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Refutando com Bohm-Bawerk a teoria da exploracao marxista

Por Rodrigo Constantino

A teoria da exploração

“O sistema econômico marxista, tão elogiado por hostes de pretensos intelectuais, não passa de um emaranhado confuso de afirmações arbitrárias e conflitantes.” (Ludwig Von Mises)

Poucas teorias exerceram tanta influência como a teoria socialista de juro, ou mais conhecida como “teoria da exploração”. De forma resumida, ela diz que todos os bens de valor são produtos do trabalho humano, mas que o trabalhador não recebe o produto integral do que produziu, pois os capitalistas tomam para si parte do produto dos trabalhadores.

O juro do capital consistiria, pois, numa parte do produto de trabalho alheio que se obtém através da exploração da condição de oprimidos dos trabalhadores. Os dois grandes expoentes dessa teoria foram Rodbertus e Marx, e um dos primeiros economistas a apresentar uma sólida refutação dela foi o austríaco Eugen Von Böhm-Bawerk.

Mises definiu a sua obra como “a mais poderosa arma intelectual que se tem para a grande batalha da vida ocidental contra o princípio destrutivo do barbarismo soviético”. Segue um resumo dos principais pontos abordados por ele, com especial foco na teoria marxista.

Um dos primeiros pontos onde se pode atacar essa teoria é no que diz respeito à afirmação de que todos os bens, do ponto de vista econômico, são apenas produtos de trabalho. Se fosse verdade que um produto vale somente aquilo que custou de trabalho para produzi-lo, as pessoas não iriam atribuir um valor diferente a um magnífico barril de vinho de uma região nobre vis-à-vis o vinho de outra região pior. Uma fruta achada não teria valor algum também.

Outro ponto importante é que a teoria comumente ignora a diferença entre valor presente e valor futuro, como se fosse indiferente consumir um bem agora ou daqui a dez anos. O trabalhador deveria receber, segundo os seguidores de Rodbertus, o valor total do produto. Mas eles esquecem que o produto pode levar tempo para ser produzido, e o salário de agora tem que refletir esse custo de espera, sendo, portanto, menor que o valor futuro do bem.

Böhm-Bawerk diz sobre isso: “O que os socialistas desejam é, usando das palavras certas, que os trabalhadores recebam através do contrato de trabalho mais do que trabalharam, mais do que receberiam se fossem empresários, mais do que produzem para o empresário com quem firmaram contrato de trabalho”.

Partindo mais especificamente para a teoria marxista, acredita-se que o valor de toda mercadoria depende unicamente da quantidade de trabalho empregada em sua produção. Marx dá mais ênfase a esse princípio do que Rodbertus. Marx vai direto ao ponto em sua obra O Capital: “Como valores, todas as mercadorias são apenas medidas de tempo de trabalho cristalizado”.

No limite, uma fábrica de gelo construída no Alaska teria o mesmo valor que uma fábrica de gelo construída no mesmo tempo e pela mesma quantidade de trabalho no deserto do Saara. A teoria marxista de valor ignora totalmente o fator de subjetividade e utilidade do lado da demanda. Ela não leva em conta que o fato de trabalho árduo ter sido empreendido não é garantia de que o resultado terá valor pela ótica do consumidor.

Ou, ao contrário, ignora que muitas vezes pouco esforço ou trabalho pode gerar algo de muito valor para os outros, como no caso de uma idéia brilhante. Isso sem falar da diferença de produtividade entre as pessoas, pois é difícil imaginar quem diria que uma hora de trabalho de um grande artista é equivalente a uma hora de trabalho de um simples pintor de parede. Se fosse preciso a mesma quantidade de tempo para caçar um gambá fétido e um cervo, alguém diria que eles valem a mesma coisa?

Böhm-Bawerk demonstra os erros de metodologia de Marx em sua teoria. Na busca do fator “comum” que explicaria o valor de troca, Marx elimina todos os casos que não correspondem àquilo que ele pretende “provar”. O objetivo, desde o começo, é só colocar na peneira aquelas coisas trocáveis que têm a característica que ele finalmente deseja extrair como sendo a “característica comum”, deixando de fora todas as outras que não têm.

Böhm-Bawerk diz que ele faz isso como alguém que, “desejando ardentemente tirar da urna uma bola branca, por precaução coloca na urna apenas bolas brancas”. Excluir então os bens trocáveis que não sejam bens de trabalho seria um pecado mortal metodológico. Procedendo desta forma, ele poderia ter usado praticamente qualquer característica, concluindo talvez que o peso é o fator comum que explica o valor de troca. Böhm-Bawerk conclui: “Expresso minha admiração sincera pela habilidade com que Marx apresentou de maneira aceitável um processo tão errado, o que, sem dúvida, não o exime de ter sido inteiramente falso”.

Para Marx, a “mais-valia” seria uma conseqüência do fato de o capitalista fazer o trabalhador trabalhar para ele sem pagar uma parte do trabalho. Na primeira parte do dia, o trabalhador estaria trabalhando para sua subsistência, e a partir disso haveria um “superávit de trabalho”, onde ele seria explorado, trabalhando sem receber por isso.

Marx diz então: “Toda a mais-valia, seja qual for a forma em que vá se cristalizar mais tarde – lucro, juro, renda etc. – é, substancialmente, materialização de trabalho não pago”. Por esta estranha ótica marxista, um capitalista dono de uma barraca de pipoca que contrata um assistente é um explorador, enquanto um diretor assalariado contratado pelos acionistas de uma grande multinacional é um explorado.

Böhm-Bawerk não duvidava de que Marx estivesse sinceramente convencido de sua tese. Mas os motivos de sua convicção seriam, segundo o austríaco, diferentes daqueles apresentados em seus sistemas. Marx, diz ele, “acreditava na sua tese como um fanático acredita num dogma”. Jamais teria alimentado dúvida honesta pelo sistema, questionando de verdade a sua lógica e buscando contradições que derrubassem a teoria. Böhm-Bawerk diz: “Seu princípio tinha, para ele próprio, a solidez de um axioma”.

Afinal, um pouco mais de bom senso e escrutínio não deixaria pedra sobre pedra da teoria marxista de valor. Em primeiro lugar, todos os bens “raros” são excluídos do princípio do trabalho. Nem mesmo um marxista tentaria defender que um quadro de Picasso vale somente o tempo de trabalho. Em segundo lugar, todos os bens que não se produzem por trabalho comum, mas qualificado, são considerados exceção também.

Somente essa exceção já abrange quase todos os casos reais de trabalho, onde cada vez mais a divisão especializada leva ao aprimoramento do trabalho qualificado. No fundo, essas exceções “deixam para a lei do valor do trabalho apenas aqueles bens para cuja reprodução não há qualquer limite, e que nada exigem para sua criação além de trabalho”. E mesmo nesse campo restrito existirão exceções!

Logo, a tal “lei” marxista que tenta explicar o valor de troca de todos os bens não passa, na prática, de uma pequena exceção de alguma outra explicação qualquer. Essa “lei”, não custa lembrar, é um dos mais importantes alicerces das teorias marxistas. Ainda assim, os marxistas ignoram as “exceções” da teoria e defendem sua universalidade, negando a resposta quando se trata de troca de mercadorias isoladas, justamente onde uma teoria de valor se faz necessária. Para tanto, abusam de inúmeras falácias conhecidas, já que quando os fatos contrariam a teoria, preferem mudar os fatos.

Não obstante as gritantes falhas do pensamento marxista e sua teoria de valor, nenhuma outra doutrina influenciou tanto o pensamento e as emoções de tantas pessoas. Uma multidão encara o lucro como exploração do trabalho, o juro como trabalho não pago pelo parasita rentier etc. Para Böhm-Bawerk, a teoria marxista sobre juros conta com erros graves como “presunção, leviandade, pressa, dialética falseada, contradição interna e cegueira diante dos fatos reais”.

A razão para que tanto absurdo tenha conquistado tanta gente está, segundo Böhm-Bawerk, no fato de acreditarmos com muita facilidade naquilo em que desejamos acreditar. Uma teoria que vende conforto e promete um caminho fácil para reduzir a miséria, fruto apenas dessa “exploração”, conquista muitos adeptos.

Segundo Böhm-Bawerk, “as massas não buscam a reflexão crítica: simplesmente, seguem suas próprias emoções”. Acreditam na teoria porque a teoria lhes agrada. O economista conclui: “Acreditariam nela mesmo que sua fundamentação fosse ainda pior do que é”.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/socialismo/refutando-com-bohm-bawerk-a-teoria-da-exploracao-marxista/

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Explicando os termos usados pela esquerda

Quando os esquerdopatas discutem com pessoas que pensam diferente deles, mesmo aquelas que são de centro, ou até mesmo as apartidárias, e essas pessoas RESISTEM e contrariam os pensamentos, as iniciativas ou as investidas do movimento revolucionário (os caras da esquerda) ficam DESESPERADOS, dão chilique, ficam putos da vida, raivosos, espumando a boca, e vem vociferando e babando pra cima de quem ousou desafiá-los ou questioná-los.

Dessa reação violenta da esquerda antidemocrática, que não suporta as divergências, sempre se segue uma enxovalhada de adjetivos “honrosos” contra aqueles que eles odeiam, ou despertaram sua fúria.

Os principais xingamentos e acusações são os seguintes:

1 – “extrema direita”; 2 – “ultraconservador”; 3 – “reacionário”; 4 – “burguês”; 5 – “fascista”; 6 – “nazista”; 7 – “racista”; 8 – “machista”; 9 – “homofóbico”; 10 – “lacaio do grande capital” ou “imperialista”; 11 – “agente da CIA” ou “agente do Mossad”; 12 – “olavete”; Etc…

Estes são os xingamentos ou acusações mais comuns. Existem muito mais, é claro, mas aí, vai da cultura e do grau de má índole de cada indivíduo.
No geral, o comportamento, o vocabulário e o linguajar, são esses. Isso é praxe no mundo inteiro, visto que o movimento comunista/socialista é MUNDIAL, seguem as orientações de Moscou, através da organização chamada “INTERNACIONAL SOCIALISTA”, assim como existe na América Latina o tal “Foro de São Paulo”.

Neste presente artigo vou explicar e refutar as baboseiras e as distorções do vocabulário, mostrando como são mentirosos e manipuladores da opinião pública, que só conseguem manipular devido à grande ignorância do povo em questões políticas. Se o povo mais instruído, menos idiotizado, e tivesse um mínimo de inteligência e de bom senso, não haveria necessidade desse artigo, mas como a massa, o grosso desse povo ***** são um bando de alienados, que embarcam nessa conversinha esquerdopática, e engolem essa lenga-lenga, então sou obrigado a ter de desconstruir palavra por palavra, ideia por ideia, argumento por argumento, e depois construir do zero, erguendo o entendimento correto, retificando a situação, e colocando cada coisa no seu devido lugar.

Vamos vacinar intelectualmente esse povo *******. Seguirei a ordem dada acima.

1 – “extrema direita”

Essa expressão traduz ou exprime aquele sentimento de MEDO, de TERROR, de ESPANTO, ao mesmo tempo de REPULSA por um grupo ou pessoa que representa uma AMEAÇA, um ATENTADO contra a ordem, contra a legalidade, contra o bom senso, contra a humanidade, ou contra os direitos humanos.

A palavra “extrema” nesse termo quer dizer que tal grupo ou pessoa em questão, são RADICAIS, INTOLERANTES, RAIVOSOS, PERIGOSOS, etc… pessoas ou grupos que oferecem riscos, de alguma maneira, e que estão sempre a espreita, aguardando a oportunidade de agir.

Antes, porém, é preciso entender o que seria “direita”, no conceito esquerdopata, e DIREITA propriamente dita. Os conceitos de “direita” e “esquerda” nasceram no tempo da revolução francesa.

O parlamento francês se dividiu antes da revolução, as panelas, e os grupos de interesse se formaram, e por afinidade política esses grupos se sentavam juntos uns dos outros.

Com o acirramento das tensões e do abismo de separação entre as correntes de pensamento, resultou que os partidários do regime monárquico acabaram ocupando um lado do parlamento, e o outro, foi ocupado pelos revoltosos, pelos rebeldes, pelos REVOLUCIONÁRIOS, que queriam derrubar todo o sistema e implantar outra coisa no lugar.

Os que eram a favor do regime monárquico se assentaram do lado DIREITO do parlamento, sem qualquer tipo de acordo ou combinação. Foi totalmente despropositado, espontâneo, inconsciente. Assim como você adentra o cinema, por exemplo, e escolhe uma localidade em que se sente melhor, ou tem melhor visão, ou melhor posição para sair, ou sei lá seu critério.

Ou se simplesmente senta aleatoriamente em qualquer cadeira. Do mesmo modo ocorreu no parlamento francês. Os pró monarquia sentaram do lado direito de quem adentrava o recinto, mas do ponto da mesa diretora, que presidia o parlamento, eles enxergavam ao contrário, óbvio.

E os revolucionários estavam assentados do lado ESQUERDO do parlamento.
E a aristocracia, os nobres, os poderosos, os amigos do Rei, se assentavam na EXTREMA ESQUERDA, do ponto de vista de quem adentrava o local. Daí nasceu essa terminologia, de direita e esquerda.

A partir de então, essa simbologia, ou essa referência passou a ser usada no mundo todo. Direita passou a representar os conservadores, aqueles que não gostam de arriscar, aqueles que preferem observar antes, e fazer mudanças pontuais graduais, ajustes, e ir lentamente corrigindo o que está errado, em vez de se lançar numa aventura.

E esquerda passou a representar os “progressistas” (entre aspas, pois é ambíguo e duvidoso esse termo), que querem sempre fazer mudanças estruturais profundas, e radicais. Transformando o regime num outro estado de coisas político, econômico e social (não necessariamente pra melhor, a história se encarrega de mostrar isso).

Como os revolucionários franceses eram pessoas de muito ódio, de muita raiva, sedentos pelo poder a todo custo, provocaram aquela revolta monstruosa, que ceifou a vida de milhares de pessoas. Soltaram bandidos para ajudar a espalhar o terror e a barbárie, enquanto o Rei estava no poder.

Depois que o Rei caiu e foi decapitado, e os revolucionários tomaram o poder, e agora eles mesmos tinham de da conta de controlar toda aquela baderna, todo aquele estado de coisas que eles mesmos tinham causado.

E passaram a prender e a matar os bandidos que eles mesmos tinham criado e ajudado a derrubar o antigo regime. A “direita” no conceito e no linguajar da esquerda, representa pra eles (esquerdinhas, esquerdistas e esquerdopatas) o poder corrupto e opressor, a classe burguesa exploradora dos pobres, os ricos, os empresários, os porcos capitalistas imperialistas. Essa concepção é torpe, é delirante.

Pois ser de direita não é ser a favor da opressão coisíssima nenhuma. Isso é um absurdo total. Isso não existe. Veja como a esquerda mente, deturpa, acusa de coisas sem nenhuma procedência.

Só fazem isso para depreciar os adversários, e se auto promoverem em cima, se apresentando como paladinos da justiça e baluartes da moral. Como representantes dos pobres e do bem da humanidade. Sem que ninguém lhes desse essa prerrogativa, ou procuração. Simplesmente se arvoram e se auto intitulam.

Isso é ridículo, é absurdo, é uma **** presunção, uma baita arrogância, mas essa é assim mesmo, essa é a praxe. Procedimento padrão, pra infundir medo, admiração, respeito, ou paralisar as mentes das pessoas, e impor seu controle. A esquerda é assim mesmo. Sempre foram assim, e sempre serão assim, é isso que sempre fizeram, fazem, e continuarão a fazer.

Ser de direita, verdadeiramente, é não querer resolver as coisas na base da pressa, no apavoramento, na base da força bruta, na marra, na imposição, passando por cima do processo e das instituições democráticas, na base da violência, com intimidação ou com intenção de subverter todo o sistema pra transformar a sociedade numa outra coisa que ninguém sabe o que será dela, e nem o que surgirá depois dessa transformação que se pretende fazer.

Direitista é quem prefere o certo e o seguro, não arrisca, não dá o passo maior que a perna, prefere aquilo que já foi testado e que funciona.

E se algo sai errado, o direitista SABE PERFEITAMENTE onde está o erro, as vezes demora a se tocar, mas assim que percebe, se conscientiza, e sabe onde está o problema. Não faz vista grossa, mas analisa primeiro antes de mexer, para que não dê mais *****.

Se alguém acusar de que a demora é sinônimo de recusa, e que nada faz pra sanar o problema, aí já é outra conversa. Se tiver gente fazendo isso por motivos escusos, defendendo interesses de privados, ou os seus próprios, o nome pra isso é outro. Isso se chama CORRUPÇÃO. Corrupto tem em todos os lados, em todos os partidos, em todas as correntes ideológicas.

A esquerda gosta de FORÇAR as coisas para CONFUNDIR os temos, e mesclar conceitos de natureza diferente numa coisa só, pra imbecilizar o povo e em seguida o domínio da linguagem, monopólio do discurso, e o controle político, psicológico, moral, cultural e intelectual da sociedade, e conduzir o gado a seu favor, para atingirem seus objetivos totalitários.

Pois para transformar uma sociedade tão profundamente, não se consegue pela via democrática. Pois todas as propostas receberão críticas, oposição, etc… e nesse ritmo, as mudanças se darão muito lentamente. E revolucionário TEM PRESSA, e uma gana de poder infinita, em que só eles acham que sabem o que é melhor pro mundo, e que só os projetos deles é que prestam, que servem, e são os únicos que farão o bem para o mundo.

A megalomania, a mitomania, a obstinação, o fanatismo, e a ambição, a cleptocracia, são as marcas registradas da esquerda. A história do século 20 e a história do Brasil de 1985 em diante provam isso. Alguém tem alguma dúvida? Perguntem pra mim se tenho alguma, pergunte.
Eu não tenho. A filosofia marxista leninista NÃO melhorou o mundo.

Para se fazer uma reforma radical e geral, uma transformação para algo completamente novo e diferente do regime ou estado de coisas anterior, é preciso que haja um grupo hegemônico, um poder centralizador, para impedir que opositores os impeçam de realizar a transformação daquilo que eles idealizaram, e que somente eles (esquerdistas) e seus asseclas aceitam, enquanto a maioria do povo desconhece as reais intenções por trás dos projetos anunciados, e os poucos esclarecidos da população REJEITAM TERMINANTEMENTE tais pretensões totalitárias.

Direita, portanto, é ser a favor da manutenção dos direitos constituídos, das instituições constituídas, da constituição vigente, a favor do império das leis, ou seja, que todos estejam sujeitos às leis, e as cumpram. E se tiverem que mudar alguma coisa, que se faça! Porém, obedecendo a lei e a ordem, e as autoridades e instituições constituídas.

E se houver alguma coisa errada, isso pode e DEVE ser corrigido mediante o procedimento existente, por meio do debate público no parlamento, consulta popular, e mudar o que precisa ser mudado sem radicalismos, sem violência, sem atropelos, e com prudência, obedecendo o procedimento legal.

A prudência, a cautela, etc… IRRITAM profundamente os DESESPERADOS esquerdistas, essa gente revolucionária ambiciosa, que deseja radicalizar, que tem pressa, são afoitos, afobados, apavorados, tem um gana por poder fora do comum, e essa “lentidão” dos conservadores, e esse zelo pelas tradições, os irritam tão profundamente, que os faz usarem o termo pejorativo de “ultraconservador”.

Deu pra entender até aqui que direita não tem nada de EXTREMA.
Eles chamam o regime militar de ditadura de extrema direita reacionária fascista. Mas o regime militar não foi regime de direita nem de esquerda. Na melhor das hipóteses de centro.

Na realidade, foi um regime de EXCEÇÃO, para colocar ordem na baderna nacional, que a esquerda havia causado, e aqueles tempos eram pré revolucionários, preparação para golpe. Mas a esquerda foi derrotada, e os “milicos” impediram que a guerrilha que JÁ EXISTIA antes de 1964 de tomar o poder e impor o regime comunista à força.

Com a derrota decretada, e sem volta, os revolucionários subversivos mudaram a estratégia, como sempre, por meio da propaganda, do jogo de palavras, e passaram a dizer que estavam lutando pela democracia, pra inverter a situação real, e tirar proveito revolucionário disso. Pra ganhar créditos para a causa.

E assim se deu, tanto é que até hoje tem idiota que acredita que o regime militar era ditadura, sendo que os “milicos” só combateram a esquerda guerrilheira, a esquerda “pacífica” nunca foi tocada, muito pelo contrária, foi amplamente favorecida.

Isso ninguém fala.

E também ninguém fala que o partido de direita que existia foi FECHADO pelo regime. Então, que ****a de regime de extrema direita fascista é esse? Vão **********, esquerdopatas de *****!

Se alguém é extremista, EXAGERADO, FORÇADO, etc… esses são certamente os revolucionários, essa gente de esquerda, que quer o poder a todo custo, pra moldar o mundo segundo sua imagem e semelhança, a contra gosto da maioria.

Passam por cima da maioria, se dizendo e se sentindo representantes da massa, usando de ardis, de enganação, de discursos populistas, frases feitas, chavões, rótulos, estereótipos, etc…

Qualquer grupo ou pessoa que se opor as ideias dos esquerdistas, ou resistir as suas ações, as suas políticas, aos seus projetos de lei, as suas investidas, sempre será chamado de EXTREMA DIREITA, não importa quem seja, até mesmo uma ala da própria esquerda que diverge da esquerda radical que está no poder ou na oposição, tanto faz, eles sempre fazem essa caricatura muito torpe, muito grotesca, pra deformar e distanciar o conceito de direita da realidade, pra estigmatizar.

E botar medo nas pessoas que não tem ideologia, posicionamento, e são apartidárias, para que se sintam constrangidas e forçadas a ser contra a direita, sem saber o que é direita de fato, e ao mesmo tempo, para envergonhar os que são de direita de verdade, para que não se posicionem como tal, para não ser mais execrado e enxovalhado por todos os lados e caia em desgraça social. Esse que é o objetivo dessa INSISTÊNCIA em repetir sem parar essas asneiras.

O objetivo de chamar alguém ou algum grupo de EXTREMA DIREITA é de dizer que direita não presta, e que todos os que seguem as ideias contrárias ou divergentes da esquerda sempre serão RADICAIS, INTOLERANTES, PERIGOSOS, potenciais assassinos, gente extremista quase terrorista. É essa a intenção em usar esse termo.

Já ficou muito claro que isso tem a mínima procedência. E não precisa mais dizer que os extremistas na realidade são eles, os esquerdistas.

2 – “ultraconservador”

Esse termo é ridículo.
Assim como a fazem com a palavra “EXTREMA”, eles empregam a palavra “ULTRA” para transmitir uma idéia parecida, de algo EXAGERADO, EXCÊNTRICO, EXTRAVAGANTE, MUITO ACIMA do tolerável, MUITO ALÉM do que é devido, RADICAL, algo que está fora da realidade, algo perigoso, rigoroso, intolerante, petrificado, imóvel, que não se mexe, e não aceita mudanças de nenhuma espécie, que é contra o “progresso” que eles da esquerda “representam” e defendem e “executam”.

Enfim, querem dizer, em último sentido, que quem é ultraconservador é contra o progresso social, que são pessoas extremamente difíceis, radicais, rígidas, intolerantes, que não aceita, as divergências nem as diferenças, que são pessoas que são contra os direitos dos outros, e contra a concessão de novas liberdades individuais, e coisas assim, sempre nesse sentido, que não aceitam mudanças “positivas” na sociedade.

Qualquer pessoa que for contra qualquer mudança intencionada pela esquerda, será obrigatoriamente, invariavelmente, chamado pelo rótulo de ULTRACONSERVADOR.

Pois pretendem vexar tal pessoa ou grupo, jogando contra a opinião pública, que eles dominam, para forçar tal grupo a ceder à pressão, pra não ficar feio pra esse grupo, como se for contra as investidas da esquerda fosse algo ruim.

É sempre assim. Um procedimento padrão.

Uma das várias estratégias da receita da cartilha revolucionária do “Tio” Lênin. Sempre usam dessa estratégia da manipulação dos conceitos, da linguagem, do jogo de pressão psicológica, do constrangimento moral, pra forçar as pessoas a obedecerem ou não se oporem ao projeto marxista de poder, para tirar essas pessoas do caminho, e forçá-las a ceder, para que eles (os esquerdistas) possam levar adiante seu projeto de transformação social, para criar aquilo que eles entendem como melhor, não importando a opinião da maioria.

Passam por cima da opinião da maioria como um trator. E cinicamente dizem que representam o povo. E quem se opõe é chamado de ultraconservador, extrema direita, e outros rótulos.

3 – “reacionário”

Esse adjetivo é CLÁSSICO! Quem nunca foi chamado de reacionário na vida levanta a mão. Ah ah ah ah ah … Esse aí, faz-me rir. Eu riu porque esse termo só quer dizer que a pessoa REAGE contra algo, contra alguém, contra algum grupo, contra alguma ideia, ou proposta, ou investida.
A palavra reacionário vem do verbo REAGIR. Em espanhol fica até mais fácil associar, e perceber a origem etimológica. Pois em espanhol, reagir se fala REACIONAR. Quando alguém reage, se diz que alguém REACIONA.

Exemplo: Se alguém provoca outra pessoa, e essa pessoa reage à provocação, em espanhol se diz assim: Aquello hombre reacionó a las provocaciones daquel. (aquele homem reagiu às provocações daquele)
Reacionário é quem REAGE (não interessa contra o quê). Só isso, nada mais. Não significa mais nada além disso.

O que muda é o objeto que gerou a reação, ou qual a motivação, o interesse que gerou a reação. Aí sim, poderemos saber se a reação é válida ou inválida, se é justa ou injusta, se procede ou não. Mas enquanto não se apura as causas, e não se compreende o contexto, não se pode julgar e tachar de maneira negativa ou positiva. Nesse sentido, todas as pessoas foram, são e serão reacionárias em algum momento da vida.

Pois todo mundo reage ou já reagiu e ainda reagirá contra algo que considera errado, injusto, leviano, estúpido, arbitrário, indevido, absurdo, etc, etc, etc… Quando o pastor Marco Feliciano foi eleito Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, houve uma reação VIOLENTA da esquerda contra o cara, pois ele era e é um empecilho aos projetos da agenda do Movimento GLBT.

Logo, a REAÇÃO da esquerda foi IMEDIATA, quase que instantânea.
Viram só como a própria esquerda é ela mesma REACIONÁRIA?
Quando o Collor fez aquelas lambanças em 1992, a esquerda inteira REAGIU aos planos econômicos e financeiros do então presidente, e se mobilizaram para derrubá-lo. (não estou criticando o impeachment, viu seus imbecis, esquerdopatas idiotas de plantão, e demais esquerdolóides intelectualerdas, estou só mostrando como a esquerda também REAGE, e se opõe as coisas que considera errada).

A esquerda naquele momento mostrou-se super “REAÇA”. A diferença é que, quando eles lutam contra algo que eles consideram errado, eles PODEM, mas alguém ou algum grupo reage contra eles e os atrapalha de alguma maneira, aí NÃO PODE, porque aí quem fizer isso é um fascista ultraconservador de extrema direita machista racista reacionário *****, imperialista, lacaio do grande capital, instrumento da mídia golpista, blá blá blá… Como se eles mesmos não fossem (reacionários)… Veja você a cara de pau, o cinismo atroz.

Mas continuando com o exemplo do pastor… Quando foi apresentado o projeto que retira as barreiras impostas pelo Conselho Federal de Psicologia, que visa permitir aos psicólogos oferecerem sem serem punidos, terapia aos homossexuais que se sentem infelizes e incomodados com sua condição, a iniciativa apenas retira aqueles artigos do Código de Ética do Conselho Federal de Psicologia, e nada mais, houve a gritaria e o berreiro de toda a esquerda raivosa, e principalmente da extrema esquerda radical, do movimento GLBT. O barulho foi geral.

Eles imediatamente REAGIRAM contra tal projeto. Não aceitaram de jeito nenhuma que se fizesse esse AVANÇO em direção aos verdadeiros direitos humanos, não quiseram essa mudança no estado de coisas atual, pois isso atrapalha a militância. Ou seja, os direitos dos gays que se encontram nessa situação aflitiva que se danem, devem ficar sem terapia alguma, e quem oferecer deve ser punido. É assim que esse movimento pensa e age.
Quem é contra os direitos humanos mesmo? Quem são os verdadeiros fascistas? Acho que não precisa responder.

Deu pra vocês verem, e perceberem, como a esquerda reage virulentamente quando lhes interessa. E, portanto, também são reacionários. Isso mostra que ser reacionário nada mais é do que REAGIR contra aquilo que se considera errado, absurdo, injusto, inadmissível, contra seus valores, contra aquilo que fere os bons princípios, e assim por diante… até mesmo REAGIR contra coisas boas, por causa de interesses escusos, como faz a esquerda.

Nos anos 80 e 90 o PT era contra tudo e contra todos, foram extremamente REACIONÁRIOS contra todas as medidas favoráveis ao povo.
Foram contra a constituição de 88, foram contra o pacto a favor do Brasil, que o falecido Itamar Franco propões, para todos os partidos se unirem a favor do país, foram contra o plano Real, e assim por diante.
Se tem um partido REAÇA pra ca*****, esse partido é seguramente o PT!

A história mostra isso. Foram contra as privatizações, agora defendem.
Foram contra a criação do programa bolsa família pelo governo de Fernando Henrique do PSDB, inclusive foram os petralhas que apelidaram o programa de BOLSA ESMOLA, e agora defendem, virou o programa de VALE VOTO PETISTA, e quando a gente chama o Bolsa Família de Bolsa Esmola, agora eles acham ruim. E assim vai.

No entanto, voltando ao sentido original da palavra, qualquer pessoa pode, e a bem da verdade, DEVE, em boa parte dos casos, ser reacionária. Como por exemplo, essas manifestações que ocorreram em junho/2013 por todo o Brasil. Isso foi uma clara demonstração de REAÇÃO POPULAR.
Povo REACIONÁRIO, REAGINDO contra tudo que não presta, que esse governo corrupto, cleptocrático do PT, instalou no Brasil. Os políticos queriam aumentar o preço das passagens de ônibus, e houve REAÇÃO.
Ninguém aceitou o aumento. Um comportamento tipicamente REACIONÁRIO.

Isso é ser reacionário.

É REAGIR contra algo, contra alguém, contra alguma medida, contra alguma investida, contra algum projeto, ou qualquer coisa que não concorda e considere errado, injusto, absurdo, incoerente, abusivo, indevido, etc…

Então, vamos parar com essa palhaçada, com essa frescura, e com essa putaria, e vamos entender DE VEZ essa palavra, e compreender que ser reacionário não é sinônimo de ser apenas do contra, de ser marrento, ou pessoa burra, ignorante, perverso, de má fé, que é contra o avanço, contra o progresso, contra as mudanças positivas, como se todas as mudanças fossem boas e positivas, é claro que não.

A PEC 37 pretendia avançar mais um degrau no projeto socialista do PT, e foi RECHAÇADA. A reação popular foi contra!

Certamente, para o ponto de vista petista, foi um retrocesso, mas para quem DECIDIU pela manutenção da lei atual, quem lutou para CONSERVAR o direito do Ministério Público investigar políticos, agiu como um CONSERVADOR, ou seja, sem aventuras, sem irresponsabilidades. Isto é, foi contra uma mudança RUIM. Outra vez o povo foi reacionário, reagiu contra aquilo que não presta.

O problema, é que a esquerda usa e abusa dos termos, aplicando-os sempre em sentido pejorativo, pra passar a ideia e despertar sentimentos de repulsa, ódio, rejeição e preconceitos contra os que são contrários aos seus projetos e ambições, como se eles (os esquerdistas) fossem representantes da maioria, como se que todas as suas ideias e propostas fossem dignas, justas, puras, santas e corretas. E sabemos que não é!
Numa democracia, é de suma importância ser REACIONÁRIO.

Esse é o papel da oposição. Reagir contra abusos, erros, absurdos, desmandos, e aspirações totalitárias. Se o povo não tivesse agido como conservador e não tivesse sido reacionário, o PT já teria imposto o desarmamento em 2005, já teria implantado o PNDH-3, e já teria controlado toda a imprensa com o seu marco regulatório, e assim por diante. Reagir contra aquilo que está errado é mais do que um direito, um DEVER!

EU SOU REACIONÁRIO. POIS REAJO CONTRA TUDO AQUILO QUE NÃO PRESTA!

E você? Reage contra uma proposta absurda e indecente? Se sim, então você é reacionário.

4 – “burguês”

Esse é bem idiota. Pois a grande maioria dos esquerdistas gosta de usar aquela frase muito cretina do falecido cantor Tim Maia, que disse: “O Brasil é o único país do mundo em que **** goza, traficante usa droga e pobre é feliz sendo de direita”. Ou seja, na concepção TORPE dessa gente CRETINA, pra pessoa ser feliz tem de ser de esquerda. É aquela velha mania, ou cacoete, de dizer que tudo o que não presta é de direita, e tudo o que é bonzinho, útil, excelente, é de esquerda.

Uma visão bem TOSCA e INFANTIL. Repetida décadas a fio por pura ideologia. Ser de direita já foi explicado, não vou repetir tudo outra vez aqui. Tim Maia que me desculpe, gostava dele como cantor, mas como cidadão, ele era uma lástima! Na cabeça de esquerdistas, qualquer pessoa que seja contra a ideologia deles, TEM DE SER OBRIGATORIAMENTE UM BURGUÊS, alguém da “classe dominante”, da classe rica capitalista, exploradora.

Ou seja, na cabecinha cheia de ***** deles, todos os ricos e poderosos, e exploradores sociais são capitalistas, e todos são contra a ideologia marxista. E não são capazes de conceber, por exemplo, que grandes capitalistas, como aquela gente ricaça do grupo dos GLOBALISTAS OCIDENTAIS, são os que mais fomentam o socialismo, e grandes empresários do Brasil dão dinheiro ao PT e à esquerda em geral.

São pessoas que não entendem o que é liberalismo econômico, nem estado democrático de direito. E que o capitalismo é a melhor via para a queda dos preços, e melhoria das condições de vida da população, e a melhor solução para os pobres. Esquerdopatas veem tudo ao contrário, percebem a vida e interpretam as coisas sempre às avessas. É um bando de idiotas mesmo.

5 – “fascista”

Esse termo, juntamente com os dois anteriores, é CLÁSSICO.
No tempo da segunda guerra, quando Rússia e Alemanha atacaram juntos a Polônia, ambos diziam, vejam só vocês, que estavam invadindo para derrubar o governo “FASCISTA” da Polônia. Parece brincadeira um troço desses, mas foi assim que fizeram. A mesma coisa o exército de Hitler fez quando invadiu da Finlândia, diziam que era preciso derrubar o regime fascista que vigorava naquele país. Desde quando a URSS foi criada, que esse pessoal chama qualquer opositor ou algo indesejado que eles querem derrubar, de FASCISTA.

Fascismo, pra quem não sabe, foi o nome dado ao Regime Italiano sob comando de Benito Mussolini, que era, vejam vocês senhoras e senhores, UM DISSIDENTE do movimento revolucionário soviético. Sim, um dissidente. Jamais um opositor.

Pra essa gente comunista, socialista, leninista, divergir ou se opor é a mesma coisa. Você tem de obedecer integralmente. Se discordar um mais da linha do permitido, até onde eles toleram, e começar a desagradar ou atrapalhar, então você se torna naquele momento um FASCISTA.

Mussolini pertenceu a grupos de esquerda comunista/socialista, e num dado momento percebeu os erros da ideologia soviética, e divergiu em alguns pontos. E criou seu próprio regime, que era também uma forma, uma nova versão de socialismo, mais brando, mas era socialista também, que ele e seu grupo deram o nome de Fascismo, devido à palavra italiana “fascio”, que significa um FEIXE DE VARAS UNIDAS E BEM AMARRADAS.

Porque “fascio”? Porque eles usaram essa simbologia? Isso era uma representação da ideologia do partido fascista, que entendia que a sociedade era constituída por diversas partes, diversos seguimentos, que, se isolados, poderiam ser “partidos” como uma vara isolada, que quando submetida à pressão poderia se romper, como as diversas partes da sociedade poderiam ser arruinadas, por conta de grupos rivais, ou intervenções estrangeiras, etc…

No entanto, se todos os seguimentos se unissem num único objetivo, e todas as partes, ou “varas” desse feixe fossem bem unidas em torno de um propósito, de um ideal, a sociedade seria muito forte, e difícil de quebrar.
Seria como aquele diz aquele nosso ditado popular “a união faz a força”.
O fascismo não era um regime de um poder único e totalitário. Mas um regime em que havia divisão de poderes. Havia a monarquia, havia a liderança de Mussolini e seu partido, e havia a Igreja.

Tanto é, que foi Mussolini quem cedeu parte do território de Roma, um bairro chamado de Vaticano, para a Igreja Católica, e que acabou se transformando na sede mundial da Igreja, sede de seu estado monárquico religioso. Se o Fascismo fosse um regime ao estilo Stalinista, o Vaticano nunca teria existido. Como o Mussolini traiu a revolução russa, que se expandia pelo mundo afora, ele foi chamado de traidor, e todos os traidores, ou opositores, ou qualquer grupo ou pessoa que represente minimamente uma ameaça aos ideais da esquerda, será sempre chamado de FASCISTA!

Depois que o Regime Nazista traiu também a expectativa revolucionária russa, o movimento revolucionário internacional, comandado desde Moscou passou a espalhar pelo mundo uma campanha contra o nazismo, chamando-o de FASCISTA. Como a esquerda chama de direita tudo aquilo ou qualquer coisa que se oponha ou divirja minimamente de seus interesses, não demorou muito, e se seguiu uma campanha monstro de rotulação do nazismo, chamando-o de “extrema direita”.

E ainda hoje tem ******, *****, ignorante, papagaio que ouve ***** e sai por aí repetindo sem saber o que está dizendo. Sendo que, todo mundo sabe (TODO MUNDO QUE ESTUDA E SE INFORMA, SABE) que o Nazismo era SOCIALISTA, por isso se chamava de NACIONAL SOCIALISMO. E Hitler era partidário das ideias marxistas. Seu livro dizia isso. Revelava seus pensamentos, sua ideologia.

Os nazistas apenas não concordavam com a estatização total, como queriam os soviéticos. Os nazistas queriam o controle efetivo da economia, e não a estatização total. Os nazistas faziam a mesma coisa que a China faz hoje. E a mesma coisa que o PT vem fazendo no Brasil, gradualmente sem o povão perceber. A esquerda é assim:

Quando você se opõe a qualquer coisa que eles pretendam fazer, eles se sentem oprimidinhos, pois acham que tem o direito total, ilimitado, irrestrito de fazer o que eles bem entenderem, o que quiserem, o que lhes dá na telha, a primeira vontade que tem, acreditam que tem o consentimento de tudo e de todos, a licença pra fazerem todos os seus caprichos.

Mas aí, quando encontram alguma oposição, se sentem frustrados, e chamam que tais pessoas são “impostores”, são “insolentes”, “atrevidos” que ousaram impedir seus desejos, chamam essas pessoas de FASCISTAS, pois no entendimento deles, que se opõe a eles são necessariamente pessoas autoritárias, que não tem coração, são más, cruéis, frias, negativas, que não deixam, ou não permitem que eles sejam felizes e façam as coisas do jeito deles, consideram pessoas mal intencionadas, que não deixam eles fazerem o que eles querem.

Ou seja, tem de deixar eles aprontarem o que quiserem, e o resto do povo que se dane. Então, quando algum esquerdopata te chamar de FASCISTA, manda ele tomar ** ***** ** **! Manda se *****, e pronto! Diga assim: “fascista é o ** ** *** ***”, ou da tua avó, ou o ****dele mesmo, sei lá. Xingue de volta e manda ** *****. Quem é fascista afinal de contas, no sentido de ser ditador, absolutista, como eles chamam?

Fascista é quem não aceita ser contestado (como eles), e quem quer impor seus projetos sem que a maioria discuta (como eles), que impõe como uma ordem hierárquica militar, que vem de cima para baixo, numa vertical, e que deve acatar descendo goela abaixo, na marra contra a vontade da maioria (como eles fazem). Se você ou eu, ou qualquer outra pessoa, ou grupo reagir contra isso, somos “FASCISTAS”.

Entende?

Se alguém contesta alguma coisa e/ou se opõe e não deixa a esquerda livre pra fazer o que bem entende, começa a choradeira. Um exemplo disso é o caso do Bolsonaro contra o Kit Gay. Ele se opôs a imposição desse material OBSCENO pra crianças de 4 a 6 anos de idade, que corretamente não pode ver esse tipo de coisa, nem mesmo se fosse um vídeo pornô heterossexual, pois é absurdo erotizar crianças na tenra idade, e por isso, o nobre deputado foi chamado de FASCISTA! A mesma coisa fazem com o Marco Feliciano.

Ele apenas preside a comissão, ele não é o juiz que decide, que bate o martelo e emite a sentença condenatória ou a absolvição. Não é ele quem decide quais projetos devem ser discutidos ou rejeitados. A análise dos projetos de lei obedecem ao REGIMENTO, a sua entrada, ao protocolo.

E todos os membros da comissão discutem os projetos da pauta do dia, e votam. Se aprovado, o projeto vai para a Comissão de Constituição e Justiça, onde passa pelo mesmo procedimento. Só depois, se aprovado nesta última comissão, tal projeto segue para o plenário da Câmara pra ser discutido e votado.

Se for aprovado, segue ainda para o Senado, onde passa pelo mesmo processo. E só depois de aprovado pelo Senado, é que segue pra Presidência da República para ser sancionado. E só então, depois disso tudo, é que o projeto vira lei. No entanto, o Feliciano é chamado de Fascista porque ele se posiciona contra o casamento gay, e é a favor da permissão para psicólogos oferecerem ajuda a homossexuais infelizes com sua condição.

Ele não persegue gays, não ofende os gays, não maltrata ninguém, no entanto, segundo o movimento GLBT, e demais esquerdistas, esquerdopatas, e pessoas esquerdinhas da sociedade, ele é fascista.
Veja você o absurdo. Como foi dito acima, fascismo era um regime autoritário, jamais totalitário. E nunca empreendeu nenhum genocídio contra sua própria população italiana, nem contra ninguém.

O Feliciano apenas preside a comissão, é tão somente o condutor dos trabalhos, o maestro que conduz, é o mestre de cerimônia, digamos assim, e nada mais. Quem decide contra ou a favor dos projetos, são TODOS OS DEPUTADOS ALI PRESENTES.

Se o Feliciano sai da presidência da comissão, e entra um petista, e a maioria dos deputados que integram a comissão forem contra tal projeto, ele perde, e é arquivado. Não muda nada. O que manda mesmo, É SER MAIORIA. Se a maioria é contra ou a favor é o que decide. Se a maioria for a favor do casamento gay, e o Feliciano for o presidente, ele não poderá anular a decisão daquela comissão, pois ele apenas conduz os trabalhos, não veta nada. Ele não tem poder de veto. Isso não existe.

Portanto, se alguém é fascista, ou autoritário, esse alguém, ou esse grupo são os ESQUERDOPATAS! Repare que tudo o que eles xingam as pessoas, é o que eles mesmos são. Como dizia Lênin, ao orientar os revolucionários contra os inimigos:

“Acuse-os daquilo que você mesmo faz, xingue-os daquilo que você é”.

Isto é, faça o mal, e coloque a culpa no seu adversário, no seu inimigo, naquele a quem deseja destruir ou tirar do caminho.

INVERTA A REALIDADE, e vire a mesa na força, na marra, no berro, a seu favor, e dane-se se é lógico, se é ilógico, se é racional ou irracional, se é justo ou injusto, se é moral ou imoral… isso não importa, eles que se danem, o que interessa é estar sempre por cima, e causando, mandando, e conduzindo, determinando, e fazendo acontecer do jeito como a esquerda quer!É assim que funciona a coisa para os esquerdopatas.

6 – “nazista”

É a mesma coisa que xingar de fascista, com a diferença que está apenas querendo dar uma ideia de algo mais metódico, mais nocivo, virulento, discriminatório. Não tem fundamento também. Mesma *****.

7 – “racista”

Eles chamam de racista qualquer um que for contra as políticas ditas “afirmativas”, que “compensam”erros históricos, como se os escravos fossem ou pudessem ser ressarcidos ou reparados através de seus bisnetos, ou tataranetos, … **** absurdo.

Se alguém faz uma critica a alguém de outros estados, exemplo, um paulista fala mal de um nordestino, seja lá o seu motivo, logo é chamado absurdamente e irracionalmente de racista, como se nordestino fosse raça, paulista fosse raça, carioca fosse raça, e coisa assim. Confundem procedência nacional com raça. É incrível como alguns esquerdopatas chegam a esse ponto.

8 – “machista”

Mesma coisa que ser chamado de racista. Acusa quem se opõe a políticas publicas idiotas da esquerda, em prol da mulher, que na verdade geram distorções, ou qualquer coisa que você (homem) diga contra as mulheres, mesmo que esteja COBERTO DE RAZÃO. Se você diz aquilo que desagrada a elas, ou à esquerda em geral, cujo movimento feminista é um dos seus braços de atuação, juntamente com o braço GLBT, então, você é machista.
Ser chamado de machista, racista, fascista, ou qualquer outro “ista”, é sinal que você desagrada à esquerda. Só isso. Quando a esquerda discorda e é reacionária, crítica, etc… eles dizem que é direito de liberdade de expressão, e livre exercício da cidadania, e pleno uso do estado democrático de direito.

Quando a situação se inverte, aí é fascismo, machismo, racismo, nazismo, blá blá blá, etc e tal. Como dizia o falecido Millôr Fernandes, “Democracia é quando estamos no poder. Quando são os outros, aí é ditadura”.

9 – “homofóbico”

Qualquer pessoa que discorde do movimento GLBT. Homofobia é a aversão patológica, que faz alguém desejar a morte de um gay, a ponto de poder chegar às vias de fato. A esquerda AMPLIOU o sentido do termo, e aplica ele indiscriminadamente, usando e abusando do termo, qualificando de conduta ou ato homofóbico qualquer desagrado que a pessoa sente as reivindicações do movimento GLBT.

Já falei sobre isso nos meus outros artigos. Não reescreverei de novo aqui, e não perderei meu tempo copiando e colando nada. Quem quiser que veja esses artigos. Claro que os fascistas ou stalinistas são eles, da esquerda!
Óbvio. Gozado, ou estranho, que regimes muito piores, muito mais sangrentos e realmente totalitários como o Stalinismo e o Maoísmo, nunca são usados como xingamento. Já perceberam?

Quando querem te xingar de pessoa autoritária, desumana, que é contra os direitos dos outros, que você não presta, etc, eles só xingam os outros de fascistas, nazistas, e demais coisas… nunca chamam a pessoa ou grupo de STALINISTAS, ou MAOÍSTAS. Isso revela muito sobre a natureza deles, quem eles realmente defendem.

10 – “lacaio do grande capital” ou “imperialista”

Esse termo é o como chamar de “burguês”, ou defensor do sistema que “oprime” o pobre ou a classe trabalhadora. Nada mais nada menos, quer dizer que o esquerdista odeia quem defende o liberalismo econômico juntamente com uma democracia nos moldes tradicionais.

Qualquer um que defende esse modelo e se posicione contra “la revolución” esquerdista, contra o socialismo deles, eles vão chamar de “lacaio do grande capital”, ou o tradicional xingamento, “imperialista”.
Pois na cabeça DOENTIA desses canalhas, eles acham que os Estados Unidos são o império do mal, ou o lado negro da força, como aquele filme do Star Wars, onde Luck Skywalker lutava contra o “império” de Darth Vader.

Sendo que o próprio Che Guevara, antes de falecer, havia saído de Cuba ao se decepcionar com a situação cubana, e se juntou aos guerrilheiros bolivianos, dizendo que a União Soviética ERA IMPERIALISTA. E depois de algum tempo foi MORTO. E “estranhamente”, a culpa recaiu sobre as costas de quem? Claro, caiu na conta dos EUA. Pra três finalidades.

1) Colocar a culpa nos EUA, e reforçar o sentimento anti capitalista, e manchar mais ainda a reputação dos EUA no mundo.

2) Eliminar o estorvo para “La revolución”, pois havia divergido, e criado problemas para Fidel e seu bando, pois tinha idéias distintas sobre socialismo, e o tipo de administração que desejava implantar na ilha. Tinha muitos simpatizantes, e estava criando problema para os planos da URSS e Fidel.

3) Criar o mito, para ser usado como estímulo e inspiração para os jovens do mundo todo, como ícone da revolução.Há documentários que passaram na TV e que internautas postaram no YouTube, só não vê quem não quer. Claro que esses três itens são UMA SÍNTESE que fiz.
Tem de colher as diversas informações dos diversos documentários, juntá-las com outras informações de livros, e formar a conclusão.

11 – “agente da CIA” ou “agente do Mossad”

Essa é outra coisa ridícula. Os esquerdistas acusam todos os que divergem da ideologia deles de agentes da CIA ou do Mossad. Pra quem não sabe, a CIA é a agência de inteligência dos EUA, e o Mossad é a agência de inteligência de Israel. Na cabeça de todo esquerdopata, esses dois serviços secretos, representam o maior mal do mundo, pois são a polícia ou o centro de coordenação estratégica do “grande capital”, ou do “imperialismo”, como eles gostam de chamar.

Isso é de uma imbecilidade tamanha, que nem perco meu tempo aqui. O que de fato é perigoso, é a KGB, a agência de inteligência da União Soviética, e hoje em dia é só da Rússia, mas está presente em todo o mundo, ainda patrulhando, ainda influenciando, ainda manipulando, ainda mantendo o Kremlin informado de todas as coisas que ocorrem no mundo.

Muitos esquerdistas NEM SABEM que essa agência russa ainda existe, e acreditam que ela foi extinta só porque a URSS caiu em 1991, ou porque trocou de nome na virada do século, passando da sigla KGB para FSB.
Outros esquerdistas sabem disso. Mas fingem que não sabe. Toda essa coordenação do Foro de São Paulo é obra da KGB. O esquema dos BRICS, também é da KGB em parceria com a China, e com os “lacaios do grande capital”, que são os globalistas ocidentais, parceiros e financiadores da revolução russa e da URSS.

O problema é que os esquerdistas são tão burros, tão ignorantes, e alienados, alijados do processo histórico, que nem eles entendem o que está acontecendo. E por instruções de Moscou, a Internacional Socialista espalhou esse comportamento entre a militância, pra dessa forma, servir aos propósitos revolucionários, de colocar a culpa em quem eles desejam destruir, que no caso são Israel e os Estados Unidos, e encobrir as atividades da KGB.

Sempre foi assim, e sempre será, é a praxe do movimento revolucionário, e é assim que esses militantes e militontos de ***** aprenderam no partido.
E continuam a repetir essa ladainha até hoje.

12 – “olavete”

Esse xingamento é mais recente.
Se refere ao ódio que eles tem do jornalista, escritor e filósofo Olavo de Carvalho, o maior pensador brasileiro em atividade hoje em dia.
Olavo de Carvalho foi MILITANTE de esquerda, filiado ao PCB, era membro do sindicato dos jornalistas e fazia o recrutamento de jornalistas para o movimento revolucionário ocupar as redações dos principais jornais da época do período do regime militar, para cumprir a agenda da revolução gramsciana da esquerda.

A primeira matéria que falava bem de Vladmir Herzog após sua morte, exaltando-o e fazendo propaganda marxista contra a “direita”, foi primeiramente escrita pelo Olavo de Carvalho. Com o tempo, Olavo foi vendo que o movimento revolucionário era um movimento PODRE, e saiu da militância algum tempo depois, como ele mesmo diz, era “um ambiente de moralidade baixíssima”.

Progressivamente, passou a se desintoxicar da ideologia marxista leninista, lendo os clássicos da filosofia, e do liberalismo econômico, compreendendo que direita não era nada daquilo que era dito e imposto dentro do movimento revolucionário. Olavo estudou muito, leu muitos teóricos do marxismo, leu livros de Marx, de Lênin, e de muitos outros autores, e também os autores modernos.

Estudou diversas outras correntes de pensamento, tradições, e se tornou o maior filósofo BRASILEIRO da atualidade, com muitos livros, artigos de jornal, e muitas vídeo aulas de filosofia gravadas. Possui um currículo com muita produção intelectual de alta qualidade, com uma bagagem cultural invejável, capaz de citar livros, autores, e fazer uma reconstituição histórica com muita facilidade.

Por conta dele ser um EX-COMUNISTA, ele conhece essa porcaria como ninguém no Brasil, viu e viveu dentro desse universo esquerdista, e conhece os bastidores, os meandros do movimento revolucionário. Como ele DESMASCARA a esquerda, e DESMENTE tudo o que a esquerda inventou, DEMOLINDO OS MITOS e restaurando a verdade, e mostrando os fatos para qualquer pessoa interessada, isso gerou um ódio muito grande da esquerda.

E como vingança, os esquerdistas, e demais pessoas lesadas pelo marxismo cultural chamam aqueles que GOSTAM e que citam o Olavo de Carvalho pela alcunha de “OLAVETES”, pretendendo com isso DIMINUIR essas pessoas, chamando-as de idiotas, de gente burra que não tem cérebro, que acredita nas “baboseiras” e “sandices” ditas pelo dito filósofo, e que, portanto, que segue o Olavo é um babaca.

Visa afugentar as pessoas, para que fiquem com medo de serem identificadas como simpatizantes, para que não endossem nada do que o Olavo explica e revela, porque senão serão xingadas de “olavete”, é uma estratagema bem BAIXA, digno de ESQUERDOPATA mesmo.
Eles acham que esse procedimento vai impedir as pessoas de se conscientizarem. Estão DESESPERADOS, pois foram expostos, e o constrangimento os obriga a calar a boca de todo mundo, e a querer controlar o que as pessoas leem e ouvem. Não querem que a revolução retroceda, por isso apelam pra esse tipo de expediente.

Na realidade, esse xingamento NÃO REFUTA ABSOLUTAMENTE NADA de todas as coisas que o Olavo explica, revela, e denuncia. Repare que o conteúdo em si, as matérias, os argumentos, os fatos apresentados e explicados pelo Olavo de Carvalho NUNCA são objeto de discussão.

Os esquerdistas e simpatizantes nunca entram no mérito das questões.
Ou fogem do debate xingando as pessoas de “Olavetes”, ou então usam os termos padrão, que já expliquei acima, ou tudo junto. Isto é, os esquerdistas são DEFICIENTES intelectuais, bando de LESADOS, e de marionetes do movimento revolucionário.

Agem por puro automatismo, agem, pensam e reagem por espasmos, por reflexo condicionado, pois são adestrados e doutrinados pra isso. Esquerdistas e simpatizantes, e demais pessoas da população vítimas inconscientes do marxismo cultural são como papagaios, ouvem várias vezes a mesma coisa, e não estudam, e só sabem repetir chavões, frases feitas, rótulos, e estereótipos. Ou seja, os esquerdistas são ridículos!

Como a esquerda engana você

Essa é a Lógica Dialética empregada pela Esquerda pra desorientar você, pra confundir a opinião pública, e assim, vencer os adversários e inimigos, dominar e subjugar a população alienada. Pare de ser enganado.

Fonte: http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-explicando-os-termos-usados-pela-esquerda

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Bolo de milho

This one is delicious!

This one is delicious!

 

INGREDIENTES

– 4 ovos
– 1 colher de sopa de manteiga
– 100 g de coco ralado
– 1 colher de sopa rasa de fermento em pó
– 2 latas de milho
– 1 lata de leite condensado

PREPARO

No liquidificador, bata os ovos, a manteiga, o milho e o leite condensado. Em seguida bata rapidamente o fermento, e por fim adicione o coco ralado e misture em seguida (sem bater no liquidificador); pode usar coco em flocos.
Distribua a massa em uma forma untada e polvilhada com farinha de trigo.
Levar para assar por aproximadamente 40 minutos.

Dica: SIRVA GELADO! Eu, particularmente, prefiro assim!

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Enabling Aero Transparency on Win 7 Starter / Home Basic (and a lot more)

OMG! It’s here and it’s damn real! I can’t believe they finally made it!

 

Beautiful, isn't it?

 

Here’s how to do it in your pc [just remember you will only need to do this if you have a stock Win 7 Starter / Home Basic]

1. Uninstall Personaliation Panel and Personalization panel DWM controller in case these were previously installed
2. Apply the patch. Your Windows will be automatically rebooted. Just wait… Destroy your finger nails waiting some more… And then TA DA!
3. Enjoy the awesomeness!

Download link: http://winaero.com/download.php?view.13

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Lá vem Cabral (ótimo nas rodas de amigos tomando uma cervejinha!)

Esta brincadeira faz a língua enrolar,
Você deve repetir tudo o que eu falar,
O escolhido será quem eu apontar,
E aquele que engasgar,
Da brincadeira vai se retirar.

Eu falo e sem erro você deve repetir,
Tem que responder ligeiro e sem refletir,

– Lá vem Cabral!

– Lá vem o cachorro que mordeu Cabral!

– Lá vem o pau que matou o cachorro que mordeu Cabral!

– Lá vem o fogo que queimou o pau que matou o cachorro que mordeu Cabral!

– Lá vem a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou o cachorro que mordeu Cabral!

– Lá vem a vaca que bebeu a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou o cachorro que mordeu Cabral!

– Lá vem a faca que matou a vaca que bebeu a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou cachorro que mordeu Cabral!

– Lá vem a pedra que amolou a faca que matou a vaca que bebeu a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou cachorro que mordeu Cabral!

– Lá vem o homem que pegou a pedra que amolou a faca que matou a vaca que bebeu a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou cachorro que mordeu Cabral!

– Lá vem o tigre que comeu o homem que pegou a pedra que amolou a faca que matou a vaca que bebeu a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou cachorro que mordeu Cabral!

– Lá vem a flecha que matou o tigre que comeu o homem que pegou a pedra que amolou a faca que matou a vaca que bebeu a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou cachorro que mordeu Cabral!

– Lá vem o índio que atirou a flecha que matou o tigre que comeu o homem que pegou a pedra que amolou a faca que matou a vaca que bebeu a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou cachorro que mordeu Cabral!

– Lá vem a morte que levou o índio que atirou a flecha que matou o tigre que comeu o homem que pegou a pedra que amolou a faca que matou a vaca que bebeu a água que apagou o fogo que queimou o pau que matou cachorro que mordeu Cabral!

Fonte: Wagner de Almeida Posso

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E o brasileiro continua se importando somente com Ivete Sangalo e Claudinha Leitte…

… ou, Três embustes do Brasil Maravilha:

Faço uma ligeira pausa nos posts sobre as manifestações deste 7 de Setembro para um registro inadiável. Em sua coluna desta quarta-feira, o jornalista Carlos Brickmann implodiu com três notas de poucas linhas dois embustes cultivados com especial carinho pelos inventores do Brasil Maravilha: o milagre do álcool, a autossuficiência em petróleo e a eficiência espetacular da Petrobras. Na discurseira de Lula e Dilma Rousseff, são espantos de matar de inveja um magnata de filme americano. No país real, só existem na papelada registrada em cartório pelo palanque ambulante. (AN)

O álcool…

Lembra da revolução energética anunciada pelo presidente Lula, em que o álcool de cana brasileiro seria um dos combustíveis mais importantes? Bom, o Brasil está importando álcool faz tempo ─ principalmente dos Estados Unidos. Neste ano, a importação representa cinco vezes a de 2010: no total, 1,03 bilhão de litros contra 200 milhões do ano passado. E era para ser ainda maior, se o Governo não tivesse reduzido a mistura do álcool na gasolina de 25 para 20%.

…a gasolina…

Lembra da autossuficiência do Brasil em petróleo, também anunciada pelo presidente Lula? Neste ano, o Brasil já importou 3,1 milhões de barris de gasolina; e além das importações normais virão mais 550 mil barris por mês, para substituir os 5% de álcool a menos na mistura.

…o custo

No segundo trimestre do ano passado, o prejuízo da Petrobras com a importação de gasolina foi de R$ 108 milhões. No segundo trimestre deste ano, de R$ 2,28 bilhões. Traduzindo: o prejuízo foi multiplicado por 20.

Fonte: Augusto Nunes

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Tire a mão do bolso do contribuinte

Em vez da faxina propagada, a presidente Dilma Rousseff quer limpar mesmo é a carteira do brasileiro. Está rodando o País atrás de apoio popular para a volta da CPMF, o extinto e malfadado imposto do cheque. Sua tática foi herança do antecessor. Primeiro, vaza o assunto para sabujos da base aliada e no agosto do cachorro doido alguns do Congresso sussurraram a “salvação” para que todos ouvissem. Depois, a própria chefe chora a ausência de recursos para a área. Em seguida, a bancada dinheirista e a patroa esperam a grita. Se a reação não for à altura do ataque, se sentirão à vontade para tascar a mão nos trocados de quem transpira para conseguir.

A presidente reclama de cofre cheio. O que lhe sobra em verba, falta em razão. Se pretendesse de fato investir no setor, nem pensaria em acrescentar item ao maior fardo tributário do planeta. Dilma destinou R$ 70,9 bilhões à Saúde no Orçamento de 2011, pouco acima dos 70 bilhões que está dando aos bancos na acumulação de reservas internacionais e demais erros, como a remuneração dos juros, outro ranking assombroso liderado pelo Brasil. E assim desce a ladeira íngreme da eleição de prioridades.

Habitação é fundamental? Claro. Ergue-se o “Minha casa, minha vida”, infla-se o metro quadrado, empreiteiros festejam, especuladores fazem a bolha e o governo patrocina R$ 32 bilhões em subsídios de juros. Linguiça e picanha são vitais à cesta básica? Óbvio. Tomem R$ 7,4 bilhões para Sadia, Perdigão e JBS Friboi tirados do BNDES, a mãe dos espertalhões, que apenas em 2011 pagou 20 bilhões em subsídios de juros (de novo!) para grandes corporações e supera 280 bilhões aplicados por aí. Melhor não perder a conta: só em subsídios já são 90 bilhões, perto dos 100 pretendidos pelos secretários estaduais de Saúde.

Para a presidente, nada se resolve sem derrama. Quando ministra da Casa Civil, moveu mundos para manter a CPMF e jogou duro com opositores ao escândalo. O sofrimento ficou, por exemplo para os internos de entidades beneficentes, pois ela mandou reter até depósitos na Caixa referentes a emendas dos que acabaram com a extorsão do cheque. Agora, condiciona a aprovação da Emenda 29 à recriação do acinte, como se o saldo estivesse no vermelho — a Receita estima para este ano aumento de 11,5% na arrecadação. Dilma exige novo pé de dinheiro para cobrir o aumento de investimentos. Sua catrevage fala em legalizar jogos (a presidente não tem coragem, pois teme a repercussão) e apertar taxas de bebida e cigarro (usuários são os únicos contra), mas a tentação suprema é inventar imposto.

Na estratégia de lançar aberrações para aguardar o esperneio, Dilma diz que “melhorar a saúde sem dinheiro é demagogia”. Por essa teoria, dinheiro é somente o dos contribuintes, que planeja tomar via impostos. Não lhe passa pela cabeça reduzir os gastos com a companheirada, estancar os presentes para a banca estrangeira, conter os desvios e recuperar as somas surrupiadas. Enfim, algum esforço além de obrigar a sua gente no Parlamento a penalizar ainda mais quem trabalha e produz. Se a sociedade não se manifestar agora, pode acordar de bolso estourado.

Fonte: Demóstenes Torres

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Educação e Liberdade

N. do T.: o artigo a seguir foi adaptado para a realidade brasileira

De todos os passos que foram dados rumo ao caminho da servidão, qual foi o pior?

Em minha opinião, foi o de permitir que o estado educasse nossos filhos, seja diretamente por meio de escolas públicas, seja indiretamente por meio de escolas privadas reguladas integralmente pelo Ministério da Educação.

Dado que a educação que nossos filhos recebem é toda controlada por funcionários públicos, que operam dentro das normas estabelecidas por um sistema estatal, não é surpresa nenhuma que nossos filhos cresçam acreditando que:

— o estado é um árbitro justo, imparcial, amoroso e caritativo, ao contrário de empreendedores privados, que agem somente em interesse próprio;

— programas governamentais realmente entregam aquilo que prometem e, sem eles, as pessoas estariam em situação muito pior;

— sem a saúde e a educação públicas, e sem programas de assistência social do governo, todos morreríamos doentes ainda muito jovens, seríamos analfabetos e as ruas estariam repletas de pessoas passando fome; e

— o estado é o país, e é nosso dever patriótico apoiar toda e qualquer política idiota que o governo decida implementar.

A educação é um desastre.  Se você não acredita em mim, pergunte aos próprios políticos.  Todo ano de eleição eles aparecem para nos contar como a educação está terrível — crianças que não conseguem ler em idade já avançada, violência nas salas de aula, professores incapacitados e mal pagos, infraestrutura precária e aos pedaços, drogas sendo vendidas dentro das escolas, salas de aula com excesso de alunos etc.

É claro que todos os políticos têm na ponta da língua soluções que irão sanar todos estes problemas.  Porém, mesmo depois de eleitos, e de implementarem suas soluções, eles sempre voltam nas eleições seguintes dizendo como a situação da educação continua terrível.

A política e as escolas públicas

A primeira coisa que precisa ser entendida a respeito das escolas públicas é que elas não são instituições educacionais.  Elas são agências políticas — logo, são controladas pelo grupo que tenha mais influência política.  E isto exclui você e eu.

Não é de se estranhar, portanto, que suas políticas de ensino e de funcionamento sejam ditadas pelos sindicatos dos professores e dos funcionários, bem como pelas fantasias utópicas das universidades nas quais esses professores se formaram.  Não existe um sistema de recompensas ou de incentivos para inovações.  Mesmo os professores mais bem intencionados não têm oportunidades para utilizar métodos originais, lógicos e sensatos para resolver problemas rotineiros.  Não há nenhuma chance de se recompensar aqueles que demonstram um desempenho superior.  É a burocracia quem comanda tudo, e a ela todos devem ser submissos.

Para piorar, as escolas públicas acabam ensinando muitas coisas que iriam deixar os pais apavorados — isto se os pais soubessem exatamente o que se passa nas escolas.  Orientação sexual e “kit-gay” são apenas a ponta do iceberg.  Os alunos são ensinados a atormentar seus pais para que eles reciclem lixo, para que fechem a torneira do chuveiro enquanto estiverem se ensaboando durante o banho, e para que adotem inúmeros outros rituais da nova religião ambientalista.  Literatura clássica quase nunca é mencionada.  Quando o é, é apenas para mostrar como as pessoas já foram ignorantes e insensíveis, e não para mostrar aos alunos a complexidade da vida e a riqueza do idioma.

Tempo e recursos parece haver de sobra para ensinar as crianças a se conformarem com a ideologia e o pensamento politicamente correto da moda.  Porém, se os pais reclamam que seus filhos não estão aprendendo ciências, português, história e matemática, os políticos respondem que está faltando dinheiro, os professores respondem que são mal pagos e vários “agentes sociais” dizem que a nova metodologia de ensino, com maior ênfase na ‘consciência social do aluno’, é bastante superior ao velho e reacionário método clássico de educação.  E, no final, todos se unem para concluir que o grande problema realmente é o governo, que destina pouco dinheiro para a educação — logo, novos impostos são necessários.

A questão é: teria como as coisas realmente serem diferentes?  Nesse atual arranjo, sem estarem submetidos a uma pressão competitiva, sem estarem sujeitos à concorrência, as pessoas que realmente estão no controle das escolas públicas — os burocratas sindicalizados — estão livres para saciar seus desejos mais indômitos de doutrinar as crianças para que elas sejam cidadãos exemplares da Nova Ordem.  Em um sistema como este, os bons professores não têm a menor chance — nem o estímulo — de fazer a diferença.

Público vs. Privado

O problema não são professores despreparados. O problema não é a falta de recursos ou a falta de participação dos pais.

O problema é que as escolas são administradas pelo governo.

Podemos ver isso claramente ao comparar a educação pública com a indústria de computadores — um dos ramos menos regulados em todo o mundo.

— A educação está sob o comando de políticos e burocratas, gente que jamais irá enfrentar pessoalmente as consequências de suas próprias medidas, por mais que arruínem a educação de nossos filhos.  E assim, os custos da educação vão ficando cada vez maiores, ano após ano, ao mesmo tempo em que a qualidade e a utilidade decrescem velozmente.

— A produção de computadores, notebooks e afins está sob o comando de empreendedores, gente que visa ao lucro e que, por isso mesmo, têm de estar sempre encontrando novas maneiras de nos satisfazer, produzindo cada vez mais com cada vez menos — caso contrário, perderão o que investiram e irão à falência.  E assim, computadores, notebooks e demais apetrechos tecnológicos vão ficando cada vez mais baratos, ano após ano (ou mês após mês), ao mesmo tempo em que sua qualidade e utilidade aumentam velozmente.

Ao contrário das empresas de tecnologia, as escolas públicas são organizações monopolistas isoladas da concorrência — e inteiramente sustentadas pela coerção do governo.  Um sistema de vouchers para as escolas privadas, nos moldes defendidos por alguns liberais genuínos, não tornaria as escolas públicas mais competitivas simplesmente porque as escolas do governo não precisam competir.  (Em nível universitário, já temos o exemplo prático do ProUni, que nada mais é do que uma variância desse esquema de vouchers.  O único resultado foi piorar a educação das universidades particulares que recebem esse subsídio, pois agora elas não mais precisam competir por novos alunos; o governo já garante a receita.)

Não importa quantos alunos as escolas públicas percam para as escolas privadas e para aqueles heróis que, à revelia do governo, praticam ensino doméstico; o fato é que as escolas públicas ainda obtêm seus recursos através da força — e quanto maiores os seus fracassos, mais eles são utilizados como desculpa para se exigir ainda mais recursos.

Inversão de papéis

Suponhamos que o governo tenha estatizado a indústria de computadores tão logo ela surgiu (tudo para o “bem do povo”, claro).  Não é difícil imaginarmos como ela seria hoje:

— Um computador pessoal custaria alguns milhões de reais e seria maior que uma casa;

— Ele provavelmente seria capaz de realizar operações de soma e subtração, porém os funcionários públicos iriam nos explicar por que é cientificamente impossível uma máquina destas realizar multiplicações e divisões;

— O custo de um computador subiria continuamente, e cada modelo novo seria pior e mais caro que o do ano anterior;

— Haveira grupos de interesse organizados tentando fazer com que o governo produzisse computadores com DOS, e outros grupos exigindo interface gráfica.  Haveria intensos debates sobre se os computadores fornecidos pelo governo deveriam poder acessar sites religiosos ou não.

O lado positivo seria que todos os computadores viriam com um software que ensinaria às crianças como manusear uma camisinha.

Por outro lado…

Agora vamos supor o contrário, que a educação fosse organizada de acordo com a indústria de computadores — formada por empresas privadas concorrendo em um mercado sem barreiras à entrada, livres de todos os tipos de regulamentações, que não estivessem sujeitas a matérias obrigatórias ou a comissões políticas.  Em suma, por empresas que simplesmente tivessem de competir pela preferência dos pais.

Como as escolas seriam? Parece-me óbvio que:

— O custo da educação cairia ano após ano, com as empresas encontrando maneiras de fornecer educação de qualidade a custos cada vez menores.  E todo o dinheiro que você gasta hoje para pagar pelas escolas públicas através de impostos ficaria integralmente com você, para gastar como achar melhor.

— A concorrência faria com que as escolas tivessem de melhorar ano após ano.  Não dá para fazer previsões, mas é bem possível que as crianças precisassem passar apenas 3 horas por dia na escola para receber uma educação muito superior do que a obtida hoje nas escolas controladas pelo governo.

— As escolas seriam tão mais estimulantes, que as crianças poderiam perfeitamente querer passar várias horas por dia explorando o mundo da matemática, da história, da geografia, da literatura, da redação ou de qualquer outro tema que tenha despertado sua imaginação.

— Dado que não haveria nenhum Ministério da Educação impondo um determinado tipo de currículo para todo o país, não veríamos mais as brigas amargas sobre os conteúdos ministrados, sobre a necessidade ou não de se ensinar religião, “sensibilidade social” e educação sexual; não haveria problemas com a imposição estatal de “kit-gay” ou com a aceitação ou não de professores homossexuais.  Se uma escola quisesse se especializar exclusivamente esportes, por exemplo, caberia aos pais decidir se querem ou não que seus filhos estudem ali.  A liberdade definiria as escolhas.  Não mais haveria as centenas de controvérsias que vemos na educação atual, completamente controlada pelos burocratas do Ministério da Educação.  Se você não gosta do que a escola do seu filho está ensinando, você simplesmente vai atrás de outra melhor — do mesmo jeito que vai atrás de um supermercado que tenha o que você quer.

— Haveria dezenas de opções disponíveis para você — escolas mais severas, escolas com disciplinas especiais, como música e cinema, escolas alternativas e até mesmo escolas que ofereçam um ensino completo sobre o funcionamento do livre mercado e do empreendedorismo, o que iria ajudar seu filho a obter uma vida mais confortável quando crescesse, além de poupar seu cérebro de infecções marxistas.  Algumas escolas poderiam perfeitamente criar um currículo personalizado baseando-se em suas expectativas e nas capacidades de seu filho, ao passo que outras ofereceriam uma educação mais simples a um custo menor para aqueles que precisam economizar.

Temos de agradecer aos céus pelo fato de que nossos computadores e demais aparelhos eletrônicos não são fornecidos pelo estado.  Mas também nunca podemos nos esquecer de como a educação poderia ser muito melhor, mais dinâmica e estimulante, se ela fosse tão livre do estado quanto é a indústria tecnológica.

Imagine um mundo em que os impostos para a educação deixassem de existir, em que a liberdade conduzisse a educação de seus filhos e você pudesse escolher uma escola para eles da mesma maneira que escolhe qual artefato eletrônico quer comprar.

Isso é querer demais?

Leia também: A obrigatoriedade do diploma — por que a liberdade assusta tanto?

Fonte: Instituto Ludwig von Mises Brasil – Harry Browne

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O fetiche do iPad

por Fernando Ulrich, sábado, 3 de setembro de 2011

Eu sou um potencial consumidor de iPad. Mas quero pagar o mínimo possível por ele. Felizmente, a China já o produz a um preço muito acessível. Os EUA não têm problema com isso. Tanto que o importam sem nenhuma complicação e custa meros $ 499 dólares a versão mais básica. Por que não podemos pagar o mesmo preço aqui? Ah, sim. Impostos. Tarifas de importação. Burocracia. Infraestrutura péssima. Enfim, toda aquela realidade brasileira que já estamos cansados de tanto reclamar.

Mas por que diabos o governo está liderando o processo de investimento de uma fábrica de iPads? Por que diabos temos de forçar goela abaixo a instalação de uma fábrica para produzir “tablets” que custarão ao consumidor mais do que custa lá fora? Se a China é mais competitiva do que o Brasil, não há motivos para produzí-los aqui. Se houvesse lucro nessa empreitada, empresários privados já teriam se dado conta.

Para reduzir o preço do iPad nacional, o governo terá que dar tratamento especial a empresas, conceder incentivos fiscais e sabe-se lá que outras benesses. Ou seja, o povo brasileiro todo vai ter due pagar, via impostos, para subsidiar a produção deste produto no país. Não que eu seja contra redução de impostos para produção. Mas que seja para todos, não somente para alguns.

Além disso, segundo as normas deste investimento na indústria tecnológica brasileira, a produção deverá usar 20% de componentes nacionais no primeiro ano, e 80% em três anos. Primeiro, ou não se conseguirá atingir esse patamar, ou o preço do iPad vai para o espaço. Apenas para lembrar, por que mesmo precisamos produzir um iPad aqui se a China já o produz a um excelente custo? Ah sim, os empregos.

Precisamos gerar empregos. Precisamos de indústria tecnológica avançada. Precisamos de inovação na economia nacional. Como o conseguimos? Com o governo, óbvio. Já que o setor privado não se apresenta e investe em tecnologia, o governo arregaça as mangas e faz pela gente. Sem dúvida nenhuma criamos empregos ao subsidiar uma dada indústria. O grande problema é que não conseguimos ver todos os empregos que são destruídos por causa dessa realocação forçada de recursos.

Quantas empresas terão de ir à falência para que tenhamos uma indústria tecnológica forte? A questão é que nossos governantes querem tudo ao mesmo tempo. Impostos altos, uma teta gigante para mamar e, mesmo com tudo isso, que ainda haja pujança econômica da iniciativa privada. Para eles, empresários não investem porque são gananciosos. Na verdade, são os consumidores que são gananciosos. São eles que querem sempre comprar pelo menor preço. Mas o empresário brasileiro não consegue sempre ofertar pelo menor preço, pois esse bando de parasitas insiste em nos taxar cada vez mais.

Então o que acontece se o empresário racionalmente não pode investir? Ah, claro. O estado investe por todos! Para garantir a rentabilidade, sempre existe a possibilidade de alguma isenção fiscal. Para garantir o capital inicial necessário, sempre temos o BNDES. Pois é, o governo provavelmente será sócio de alguma empresa produtora de telas de iPad. Mais uma vez, o maldito BNDES! Duvidam?

Basta ler a recente notícia do nosso mega-empresário de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante. Em decorrência da dificuldade de encontrar produtores nacionais capazes de, ao mesmo tempo, produzir telas para o iPad e manterem-se solventes, o principal empresário do país (a União) está em busca de sócios para esta empreitada. Com tantos problemas emergenciais que nosso país enfrenta nos serviços providos pelo governo, desde a saúde, a educação, segurança, justiça, etc., temos ainda que BUSCAR SÓCIOS PARA PRODUÇÃO DE TELAS DE IPAD? Será ninguém mais enxerga estes descalabros?

Para ver se o leitor se indigna tanto quanto eu, proponho analisar apenas um breve trecho da notícia:

Mercadante cita a assinatura de um “acordo de confidencialidade” com a Foxconn para não revelar os detalhes das conversas com a empresa. “Não é simples, é uma negociação complexa”, admitiu o ministro. “Há desafios, como aeroporto, logística, energia, licenciamento ambiental e o problema básico, que é o alto custo de capital no país”, disse. “Quanto maior for a força dos grupos nacionais, menor será a participação do Estado.”

Deixando de lado a parte em que nosso mega-empresário da tecnologia afirma que não pode revelar detalhes da negociação, sendo que qualquer subsídio oferecido a empresa virá do seu bolso, caro leitor, vou direto ao ponto: por favor, releiam a última frase. “Quanto maior for a força dos grupos nacionais, menor será a participação do estado.”, afirma Mercadante. Brilhante! Basta o setor privado se fortalecer para o estado diminuir sua participação. Opa, mas como o setor privado se fortalece? Ora, diminuindo o estado. Mas o estado só vai diminuir quando o setor privado se fortalecer? Sim. Entendeu?

Qual a lição do dia?

O estado vai crescer.

E o iPad nacional seguirá custando mais do que no exterior.

Fonte: Instituto Ludwig von Mises Brasil – Fernando Ulrich