Encontrei uma reportagem muito interessante na revista ISTOÉ de 17 de Dezembro de 2008.

Nunca sacaneie o seu cãozinho

Encontrei uma reportagem muito interessante na revista ISTOÉ de 17 de Dezembro de 2008.

Nunca sacaneie o seu cãozinho
Olá pessoal, esse post será apenas uma tradução do post anterior para aqueles que não dominam a lingua da rainha da Inglaterra. Trata-se de um pequeno script que eu descobri no google para utilizar o papel de parede ou as cores do seu usuário após o login do Ubuntu. Isso evita aquelas trocas de tela chatas entre gdm, alguma cor aleatória (geralmente aquele marromzinho discreto que vem por padrão no sistema) e o papel de parede que é utilizado pelo GNOME. Pra aqueles que não sabem, o GDM é o gerenciador de login do Ubuntu e GNOME nem precisa falar, né?
O pessoal do Fedora conseguiu uma ótima transição entre o boot e o início do ambiente desktop com o plymouth. Mas como eu gosto mesmo é de Ubuntu então só me resta googlar um pouco e descobrir uma solução e esperar que o Jaunty Jackalope fique mais bonito que o Mac OS.
Vamos ao que interessa. Precisaremos colocar um script no diretório /etc/gdm/PostLogin e fazer mais algumas coisas. Utilizando as permissões de administrador (sudo) e o editor de sua preferência, crie o arquivo /etc/gdm/PostLogin/Default contendo esse esse script.
Salve o arquivo e torne-o executável com esse comando: sudo chmod +x /etc/gdm/PostLogin/Default
Por precaução, faça um backup do arquivo /etc/gdm/PreSession/Default com esse comando: sudo cp /etc/gdm/PreSession/Default /etc/gdm/PreSession/Default.bak
Agora edite o arquivo /etc/gdm/PreSession/Default e remova todas as linhas desde:
# Set background color
XSETROOT=`gdmwhich xsetroot`
if [ "x$XSETROOT" != "x" ] ; then
Incluindo essas acima, até essas linhas que estão abaixo:
“$XSETROOT” -cursor_name left_ptr -solid “$BACKCOLOR”
fi
E deixe essa última linha:
exit 0
Salve as mudanças, faça logout, retorne ao GNOME e divirta-se ![]()
As fontes deste post estão disponíveis aqui e aqui
Desejo a todos um feliz natal e um próspero ano novo. Apreciem com moderação! lol
Hello everybody, it seems like I did my homework (aka googling) and now I’ve got something I find really cool. I was not happy with the many flickers I was seeing during the transition between GDM and GNOME. Now I’m hoping Ubuntu guys will soon address that for Jaunty Jackalope ‘cuz Fedora guys have already achieved a great experience for their users, I must say, and we, ubuntu crowd, can’t lag behind! Yes, we can’t!
Ok, in order to get the user’s background color or wallpaper after a successful login attempt in GDM we’ll need a script to be placed into /etc/gdm/PostLogin.
Using root permissions (sudo) and whatever editor you like, create the file /etc/gdm/PostLogin/Default containing this script.
Save the file and make it executable using: sudo chmod +x /etc/gdm/PostLogin/Default
Backup the file /etc/gdm/PreSession/Default with this command: sudo cp /etc/gdm/PreSession/Default /etc/gdm/PreSession/Default.bak
Now that you already have a backup, edit /etc/gdm/PreSession/Default and remove all the lines starting from:
# Set background color
XSETROOT=`gdmwhich xsetroot`
if [ "x$XSETROOT" != "x" ] ; then
Including these above, until these lines bellow:
“$XSETROOT” -cursor_name left_ptr -solid “$BACKCOLOR”
fi
And leave this line last line untouched:
exit 0
Save the changes you made, log out and log in back again and have fun
The sources for this post are available here and here
Wish you all a merry xmas and a happy new year. And don’t you guys drink too much booze! lol
Fonte: Algum blog que não me recordo mais o nome. Caso o autor original reclame, colocarei a devida referência.
1) A pessoa que fecha o baseado, não importa de quem seja o fumo, o acende e dá as primeiras tragadas.
2) Se a pessoa fechar bem o baseado, vale a pena lhe dar algumas tragadas a mais por suas habilidades.
3) Se a pessoa que estiver acendendo o fumo estiver muito chapada, arranje outra pessoa para acende-lo. Neste caso, a pessoa que se dispor a acender o fumo NÂO deve dar as primeiras tragadas.
4) Se a pessoa estiver muito chapada e deixar derramar todo o fumo, deve ser retirado da roda imediatamente por alguns minutos. Essa regra não vale se a pessoa for o dono do fumo.
5) Se você estiver fumando com alguém em sua residência, deverá deixar a disposição do convidado algum tipo de tira-gosto ou coisas do gênero que você tenha. Não seja miguelento com a comida, pois algum dia você também poderá precisar desse favor.
6) Nunca reclame sobre a qualidade dos fumo dos outros. Se você não gosta, não fume!
7) Se um conhecido te deixar bem louco, você tem a obrigação moral de retribuir o favor algum dia.
Em caso de uso de cachimbo, a pessoa que enche o cachimbo com o fumo tem que dar as primeiras tragadas, não importa de quem seja o cachimbo.
9) Se você comprar o fumo de um conhecido, é gentil que você enrole um baseado ( com o tamanho que desejar) para fumar com ele. Caso você não esteja afim de fumar naquela hora, você deve dar para o aviãozinho (ou vendedor) um camarão para que ele faça a cabeça mais tarde.
10) Sempre lembre de agradecer a pessoa que te deixou bem louco. Caso você não esteja em condições ou por obra dos efeitos colaterais você se esqueça, não custa nada agradecer mais tarde. Pode parecer uma coisa imbecil, mas a falta de um “obrigado” pode ser aborrecedor.
11) Caso haja som no local em que você fumar, a pessoa que trouxe o fumo é quem escolhe a música.
12) Regra básica: NUNCA babe no baseado.
13) Após ser feita a roda respeite sempre a ordem de direção do fumo. Quem hesitar em desobedecer essa regra, por preferência de pessoas dentro da roda ou não, poderá ser convidado a se retirar (temporariamente ou não).
14) Nunca de uma de Romário, de suas tragadas e passe a bola.
15) Em casos de que você for fumar em um lugar aberto, fume sempre de costas para o vento, pois bagulho no vento queima rápido.
16) Evite andar por quebradas muito manjadas, em caso de não haver um lugar muito seguro para fumar, recorra por final as quebradas. Em caso de ir de carro não há problema, porém se você estiver com muitas pessoas e a pé, nunca ande em grupos. Procure andar no máximo de 2 em 2. Grande aglomeração de pessoas pode chamar a atenção de terceiros.
17) Se você estiver em uma quebrada e por azar chegar alguém desconhecido, como os homi, não hesite em jogar o flagrante fora, pois um vacilo como esse pode acabar com a sua vida.
18) Detone mas mantenha o respeito. Ou seja, ainda é ilegal, então não de uma de vacilão fumando aonde pessoas possam te ver.
19) Nunca jogue a ponta fora, faça-o apenas se o dono do fumo fizer antes.
20) Nunca aplique pessoas chatas ou linguas-soltas, uma aplicação errada pode lhe trazer vários problemas.
21) Evite vender fumo ou qualquer tipo de droga, a notícia poderá se espalhar e acabar detonando com a sua reputação.
22) Evite fumar e andar louco com pessoas que dão muito na cara. Isso pode lhe prejudicar.
23) Tente camuflar a sua identidade de fumante, não saia contando para todo mundo, você vai no mínimo queimar seu filme com os caretas (entre farsantes, coisa que você deveria ser). Negue sempre e só entregue o jogo se for preciso e valer realmente a pena.
24) Procure usar sedas boas, como as de maços de cigarro, seda especial para fumo, palha de milho e em último caso folhas de caderno.
25) Tente enrolar o baseado o mais fino possível e com pouca seda, pois resultará em uma duração maior do baseado em casos de grande número de pessoas na roda, e o gosto será de bagulho, não de papel.
27) Procure não guardar pontas de baseado, o cheiro é bem forte. Em todo caso faça um baseado de acordo com as suas necessidades e número de pessoas na roda.
28) Não guarde fumo em lugares fechados. Provoca a maior maré. Procure guardar em lugares ventilados e escondidos onde ninguém mexa além de você.
29) Em caso de ir fumar em lugares inesperados (talvez uma quebrada qualquer) , tire um tempinho antes de partir para a rua para enrolar o baseado com calma. O baseado com certeza ficará melhor e pode polpar bastante o seu tempo(em caso de pressa), ou em caso que o lugar onde você for fumar não seja muito cômodo para enrolar.
30) Corra atrás de fumo prensado, fumo malhado (esmurrugado) pode não valer muito a pena, ou seja, pode não fazer muito a sua cabeça.
31) Se possível , no ato da compra, compre buchas de grande valor. Como em exemplo, vale mais a pena comprar uma bucha de R$10,00 do que duas de R$5,00. Em casos de não haver muita grana para comprar, junte grana com alguns chegados, compre, divida e curta (em caso de não houver entusiasmo para a galera fumar tudo de uma só vez).
32) Laranjas resultam em problemas. Se você quiser comprar bagulho, vá junto com o cara, e numca larga o dinheiro na mão do laranja,numca larga a grana na mão de terceiros.
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/20122008/40/economia-sucesso-vendas-eletronicos-acabam-2008.html
Redação Central, 20 dez (EFE).- Mesmo o mercado sendo mais veloz que as necessidades do consumidor, o sucesso de gadgets como o iPhone e o BlackBerry confirma que, para algumas pessoas, a posse desses aparelhos vai além da satisfação pessoal, podendo significar prestígio social ou uma compulsão pelo novo.
“Algumas pessoas passam muito tempo pensando no passado, principalmente se acham que sua vida antes era melhor. Apegam-se à música e aos amigos daquela época. Outros vivem no presente. E um terceiro grupo vive no futuro, admirando as coisas novas e pensando que suas vidas melhorarão”.
Os neófilos, ou os que são viciados em novidades, pertenceriam a este último grupo, explica à Agência Efe Philip Kotler, autor de vários livros sobre marketing e considerado a maior autoridade do mundo no assunto.
“Há pessoas satisfeitas com seu celular mas que continuam na expectativa de novos lançamentos, que se perguntam se estão perdendo uma câmera de melhor qualidade, uma conexão mais rápida ou um novo jogo para telefones”, exemplifica.
As empresas, naturalmente, já sabem da existência desses potenciais consumidores e, por isso, dosam sua “capacidade de superação” eletrônica com lançamentos esporádicos para este público, cuja obsessão é acompanhar – e comprar – cada pequeno avanço.
Entre o surgimento do vídeo e do DVD, por exemplo, passaram-se 20 anos, ao passo que o intervalo entre o lançamento do DVD e da tecnologia Blu-ray, que permite a gravação de imagens em alta definição e o armazenamento de dados de alta densidade, diminuiu para dez anos.
A evolução paulatina dos videocassetes, aliás, é um bom exemplo da tática dos fabricantes de, de tempos em tempos, despejarem novas gerações de aparelhos nas lojas de eletroeletrônicos, já que primeiro ele apareceu como reprodutor, depois como gravador e, finalmente, em versões de até oito cabeças.
É por conta dessa lógica, e para estimular ou aumentar o apetite dos consumidores, que hoje é possível encontrar uma infinidade de modelos de computadores portáteis, TVs de plasma e câmeras à venda, quase sempre anunciados como os mais modernos ou os de melhor qualidade ou definição.
O fascínio exercido pela tecnologia, principalmente sobre o público masculino, cresceu tanto que até propiciou o surgimento do termo “tecnosexual”, usado para se referir àqueles que possuem um apurado senso estético e uma paixão incontrolável por aparelhos eletrônicos de última geração, a ponto de tratarem seus iPods e BlackBerries como símbolos de poder e status social.
Segundo Kotler, a relação homem-gadgets chegou a um nível tal que muitas vezes um telefone diz algo sobre quem o usa.
“A pessoa que usa um BlackBerry está esperando um e-mail ou o fechamento de um negócio. Por outro lado, quem usa um iPhone – que vendeu 11 milhões de unidades em três meses – é criativo e gosta de música e fotografia”, uma espécie de tecnoboêmio, explica o especialista.
No caso da Apple, fontes da empresa disseram à Efe que, ao desenvolverem seus gadgets, que estão entre os mais desejados do mercado, a fabricante se baseia mais no “componente emocional” do produto do que em inovações.
Para nós, “o design é fundamental, porque o usuário passa muitas horas do dia com o aparelho”, e o iPhone, nesse sentido, é a culminação de “30 anos de trabalho”, argumenta a marca, que, no entanto, canaliza o impulso de compra do consumidor para acessórios como fones de ouvido, estratégia que fez seu lucro no último trimestre fiscal de 2008 crescer 26%, para US$ 1,140 bilhão.
Kotler diz ainda que, apesar dos vários tipos de consumidores, há os que sempre trocam aparelhos pouco usados por outros novos. “Quando o novo produto deixa-os tentados, eles vão a uma loja se informar e, freqüentemente, acabam comprando o objeto e assinando um novo contrato”, resume Kotler.
No entanto, quando o desejo por aparelhos novos se intensifica, pode virar um vício e levar a pessoa à ruína, uma vez que o ato de ir às compras libera endorfinas no cérebro, que são tão satisfatórias quanto qualquer outra substância estimulante.
Países de culturas milenares se revelaram especialmente sensíveis a esse fenômeno. Há dois anos, psicólogos da Universidade de Yamagata, ao norte de Tóquio (Japão), foram além e relacionaram esse mecanismo a uma enzima presente nas mitocôndrias.
Segundo o estudo, publicado na revista “Psychiatric Genetics”, esse composto químico estaria presente, principalmente, em pessoas brilhantes, de alto nível educacional e, sobretudo, em adolescentes.
No Japão, por exemplo, existem diferentes tipos de cerveja para cada estação do ano, há exposições que duram três dias e os produtos, em vez de terem seu conteúdo ou fórmula alterados, apenas têm suas embalagens renovadas, para maior satisfação do consumidor e, principalmente, dos empresários
Hello. I’m back, and I hope you won’t be angry. I’m wondering… where are you? I hope this will bring a smile to your and your readers’ face. I hope you’ll contact me at last, because… I’m still wondering. Just… missing you.
These days we are so away from God we believe in, that I can’t stand it anymore. His person is, and was, used to scare and get rich very often, the best example being crucifixions in the past, and human kind evolution being negated nowadays. We got far away from the true core of faith. My way of thinking is simple – God is not a person who gives orders, loves, puts to hell and judges. I don’t find him a person, but energy of limitless love, something far beyond our eyes can see, ears can hear and skin can touch. God is in our hearts, and He is love. When I take money, churches, person He is percieved to be away I find the real core – love, which we, as a human kind, succeededly run away from. The sooner we stop and think about what connects us, people, elements, nature and the world itself, the better, because then we will find the real faith. Connectedness, so to speak, with love, not fear. That’s gonna bring us joy too. God is Love, and Love is God, is my philosophy, way of thinking. Being connected and taking care of every part of my life, my soul, enjoying the moment as much as possible gives me joy. I don’t call God, I focus on sensing him, not calling. I am not only the body, that gives me a way to communicate, and impairs me at the same time, causing my death in proper time. But we should find death a part of life, and take care of mentality as it’s the only thing we will save after it. And death means something to celebrate, as the person reaches higher level of consciousness. The more we cry after a person we loved, the less we percieve positive things he, or she, did in their lives.
I don’t say God does not exist, He may as well be true. It would be even better, as He would judge the worst. The thing that I have in mind, hate, and thus boycott, is that we are learning new things every day, but the most terrifying thing is… We’re not absorbing it. We strongly believe in false gods, so to speak, like money, position, rather than love and knowledge, which are the core of our lives. Things we can easily loose we find the most important, which leads to much hatred.
In the end, it doesn’t matter who we are, but how much true love we gave.
Bob Marley was born in the small village of Nine Mile in Saint Ann Parish, Jamaica as Nesta Robert Marley.[4] A Jamaican passport official would later swap his first and middle names.[5] His father Norval Sinclair Marley was a white English Jamaican. Norval was a Marine officer and captain, as well as a plantation overseer, when he married Cedella Booker, a black Jamaican then eighteen years old.[6] Norval provided financial support for his wife and child, but seldom saw them, as he was often away on trips. In 1955, when Marley was 10 years old, his father died of a heart attack at age 60.[7] Marley suffered racial prejudice as a youth, because of his mixed racial origins and faced questions about his own racial identity throughout his life. He once reflected:
I don’t have prejudice against meself. My father was a white and my mother was black. Them call me half-caste or whatever. Me don’t dip on nobody’s side. Me don’t dip on the black man’s side nor the white man’s side. Me dip on God’s side, the one who create me and cause me to come from black and white.
Marley became friends with Neville “Bunny” Livingston (later known as Bunny Wailer), with whom he started to play music. He left school at the age of 14 to make music with Joe Higgs, a local singer and devout Rastafari. It was at a jam session with Higgs and Livingston that Marley met Peter McIntosh (later known as Peter Tosh), who had similar musical ambitions.[9]
In 1962, Marley recorded his first two singles, “Judge Not” and “One Cup of Coffee”, with local music producer Leslie Kong. These songs, released on the Beverley’s label under the pseudonym of Bobby Martell,[10] attracted little attention. The songs were later re-released on the box set, Songs of Freedom, a posthumous collection of Marley’s work.
taken from wikipedia, the free encyclopedia.
Rub, rub, rubby-doo-day;
Rum-pum-pum a-rum-pum-pum-pum!
Dready got a job to do
And he’s got to fulfill that mission
To see his hurt is their greatest ambition, yeah!
But-a we will survive in this world of competition,
‘Cause no matter what they do
Natty keep on comin’through,
And no matter what they say-ay-ay-ay,
Natty de deh every day. yeah!
Natty Dread rides again,
Through the mystics of tomorrow,
Natty Dread rides again:
Have no fear, have no sorrow, yeah!
All and all you see a-gwan
Is to fight against Rastaman.
So they build their world in great confusion
To force on us the devil’s illusion.
But the stone that the builder refuse
Shall be the head cornerstone,
And no matter what game they play,
Eh, we got something they could never take away;
We got something they could never take away:
And it’s the fire (fire), it’s the fire (fire)
That’s burning down everything:
Feel that fire (fire), the fire (fire);
Only the birds have their wings, yeah!
No time to be deceived.
Oh, brothers, you should know and not believe:
Jah say this judgement – it could never be with water,
No water could put out this fire (fire):
This fire (fire), this fire (fire),
This fire (fire), a yaga y’all! Ride, Natty, ride!
Go deh, Dready, go deh,
‘Cause now the fire is out of control,
Panic in the city, wicked weeping for their gold!
Everywhere this fiyah is burning,
Destroying and melting their gold,
Destroying and waisting their souls.
Go ride, Natty, ride!
Go deh, Dready! Go deh!
Tell you what: now the people gather on the beach
And the leader try to make a speech,
But the Dreadies understandin’ that it’s too late:
Fire is burning;
Man, pull your own weight!
Fiyah is burning;
Man, pull your own weight!
Natty Dread rides again (Natty Dread rides again);
And me say, Go deh, Dready! Go deh! (go deh, go deh)
Oh ride, Natty, ride! (Dread rides again)
And go deh, Dready! (Go deh, go deh)
Ridin’ through the storm,
Riding through the calm (go deh, go deh).
Oh ride, Natty, ride!
Go deh, Dready, go deh!
Ride, Natty, ride!
Go deh, Dready, do deh! /fadeout/
[*Sleeve notes:
We riding thru the thick;
We riding thru the thin;
Ride Natty, ride Natty.]
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