder corrupto e opressor, a classe burguesa exploradora dos pobres, os ricos, os empresários, os porcos capitalistas imperialistas. Essa concepção é torpe, é delirante.

Pois ser de direita não é ser a favor da opressão coisíssima nenhuma. Isso é um absurdo total. Isso não existe. Veja como a esquerda mente, deturpa, acusa de coisas sem nenhuma procedência.

Só fazem isso para depreciar os adversários, e se auto promoverem em cima, se apresentando como paladinos da justiça e baluartes da moral. Como representantes dos pobres e do bem da humanidade. Sem que ninguém lhes desse essa prerrogativa, ou procuração. Simplesmente se arvoram e se auto intitulam.

Isso é ridículo, é absurdo, é uma **** presunção, uma baita arrogância, mas essa é assim mesmo, essa é a praxe. Procedimento padrão, pra infundir medo, admiração, respeito, ou paralisar as mentes das pessoas, e impor seu controle. A esquerda é assim mesmo. Sempre foram assim, e sempre serão assim, é isso que sempre fizeram, fazem, e continuarão a fazer.

Ser de direita, verdadeiramente, é não querer resolver as coisas na base da pressa, no apavoramento, na base da força bruta, na marra, na imposição, passando por cima do processo e das instituições democráticas, na base da violência, com intimidação ou com intenção de subverter todo o sistema pra transformar a sociedade numa outra coisa que ninguém sabe o que será dela, e nem o que surgirá depois dessa transformação que se pretende fazer.

Direitista é quem prefere o certo e o seguro, não arrisca, não dá o passo maior que a perna, prefere aquilo que já foi testado e que funciona.

E se algo sai errado, o direitista SABE PERFEITAMENTE onde está o erro, as vezes demora a se tocar, mas assim que percebe, se conscientiza, e sabe onde está o problema. Não faz vista grossa, mas analisa primeiro antes de mexer, para que não dê mais *****.

Se alguém acusar de que a demora é sinônimo de recusa, e que nada faz pra sanar o problema, aí já é outra conversa. Se tiver gente fazendo isso por motivos escusos, defendendo interesses de privados, ou os seus próprios, o nome pra isso é outro. Isso se chama CORRUPÇÃO. Corrupto tem em todos os lados, em todos os partidos, em todas as correntes ideológicas.

A esquerda gosta de FORÇAR as coisas para CONFUNDIR os temos, e mesclar conceitos de natureza diferente numa coisa só, pra imbecilizar o povo e em seguida o domínio da linguagem, monopólio do discurso, e o controle político, psicológico, moral, cultural e intelectual da sociedade, e conduzir o gado a seu favor, para atingirem seus objetivos totalitários.

Pois para transformar uma sociedade tão profundamente, não se consegue pela via democrática. Pois todas as propostas receberão críticas, oposição, etc… e nesse ritmo, as mudanças se darão muito lentamente. E revolucionário TEM PRESSA, e uma gana de poder infinita, em que só eles acham que sabem o que é melhor pro mundo, e que só os projetos deles é que prestam, que servem, e são os únicos que farão o bem para o mundo.

A megalomania, a mitomania, a obstinação, o fanatismo, e a ambição, a cleptocracia, são as marcas registradas da esquerda. A história do século 20 e a história do Brasil de 1985 em diante provam isso. Alguém tem alguma dúvida? Perguntem pra mim se tenho alguma, pergunte.
Eu não tenho. A filosofia marxista leninista NÃO melhorou o mundo.

Para se fazer uma reforma radical e geral, uma transformação para algo completamente novo e diferente do regime ou estado de coisas anterior, é preciso que haja um grupo hegemônico, um poder centralizador, para impedir que opositores os impeçam de realizar a transformação daquilo que eles idealizaram, e que somente eles (esquerdistas) e seus asseclas aceitam, enquanto a maioria do povo desconhece as reais intenções por trás dos projetos anunciados, e os poucos esclarecidos da população REJEITAM TERMINANTEMENTE tais pretensões totalitárias.

Direita, portanto, é ser a favor da manutenção dos direitos constituídos, das instituições constituídas, da constituição vigente, a favor do império das leis, ou seja, que todos estejam sujeitos às leis, e as cumpram. E se tiverem que mudar alguma coisa, que se faça! Porém, obedecendo a lei e a ordem, e as autoridades e instituições constituídas.

E se houver alguma coisa errada, isso pode e DEVE ser corrigido mediante o procedimento existente, por meio do debate público no parlamento, consulta popular, e mudar o que precisa ser mudado sem radicalismos, sem violência, sem atropelos, e com prudência, obedecendo o procedimento legal.

A prudência, a cautela, etc… IRRITAM profundamente os DESESPERADOS esquerdistas, essa gente revolucionária ambiciosa, que deseja radicalizar, que tem pressa, são afoitos, afobados, apavorados, tem um gana por poder fora do comum, e essa “lentidão” dos conservadores, e esse zelo pelas tradições, os irritam tão profundamente, que os faz usarem o termo pejorativo de “ultraconservador”.

Deu pra entender até aqui que direita não tem nada de EXTREMA.
Eles chamam o regime militar de ditadura de extrema direita reacionária fascista. Mas o regime militar não foi regime de direita nem de esquerda. Na melhor das hipóteses de centro.

Na realidade, foi um regime de EXCEÇÃO, para colocar ordem na baderna nacional, que a esquerda havia causado, e aqueles tempos eram pré revolucionários, preparação para golpe. Mas a esquerda foi derrotada, e os “milicos” impediram que a guerrilha que JÁ EXISTIA antes de 1964 de tomar o poder e impor o regime comunista à força.

Com a derrota decretada, e sem volta, os revolucionários subversivos mudaram a estratégia, como sempre, por meio da propaganda, do jogo de palavras, e passaram a dizer que estavam lutando pela democracia, pra inverter a situação real, e tirar proveito revolucionário disso. Pra ganhar créditos para a causa.

E assim se deu, tanto é que até hoje tem idiota que acredita que o regime militar era ditadura, sendo que os “milicos” só combateram a esquerda guerrilheira, a esquerda “pacífica” nunca foi tocada, muito pelo contrária, foi amplamente favorecida.

Isso ninguém fala.

E também ninguém fala que o partido de direita que existia foi FECHADO pelo regime. Então, que ****a de regime de extrema direita fascista é esse? Vão **********, esquerdopatas de *****!

Se alguém é extremista, EXAGERADO, FORÇADO, etc… esses são certamente os revolucionários, essa gente de esquerda, que quer o poder a todo custo, pra moldar o mundo segundo sua imagem e semelhança, a contra gosto da maioria.

Passam por cima da maioria, se dizendo e se sentindo representantes da massa, usando de ardis, de enganação, de discursos populistas, frases feitas, chavões, rótulos, estereótipos, etc…

Qualquer grupo ou pessoa que se opor as ideias dos esquerdistas, ou resistir as suas ações, as suas políticas, aos seus projetos de lei, as suas investidas, sempre será chamado de EXTREMA DIREITA, não importa quem seja, até mesmo uma ala da própria esquerda que diverge da esquerda radical que está no poder ou na oposição, tanto faz, eles sempre fazem essa caricatura muito torpe, muito grotesca, pra deformar e distanciar o conceito de direita da realidade, pra estigmatizar.

E botar medo nas pessoas que não tem ideologia, posicionamento, e são apartidárias, para que se sintam constrangidas e forçadas a ser contra a direita, sem saber o que é direita de fato, e ao mesmo tempo, para envergonhar os que são de direita de verdade, para que não se posicionem como tal, para não ser mais execrado e enxovalhado por todos os lados e caia em desgraça social. Esse que é o objetivo dessa INSISTÊNCIA em repetir sem parar essas asneiras.

O objetivo de chamar alguém ou algum grupo de EXTREMA DIREITA é de dizer que direita não presta, e que todos os que seguem as ideias contrárias ou divergentes da esquerda sempre serão RADICAIS, INTOLERANTES, PERIGOSOS, potenciais assassinos, gente extremista quase terrorista. É essa a intenção em usar esse termo.

Já ficou muito claro que isso tem a mínima procedência. E não precisa mais dizer que os extremistas na realidade são eles, os esquerdistas.

2 – “ultraconservador”

Esse termo é ridículo.
Assim como a fazem com a palavra “EXTREMA”, eles empregam a palavra “ULTRA” para transmitir uma idéia parecida, de algo EXAGERADO, EXCÊNTRICO, EXTRAVAGANTE, MUITO ACIMA do tolerável, MUITO ALÉM do que é devido, RADICAL, algo que está fora da realidade, algo perigoso, rigoroso, intolerante, petrificado, imóvel, que não se mexe, e não aceita mudanças de nenhuma espécie, que é contra o “progresso” que eles da esquerda “representam” e defendem e “executam”.

Enfim, querem dizer, em último sentido, que quem é ultraconservador é contra o progresso social, que são pessoas extremamente difíceis, radicais, rígidas, intolerantes, que não aceita, as divergências nem as diferenças, que são pessoas que são contra os direitos dos outros, e contra a concessão de novas liberdades individuais, e coisas assim, sempre nesse sentido, que não aceitam mudanças “positivas” na sociedade.

Qualquer pessoa que for contra qualquer mudança intencionada pela esquerda, será obrigatoriamente, invariavelmente, chamado pelo rótulo de ULTRACONSERVADOR.

Pois pretendem vexar tal pessoa ou grupo, jogando contra a opinião pública, que eles dominam, para forçar tal grupo a ceder à pressão, pra não ficar feio pra esse grupo, como se for contra as investidas da esquerda fosse algo ruim.

É sempre assim. Um procedimento padrão.

Uma das várias estratégias da receita da cartilha revolucionária do “Tio” Lênin. Sempre usam dessa estratégia da manipulação dos conceitos, da linguagem, do jogo de pressão psicológica, do constrangimento moral, pra forçar as pessoas a obedecerem ou não se oporem ao projeto marxista de poder, para tirar essas pessoas do caminho, e forçá-las a ceder, para que eles (os esquerdistas) possam levar adiante seu projeto de transformação social, para criar aquilo que eles entendem como melhor, não importando a opinião da maioria.

Passam por cima da opinião da maioria como um trator. E cinicamente dizem que representam o povo. E quem se opõe é chamado de ultraconservador, extrema direita, e outros rótulos.

3 – “reacionário”

Esse adjetivo é CLÁSSICO! Quem nunca foi chamado de reacionário na vida levanta a mão. Ah ah ah ah ah … Esse aí, faz-me rir. Eu riu porque esse termo só quer dizer que a pessoa REAGE contra algo, contra alguém, contra algum grupo, contra alguma ideia, ou proposta, ou investida.
A palavra reacionário vem do verbo REAGIR. Em espanhol fica até mais fácil associar, e perceber a origem etimológica. Pois em espanhol, reagir se fala REACIONAR. Quando alguém reage, se diz que alguém REACIONA.

Exemplo: Se alguém provoca outra pessoa, e essa pessoa reage à provocação, em espanhol se diz assim: Aquello hombre reacionó a las provocaciones daquel. (aquele homem reagiu às provocações daquele)
Reacionário é quem REAGE (não interessa contra o quê). Só isso, nada mais. Não significa mais nada além disso.

O que muda é o objeto que gerou a reação, ou qual a motivação, o interesse que gerou a reação. Aí sim, poderemos saber se a reação é válida ou inválida, se é justa ou injusta, se procede ou não. Mas enquanto não se apura as causas, e não se compreende o contexto, não se pode julgar e tachar de maneira negativa ou positiva. Nesse sentido, todas as pessoas foram, são e serão reacionárias em algum momento da vida.

Pois todo mundo reage ou já reagiu e ainda reagirá contra algo que considera errado, injusto, leviano, estúpido, arbitrário, indevido, absurdo, etc, etc, etc… Quando o pastor Marco Feliciano foi eleito Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, houve uma reação VIOLENTA da esquerda contra o cara, pois ele era e é um empecilho aos projetos da agenda do Movimento GLBT.

Logo, a REAÇÃO da esquerda foi IMEDIATA, quase que instantânea.
Viram só como a própria esquerda é ela mesma REACIONÁRIA?
Quando o Collor fez aquelas lambanças em 1992, a esquerda inteira REAGIU aos planos econômicos e financeiros do então presidente, e se mobilizaram para derrubá-lo. (não estou criticando o impeachment, viu seus imbecis, esquerdopatas idiotas de plantão, e demais esquerdolóides intelectualerdas, estou só mostrando como a esquerda também REAGE, e se opõe as coisas que considera errada).

A esquerda naquele momento mostrou-se super “REAÇA”. A diferença é que, quando eles lutam contra algo que eles consideram errado, eles PODEM, mas alguém ou algum grupo reage contra eles e os atrapalha de alguma maneira, aí NÃO PODE, porque aí quem fizer isso é um fascista ultraconservador de extrema direita machista racista reacionário *****, imperialista, lacaio do grande capital, instrumento da mídia golpista, blá blá blá… Como se eles mesmos não fossem (reacionários)… Veja você a cara de pau, o cinismo atroz.

Mas continuando com o exemplo do pastor… Quando foi apresentado o projeto que retira as barreiras impostas pelo Conselho Federal de Psicologia, que visa permitir aos psicólogos oferecerem sem serem punidos, terapia aos homossexuais que se sentem infelizes e incomodados com sua condição, a iniciativa apenas retira aqueles artigos do Código de Ética do Conselho Federal de Psicologia, e nada mais, houve a gritaria e o berreiro de toda a esquerda raivosa, e principalmente da extrema esquerda radical, do movimento GLBT. O barulho foi geral.

Eles imediatamente REAGIRAM contra tal projeto. Não aceitaram de jeito nenhuma que se fizesse esse AVANÇO em direção aos verdadeiros direitos humanos, não quiseram essa mudança no estado de coisas atual, pois isso atrapalha a militância. Ou seja, os direitos dos gays que se encontram nessa situação aflitiva que se danem, devem ficar sem terapia alguma, e quem oferecer deve ser punido. É assim que esse movimento pensa e age.
Quem é contra os direitos humanos mesmo? Quem são os verdadeiros fascistas? Acho que não precisa responder.

Deu pra vocês verem, e perceberem, como a esquerda reage virulentamente quando lhes interessa. E, portanto, também são reacionários. Isso mostra que ser reacionário nada mais é do que REAGIR contra aquilo que se considera errado, absurdo, injusto, inadmissível, contra seus valores, contra aquilo que fere os bons princípios, e assim por diante… até mesmo REAGIR contra coisas boas, por causa de interesses escusos, como faz a esquerda.

Nos anos 80 e 90 o PT era contra tudo e contra todos, foram extremamente REACIONÁRIOS contra todas as medidas favoráveis ao povo.
Foram contra a constituição de 88, foram contra o pacto a favor do Brasil, que o falecido Itamar Franco propões, para todos os partidos se unirem a favor do país, foram contra o plano Real, e assim por diante.
Se tem um partido REAÇA pra ca*****, esse partido é seguramente o PT!

A história mostra isso. Foram contra as privatizações, agora defendem.
Foram contra a criação do programa bolsa família pelo governo de Fernando Henrique do PSDB, inclusive foram os petralhas que apelidaram o programa de BOLSA ESMOLA, e agora defendem, virou o programa de VALE VOTO PETISTA, e quando a gente chama o Bolsa Família de Bolsa Esmola, agora eles acham ruim. E assim vai.

No entanto, voltando ao sentido original da palavra, qualquer pessoa pode, e a bem da verdade, DEVE, em boa parte dos casos, ser reacionária. Como por exemplo, essas manifestações que ocorreram em junho/2013 por todo o Brasil. Isso foi uma clara demonstração de REAÇÃO POPULAR.
Povo REACIONÁRIO, REAGINDO contra tudo que não presta, que esse governo corrupto, cleptocrático do PT, instalou no Brasil. Os políticos queriam aumentar o preço das passagens de ônibus, e houve REAÇÃO.
Ninguém aceitou o aumento. Um comportamento tipicamente REACIONÁRIO.

Isso é ser reacionário.

É REAGIR contra algo, contra alguém, contra alguma medida, contra alguma investida, contra algum projeto, ou qualquer coisa que não concorda e considere errado, injusto, absurdo, incoerente, abusivo, indevido, etc…

Então, vamos parar com essa palhaçada, com essa frescura, e com essa putaria, e vamos entender DE VEZ essa palavra, e compreender que ser reacionário não é sinônimo de ser apenas do contra, de ser marrento, ou pessoa burra, ignorante, perverso, de má fé, que é contra o avanço, contra o progresso, contra as mudanças positivas, como se todas as mudanças fossem boas e positivas, é claro que não.

A PEC 37 pretendia avançar mais um degrau no projeto socialista do PT, e foi RECHAÇADA. A reação popular foi contra!

Certamente, para o ponto de vista petista, foi um retrocesso, mas para quem DECIDIU pela manutenção da lei atual, quem lutou para CONSERVAR o direito do Ministério Público investigar políticos, agiu como um CONSERVADOR, ou seja, sem aventuras, sem irresponsabilidades. Isto é, foi contra uma mudança RUIM. Outra vez o povo foi reacionário, reagiu contra aquilo que não presta.

O problema, é que a esquerda usa e abusa dos termos, aplicando-os sempre em sentido pejorativo, pra passar a ideia e despertar sentimentos de repulsa, ódio, rejeição e preconceitos contra os que são contrários aos seus projetos e ambições, como se eles (os esquerdistas) fossem representantes da maioria, como se que todas as suas ideias e propostas fossem dignas, justas, puras, santas e corretas. E sabemos que não é!
Numa democracia, é de suma importância ser REACIONÁRIO.

Esse é o papel da oposição. Reagir contra abusos, erros, absurdos, desmandos, e aspirações totalitárias. Se o povo não tivesse agido como conservador e não tivesse sido reacionário, o PT já teria imposto o desarmamento em 2005, já teria implantado o PNDH-3, e já teria controlado toda a imprensa com o seu marco regulatório, e assim por diante. Reagir contra aquilo que está errado é mais do que um direito, um DEVER!

EU SOU REACIONÁRIO. POIS REAJO CONTRA TUDO AQUILO QUE NÃO PRESTA!

E você? Reage contra uma proposta absurda e indecente? Se sim, então você é reacionário.

4 – “burguês”

Esse é bem idiota. Pois a grande maioria dos esquerdistas gosta de usar aquela frase muito cretina do falecido cantor Tim Maia, que disse: “O Brasil é o único país do mundo em que **** goza, traficante usa droga e pobre é feliz sendo de direita”. Ou seja, na concepção TORPE dessa gente CRETINA, pra pessoa ser feliz tem de ser de esquerda. É aquela velha mania, ou cacoete, de dizer que tudo o que não presta é de direita, e tudo o que é bonzinho, útil, excelente, é de esquerda.

Uma visão bem TOSCA e INFANTIL. Repetida décadas a fio por pura ideologia. Ser de direita já foi explicado, não vou repetir tudo outra vez aqui. Tim Maia que me desculpe, gostava dele como cantor, mas como cidadão, ele era uma lástima! Na cabeça de esquerdistas, qualquer pessoa que seja contra a ideologia deles, TEM DE SER OBRIGATORIAMENTE UM BURGUÊS, alguém da “classe dominante”, da classe rica capitalista, exploradora.

Ou seja, na cabecinha cheia de ***** deles, todos os ricos e poderosos, e exploradores sociais são capitalistas, e todos são contra a ideologia marxista. E não são capazes de conceber, por exemplo, que grandes capitalistas, como aquela gente ricaça do grupo dos GLOBALISTAS OCIDENTAIS, são os que mais fomentam o socialismo, e grandes empresários do Brasil dão dinheiro ao PT e à esquerda em geral.

São pessoas que não entendem o que é liberalismo econômico, nem estado democrático de direito. E que o capitalismo é a melhor via para a queda dos preços, e melhoria das condições de vida da população, e a melhor solução para os pobres. Esquerdopatas veem tudo ao contrário, percebem a vida e interpretam as coisas sempre às avessas. É um bando de idiotas mesmo.

5 – “fascista”

Esse termo, juntamente com os dois anteriores, é CLÁSSICO.
No tempo da segunda guerra, quando Rússia e Alemanha atacaram juntos a Polônia, ambos diziam, vejam só vocês, que estavam invadindo para derrubar o governo “FASCISTA” da Polônia. Parece brincadeira um troço desses, mas foi assim que fizeram. A mesma coisa o exército de Hitler fez quando invadiu da Finlândia, diziam que era preciso derrubar o regime fascista que vigorava naquele país. Desde quando a URSS foi criada, que esse pessoal chama qualquer opositor ou algo indesejado que eles querem derrubar, de FASCISTA.

Fascismo, pra quem não sabe, foi o nome dado ao Regime Italiano sob comando de Benito Mussolini, que era, vejam vocês senhoras e senhores, UM DISSIDENTE do movimento revolucionário soviético. Sim, um dissidente. Jamais um opositor.

Pra essa gente comunista, socialista, leninista, divergir ou se opor é a mesma coisa. Você tem de obedecer integralmente. Se discordar um mais da linha do permitido, até onde eles toleram, e começar a desagradar ou atrapalhar, então você se torna naquele momento um FASCISTA.

Mussolini pertenceu a grupos de esquerda comunista/socialista, e num dado momento percebeu os erros da ideologia soviética, e divergiu em alguns pontos. E criou seu próprio regime, que era também uma forma, uma nova versão de socialismo, mais brando, mas era socialista também, que ele e seu grupo deram o nome de Fascismo, devido à palavra italiana “fascio”, que significa um FEIXE DE VARAS UNIDAS E BEM AMARRADAS.

Porque “fascio”? Porque eles usaram essa simbologia? Isso era uma representação da ideologia do partido fascista, que entendia que a sociedade era constituída por diversas partes, diversos seguimentos, que, se isolados, poderiam ser “partidos” como uma vara isolada, que quando submetida à pressão poderia se romper, como as diversas partes da sociedade poderiam ser arruinadas, por conta de grupos rivais, ou intervenções estrangeiras, etc…

No entanto, se todos os seguimentos se unissem num único objetivo, e todas as partes, ou “varas” desse feixe fossem bem unidas em torno de um propósito, de um ideal, a sociedade seria muito forte, e difícil de quebrar.
Seria como aquele diz aquele nosso ditado popular “a união faz a força”.
O fascismo não era um regime de um poder único e totalitário. Mas um regime em que havia divisão de poderes. Havia a monarquia, havia a liderança de Mussolini e seu partido, e havia a Igreja.

Tanto é, que foi Mussolini quem cedeu parte do território de Roma, um bairro chamado de Vaticano, para a Igreja Católica, e que acabou se transformando na sede mundial da Igreja, sede de seu estado monárquico religioso. Se o Fascismo fosse um regime ao estilo Stalinista, o Vaticano nunca teria existido. Como o Mussolini traiu a revolução russa, que se expandia pelo mundo afora, ele foi chamado de traidor, e todos os traidores, ou opositores, ou qualquer grupo ou pessoa que represente minimamente uma ameaça aos ideais da esquerda, será sempre chamado de FASCISTA!

Depois que o Regime Nazista traiu também a expectativa revolucionária russa, o movimento revolucionário internacional, comandado desde Moscou passou a espalhar pelo mundo uma campanha contra o nazismo, chamando-o de FASCISTA. Como a esquerda chama de direita tudo aquilo ou qualquer coisa que se oponha ou divirja minimamente de seus interesses, não demorou muito, e se seguiu uma campanha monstro de rotulação do nazismo, chamando-o de “extrema direita”.

E ainda hoje tem ******, *****, ignorante, papagaio que ouve ***** e sai por aí repetindo sem saber o que está dizendo. Sendo que, todo mundo sabe (TODO MUNDO QUE ESTUDA E SE INFORMA, SABE) que o Nazismo era SOCIALISTA, por isso se chamava de NACIONAL SOCIALISMO. E Hitler era partidário das ideias marxistas. Seu livro dizia isso. Revelava seus pensamentos, sua ideologia.

Os nazistas apenas não concordavam com a estatização total, como queriam os soviéticos. Os nazistas queriam o controle efetivo da economia, e não a estatização total. Os nazistas faziam a mesma coisa que a China faz hoje. E a mesma coisa que o PT vem fazendo no Brasil, gradualmente sem o povão perceber. A esquerda é assim:

Quando você se opõe a qualquer coisa que eles pretendam fazer, eles se sentem oprimidinhos, pois acham que tem o direito total, ilimitado, irrestrito de fazer o que eles bem entenderem, o que quiserem, o que lhes dá na telha, a primeira vontade que tem, acreditam que tem o consentimento de tudo e de todos, a licença pra fazerem todos os seus caprichos.

Mas aí, quando encontram alguma oposição, se sentem frustrados, e chamam que tais pessoas são “impostores”, são “insolentes”, “atrevidos” que ousaram impedir seus desejos, chamam essas pessoas de FASCISTAS, pois no entendimento deles, que se opõe a eles são necessariamente pessoas autoritárias, que não tem coração, são más, cruéis, frias, negativas, que não deixam, ou não permitem que eles sejam felizes e façam as coisas do jeito deles, consideram pessoas mal intencionadas, que não deixam eles fazerem o que eles querem.

Ou seja, tem de deixar eles aprontarem o que quiserem, e o resto do povo que se dane. Então, quando algum esquerdopata te chamar de FASCISTA, manda ele tomar ** ***** ** **! Manda se *****, e pronto! Diga assim: “fascista é o ** ** *** ***”, ou da tua avó, ou o ****dele mesmo, sei lá. Xingue de volta e manda ** *****. Quem é fascista afinal de contas, no sentido de ser ditador, absolutista, como eles chamam?

Fascista é quem não aceita ser contestado (como eles), e quem quer impor seus projetos sem que a maioria discuta (como eles), que impõe como uma ordem hierárquica militar, que vem de cima para baixo, numa vertical, e que deve acatar descendo goela abaixo, na marra contra a vontade da maioria (como eles fazem). Se você ou eu, ou qualquer outra pessoa, ou grupo reagir contra isso, somos “FASCISTAS”.

Entende?

Se alguém contesta alguma coisa e/ou se opõe e não deixa a esquerda livre pra fazer o que bem entende, começa a choradeira. Um exemplo disso é o caso do Bolsonaro contra o Kit Gay. Ele se opôs a imposição desse material OBSCENO pra crianças de 4 a 6 anos de idade, que corretamente não pode ver esse tipo de coisa, nem mesmo se fosse um vídeo pornô heterossexual, pois é absurdo erotizar crianças na tenra idade, e por isso, o nobre deputado foi chamado de FASCISTA! A mesma coisa fazem com o Marco Feliciano.

Ele apenas preside a comissão, ele não é o juiz que decide, que bate o martelo e emite a sentença condenatória ou a absolvição. Não é ele quem decide quais projetos devem ser discutidos ou rejeitados. A análise dos projetos de lei obedecem ao REGIMENTO, a sua entrada, ao protocolo.

E todos os membros da comissão discutem os projetos da pauta do dia, e votam. Se aprovado, o projeto vai para a Comissão de Constituição e Justiça, onde passa pelo mesmo procedimento. Só depois, se aprovado nesta última comissão, tal projeto segue para o plenário da Câmara pra ser discutido e votado.

Se for aprovado, segue ainda para o Senado, onde passa pelo mesmo processo. E só depois de aprovado pelo Senado, é que segue pra Presidência da República para ser sancionado. E só então, depois disso tudo, é que o projeto vira lei. No entanto, o Feliciano é chamado de Fascista porque ele se posiciona contra o casamento gay, e é a favor da permissão para psicólogos oferecerem ajuda a homossexuais infelizes com sua condição.

Ele não persegue gays, não ofende os gays, não maltrata ninguém, no entanto, segundo o movimento GLBT, e demais esquerdistas, esquerdopatas, e pessoas esquerdinhas da sociedade, ele é fascista.
Veja você o absurdo. Como foi dito acima, fascismo era um regime autoritário, jamais totalitário. E nunca empreendeu nenhum genocídio contra sua própria população italiana, nem contra ninguém.

O Feliciano apenas preside a comissão, é tão somente o condutor dos trabalhos, o maestro que conduz, é o mestre de cerimônia, digamos assim, e nada mais. Quem decide contra ou a favor dos projetos, são TODOS OS DEPUTADOS ALI PRESENTES.

Se o Feliciano sai da presidência da comissão, e entra um petista, e a maioria dos deputados que integram a comissão forem contra tal projeto, ele perde, e é arquivado. Não muda nada. O que manda mesmo, É SER MAIORIA. Se a maioria é contra ou a favor é o que decide. Se a maioria for a favor do casamento gay, e o Feliciano for o presidente, ele não poderá anular a decisão daquela comissão, pois ele apenas conduz os trabalhos, não veta nada. Ele não tem poder de veto. Isso não existe.

Portanto, se alguém é fascista, ou autoritário, esse alguém, ou esse grupo são os ESQUERDOPATAS! Repare que tudo o que eles xingam as pessoas, é o que eles mesmos são. Como dizia Lênin, ao orientar os revolucionários contra os inimigos:

“Acuse-os daquilo que você mesmo faz, xingue-os daquilo que você é”.

Isto é, faça o mal, e coloque a culpa no seu adversário, no seu inimigo, naquele a quem deseja destruir ou tirar do caminho.

INVERTA A REALIDADE, e vire a mesa na força, na marra, no berro, a seu favor, e dane-se se é lógico, se é ilógico, se é racional ou irracional, se é justo ou injusto, se é moral ou imoral… isso não importa, eles que se danem, o que interessa é estar sempre por cima, e causando, mandando, e conduzindo, determinando, e fazendo acontecer do jeito como a esquerda quer!É assim que funciona a coisa para os esquerdopatas.

6 – “nazista”

É a mesma coisa que xingar de fascista, com a diferença que está apenas querendo dar uma ideia de algo mais metódico, mais nocivo, virulento, discriminatório. Não tem fundamento também. Mesma *****.

7 – “racista”

Eles chamam de racista qualquer um que for contra as políticas ditas “afirmativas”, que “compensam”erros históricos, como se os escravos fossem ou pudessem ser ressarcidos ou reparados através de seus bisnetos, ou tataranetos, … **** absurdo.

Se alguém faz uma critica a alguém de outros estados, exemplo, um paulista fala mal de um nordestino, seja lá o seu motivo, logo é chamado absurdamente e irracionalmente de racista, como se nordestino fosse raça, paulista fosse raça, carioca fosse raça, e coisa assim. Confundem procedência nacional com raça. É incrível como alguns esquerdopatas chegam a esse ponto.

8 – “machista”

Mesma coisa que ser chamado de racista. Acusa quem se opõe a políticas publicas idiotas da esquerda, em prol da mulher, que na verdade geram distorções, ou qualquer coisa que você (homem) diga contra as mulheres, mesmo que esteja COBERTO DE RAZÃO. Se você diz aquilo que desagrada a elas, ou à esquerda em geral, cujo movimento feminista é um dos seus braços de atuação, juntamente com o braço GLBT, então, você é machista.
Ser chamado de machista, racista, fascista, ou qualquer outro “ista”, é sinal que você desagrada à esquerda. Só isso. Quando a esquerda discorda e é reacionária, crítica, etc… eles dizem que é direito de liberdade de expressão, e livre exercício da cidadania, e pleno uso do estado democrático de direito.

Quando a situação se inverte, aí é fascismo, machismo, racismo, nazismo, blá blá blá, etc e tal. Como dizia o falecido Millôr Fernandes, “Democracia é quando estamos no poder. Quando são os outros, aí é ditadura”.

9 – “homofóbico”

Qualquer pessoa que discorde do movimento GLBT. Homofobia é a aversão patológica, que faz alguém desejar a morte de um gay, a ponto de poder chegar às vias de fato. A esquerda AMPLIOU o sentido do termo, e aplica ele indiscriminadamente, usando e abusando do termo, qualificando de conduta ou ato homofóbico qualquer desagrado que a pessoa sente as reivindicações do movimento GLBT.

Já falei sobre isso nos meus outros artigos. Não reescreverei de novo aqui, e não perderei meu tempo copiando e colando nada. Quem quiser que veja esses artigos. Claro que os fascistas ou stalinistas são eles, da esquerda!
Óbvio. Gozado, ou estranho, que regimes muito piores, muito mais sangrentos e realmente totalitários como o Stalinismo e o Maoísmo, nunca são usados como xingamento. Já perceberam?

Quando querem te xingar de pessoa autoritária, desumana, que é contra os direitos dos outros, que você não presta, etc, eles só xingam os outros de fascistas, nazistas, e demais coisas… nunca chamam a pessoa ou grupo de STALINISTAS, ou MAOÍSTAS. Isso revela muito sobre a natureza deles, quem eles realmente defendem.

10 – “lacaio do grande capital” ou “imperialista”

Esse termo é o como chamar de “burguês”, ou defensor do sistema que “oprime” o pobre ou a classe trabalhadora. Nada mais nada menos, quer dizer que o esquerdista odeia quem defende o liberalismo econômico juntamente com uma democracia nos moldes tradicionais.

Qualquer um que defende esse modelo e se posicione contra “la revolución” esquerdista, contra o socialismo deles, eles vão chamar de “lacaio do grande capital”, ou o tradicional xingamento, “imperialista”.
Pois na cabeça DOENTIA desses canalhas, eles acham que os Estados Unidos são o império do mal, ou o lado negro da força, como aquele filme do Star Wars, onde Luck Skywalker lutava contra o “império” de Darth Vader.

Sendo que o próprio Che Guevara, antes de falecer, havia saído de Cuba ao se decepcionar com a situação cubana, e se juntou aos guerrilheiros bolivianos, dizendo que a União Soviética ERA IMPERIALISTA. E depois de algum tempo foi MORTO. E “estranhamente”, a culpa recaiu sobre as costas de quem? Claro, caiu na conta dos EUA. Pra três finalidades.

1) Colocar a culpa nos EUA, e reforçar o sentimento anti capitalista, e manchar mais ainda a reputação dos EUA no mundo.

2) Eliminar o estorvo para “La revolución”, pois havia divergido, e criado problemas para Fidel e seu bando, pois tinha idéias distintas sobre socialismo, e o tipo de administração que desejava implantar na ilha. Tinha muitos simpatizantes, e estava criando problema para os planos da URSS e Fidel.

3) Criar o mito, para ser usado como estímulo e inspiração para os jovens do mundo todo, como ícone da revolução.Há documentários que passaram na TV e que internautas postaram no YouTube, só não vê quem não quer. Claro que esses três itens são UMA SÍNTESE que fiz.
Tem de colher as diversas informações dos diversos documentários, juntá-las com outras informações de livros, e formar a conclusão.

11 – “agente da CIA” ou “agente do Mossad”

Essa é outra coisa ridícula. Os esquerdistas acusam todos os que divergem da ideologia deles de agentes da CIA ou do Mossad. Pra quem não sabe, a CIA é a agência de inteligência dos EUA, e o Mossad é a agência de inteligência de Israel. Na cabeça de todo esquerdopata, esses dois serviços secretos, representam o maior mal do mundo, pois são a polícia ou o centro de coordenação estratégica do “grande capital”, ou do “imperialismo”, como eles gostam de chamar.

Isso é de uma imbecilidade tamanha, que nem perco meu tempo aqui. O que de fato é perigoso, é a KGB, a agência de inteligência da União Soviética, e hoje em dia é só da Rússia, mas está presente em todo o mundo, ainda patrulhando, ainda influenciando, ainda manipulando, ainda mantendo o Kremlin informado de todas as coisas que ocorrem no mundo.

Muitos esquerdistas NEM SABEM que essa agência russa ainda existe, e acreditam que ela foi extinta só porque a URSS caiu em 1991, ou porque trocou de nome na virada do século, passando da sigla KGB para FSB.
Outros esquerdistas sabem disso. Mas fingem que não sabe. Toda essa coordenação do Foro de São Paulo é obra da KGB. O esquema dos BRICS, também é da KGB em parceria com a China, e com os “lacaios do grande capital”, que são os globalistas ocidentais, parceiros e financiadores da revolução russa e da URSS.

O problema é que os esquerdistas são tão burros, tão ignorantes, e alienados, alijados do processo histórico, que nem eles entendem o que está acontecendo. E por instruções de Moscou, a Internacional Socialista espalhou esse comportamento entre a militância, pra dessa forma, servir aos propósitos revolucionários, de colocar a culpa em quem eles desejam destruir, que no caso são Israel e os Estados Unidos, e encobrir as atividades da KGB.

Sempre foi assim, e sempre será, é a praxe do movimento revolucionário, e é assim que esses militantes e militontos de ***** aprenderam no partido.
E continuam a repetir essa ladainha até hoje.

12 – “olavete”

Esse xingamento é mais recente.
Se refere ao ódio que eles tem do jornalista, escritor e filósofo Olavo de Carvalho, o maior pensador brasileiro em atividade hoje em dia.
Olavo de Carvalho foi MILITANTE de esquerda, filiado ao PCB, era membro do sindicato dos jornalistas e fazia o recrutamento de jornalistas para o movimento revolucionário ocupar as redações dos principais jornais da época do período do regime militar, para cumprir a agenda da revolução gramsciana da esquerda.

A primeira matéria que falava bem de Vladmir Herzog após sua morte, exaltando-o e fazendo propaganda marxista contra a “direita”, foi primeiramente escrita pelo Olavo de Carvalho. Com o tempo, Olavo foi vendo que o movimento revolucionário era um movimento PODRE, e saiu da militância algum tempo depois, como ele mesmo diz, era “um ambiente de moralidade baixíssima”.

Progressivamente, passou a se desintoxicar da ideologia marxista leninista, lendo os clássicos da filosofia, e do liberalismo econômico, compreendendo que direita não era nada daquilo que era dito e imposto dentro do movimento revolucionário. Olavo estudou muito, leu muitos teóricos do marxismo, leu livros de Marx, de Lênin, e de muitos outros autores, e também os autores modernos.

Estudou diversas outras correntes de pensamento, tradições, e se tornou o maior filósofo BRASILEIRO da atualidade, com muitos livros, artigos de jornal, e muitas vídeo aulas de filosofia gravadas. Possui um currículo com muita produção intelectual de alta qualidade, com uma bagagem cultural invejável, capaz de citar livros, autores, e fazer uma reconstituição histórica com muita facilidade.

Por conta dele ser um EX-COMUNISTA, ele conhece essa porcaria como ninguém no Brasil, viu e viveu dentro desse universo esquerdista, e conhece os bastidores, os meandros do movimento revolucionário. Como ele DESMASCARA a esquerda, e DESMENTE tudo o que a esquerda inventou, DEMOLINDO OS MITOS e restaurando a verdade, e mostrando os fatos para qualquer pessoa interessada, isso gerou um ódio muito grande da esquerda.

E como vingança, os esquerdistas, e demais pessoas lesadas pelo marxismo cultural chamam aqueles que GOSTAM e que citam o Olavo de Carvalho pela alcunha de “OLAVETES”, pretendendo com isso DIMINUIR essas pessoas, chamando-as de idiotas, de gente burra que não tem cérebro, que acredita nas “baboseiras” e “sandices” ditas pelo dito filósofo, e que, portanto, que segue o Olavo é um babaca.

Visa afugentar as pessoas, para que fiquem com medo de serem identificadas como simpatizantes, para que não endossem nada do que o Olavo explica e revela, porque senão serão xingadas de “olavete”, é uma estratagema bem BAIXA, digno de ESQUERDOPATA mesmo.
Eles acham que esse procedimento vai impedir as pessoas de se conscientizarem. Estão DESESPERADOS, pois foram expostos, e o constrangimento os obriga a calar a boca de todo mundo, e a querer controlar o que as pessoas leem e ouvem. Não querem que a revolução retroceda, por isso apelam pra esse tipo de expediente.

Na realidade, esse xingamento NÃO REFUTA ABSOLUTAMENTE NADA de todas as coisas que o Olavo explica, revela, e denuncia. Repare que o conteúdo em si, as matérias, os argumentos, os fatos apresentados e explicados pelo Olavo de Carvalho NUNCA são objeto de discussão.

Os esquerdistas e simpatizantes nunca entram no mérito das questões.
Ou fogem do debate xingando as pessoas de “Olavetes”, ou então usam os termos padrão, que já expliquei acima, ou tudo junto. Isto é, os esquerdistas são DEFICIENTES intelectuais, bando de LESADOS, e de marionetes do movimento revolucionário.

Agem por puro automatismo, agem, pensam e reagem por espasmos, por reflexo condicionado, pois são adestrados e doutrinados pra isso. Esquerdistas e simpatizantes, e demais pessoas da população vítimas inconscientes do marxismo cultural são como papagaios, ouvem várias vezes a mesma coisa, e não estudam, e só sabem repetir chavões, frases feitas, rótulos, e estereótipos. Ou seja, os esquerdistas são ridículos!

Como a esquerda engana você

Essa é a Lógica Dialética empregada pela Esquerda pra desorientar você, pra confundir a opinião pública, e assim, vencer os adversários e inimigos, dominar e subjugar a população alienada. Pare de ser enganado.

Fonte: http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-explicando-os-termos-usados-pela-esquerda

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Bolo de milho

This one is delicious!

This one is delicious!

 

INGREDIENTES

- 4 ovos
- 1 colher de sopa de manteiga
- 100 g de coco ralado
- 1 colher de sopa rasa de fermento em pó
- 2 latas de milho
- 1 lata de leite condensado

PREPARO

No liquidificador, bata os ovos, a manteiga, o milho e o leite condensado. Em seguida bata rapidamente o fermento, e por fim adicione o coco ralado e misture em seguida (sem bater no liquidificador); pode usar coco em flocos.
Distribua a massa em uma forma untada e polvilhada com farinha de trigo.
Levar para assar por aproximadamente 40 minutos.

Dica: SIRVA GELADO! Eu, particularmente, prefiro assim!

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Enabling Aero Transparency on Win 7 Starter / Home Basic (and a lot more)

OMG! It’s here and it’s damn real! I can’t believe they finally made it!

 

Beautiful, isn't it?

 

Here’s how to do it in your pc [just remember you will only need to do this if you have a stock Win 7 Starter / Home Basic]

1. Uninstall Personaliation Panel and Personalization panel DWM controller in case these were previously installed
2. Apply the patch. Your Windows will be automatically rebooted. Just wait… Destroy your finger nails waiting some more… And then TA DA!
3. Enjoy the awesomeness!

Download link: http://winaero.com/download.php?view.13

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Lá vem Cabral (ótimo nas rodas de amigos tomando uma cervejinha!)

Esta brincadeira faz a língua enrolar,
Você deve repetir tudo o que eu falar,
O escolhido será quem eu apontar,
E aquele que engasgar,
Da brincadeira vai se retirar.

Eu falo e sem erro você deve repetir,
Tem que responder ligeiro e sem refletir,

- Lá vem Cabral!

- Lá vem o cachorro que mordeu Cabral!

- Lá vem o pau que matou o cachorro que mordeu Cabral!

- Lá vem o fogo que queimou o pau que matou o cachorro que mordeu Cabral!

- Lá vem a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou o cachorro que mordeu Cabral!

- Lá vem a vaca que bebeu a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou o cachorro que mordeu Cabral!

- Lá vem a faca que matou a vaca que bebeu a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou cachorro que mordeu Cabral!

- Lá vem a pedra que amolou a faca que matou a vaca que bebeu a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou cachorro que mordeu Cabral!

- Lá vem o homem que pegou a pedra que amolou a faca que matou a vaca que bebeu a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou cachorro que mordeu Cabral!

- Lá vem o tigre que comeu o homem que pegou a pedra que amolou a faca que matou a vaca que bebeu a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou cachorro que mordeu Cabral!

- Lá vem a flecha que matou o tigre que comeu o homem que pegou a pedra que amolou a faca que matou a vaca que bebeu a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou cachorro que mordeu Cabral!

- Lá vem o índio que atirou a flecha que matou o tigre que comeu o homem que pegou a pedra que amolou a faca que matou a vaca que bebeu a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou cachorro que mordeu Cabral!

- Lá vem a morte que levou o índio que atirou a flecha que matou o tigre que comeu o homem que pegou a pedra que amolou a faca que matou a vaca que bebeu a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou cachorro que mordeu Cabral!

Fonte: Wagner de Almeida Posso